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        <description><![CDATA[Compilados de artigos, notícias e tutoriais publicados na rede Nostr em português.]]></description>
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      <pubDate>Mon, 01 Sep 2025 21:11:34 GMT</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 01 Sep 2025 21:11:34 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Maiores Economias do Mundo em 2075, de acordo com projeções do Goldman Sachs.</p>
<p>É assustador a quantidade de países não democracias na tabelas e sobretudo no top10.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/7f955cd6b470e495b6ec9d8308880a3515f44f2935e1961ea9237f302255eb17.jpg" alt="image"></p>
<p>As economias ocidentais com crescimento anémicos, inferiores a 2% ao ano, enquanto as economias dos países emergentes, com crescimentos incríveis de 5 a 10% ao ano.</p>
<p>Alguns países fundadores dos BRICS, também  vão demontrar dificuldades no crescimento, como a China, Rússia e Brasil, pouco acima dos 2%.<br>A maioria dos países que agora não pertencem a nenhum grupo (nem G7 nem ao BRICS), geopoliticamente estão mais alinhados e próximos dos BRICS.</p>
<p>Estamos mesmo a iniciar uma Nova Ordem Mundial.</p>
<p>O crescimento populacional, certamente será um dos principais responsáveis por estes resultados da projecção.</p>
<p>Além do baixo crescimento e com elevados custos das dívidas soberanas, com a necessidade de desvalorizar da moeda, os cidadãos do mundo ocidental vão perder muito poder de compra.<br>Com o crescimento dos países emergentes, tanto a nível económico, como populacional, vão surgir milhões de "novos" cidadãos com um poder de compra elevado, que irão competir com os ocidentais pelos recursos. Como os recursos são finitos e escassos, inevitável os preços irão subir, sobretudo os produtos alimentares e matérias primas.</p>
<p>Não será um futuro fácil para o intitulado mundo ocidental. </p>
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      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Maiores Economias do Mundo em 2075, de acordo com projeções do Goldman Sachs.</p>
<p>É assustador a quantidade de países não democracias na tabelas e sobretudo no top10.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/7f955cd6b470e495b6ec9d8308880a3515f44f2935e1961ea9237f302255eb17.jpg" alt="image"></p>
<p>As economias ocidentais com crescimento anémicos, inferiores a 2% ao ano, enquanto as economias dos países emergentes, com crescimentos incríveis de 5 a 10% ao ano.</p>
<p>Alguns países fundadores dos BRICS, também  vão demontrar dificuldades no crescimento, como a China, Rússia e Brasil, pouco acima dos 2%.<br>A maioria dos países que agora não pertencem a nenhum grupo (nem G7 nem ao BRICS), geopoliticamente estão mais alinhados e próximos dos BRICS.</p>
<p>Estamos mesmo a iniciar uma Nova Ordem Mundial.</p>
<p>O crescimento populacional, certamente será um dos principais responsáveis por estes resultados da projecção.</p>
<p>Além do baixo crescimento e com elevados custos das dívidas soberanas, com a necessidade de desvalorizar da moeda, os cidadãos do mundo ocidental vão perder muito poder de compra.<br>Com o crescimento dos países emergentes, tanto a nível económico, como populacional, vão surgir milhões de "novos" cidadãos com um poder de compra elevado, que irão competir com os ocidentais pelos recursos. Como os recursos são finitos e escassos, inevitável os preços irão subir, sobretudo os produtos alimentares e matérias primas.</p>
<p>Não será um futuro fácil para o intitulado mundo ocidental. </p>
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      <title><![CDATA[Como ficar rico com crises econômicas no Brasil]]></title>
      <description><![CDATA[Aqui eu vou te guiar e abrir seus olhos para aproveitar crises econômicas no Brasil. ]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[Aqui eu vou te guiar e abrir seus olhos para aproveitar crises econômicas no Brasil. ]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Mon, 01 Sep 2025 03:00:00 GMT</pubDate>
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      <category>crise</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[threedolar]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<h3>Por falar em crises econômicas. Aqui no Brasil somos experts</h3>
<p>Era 2013, eu não sabia e não entendia muito bem o que era economia e como funcionavam as crises econômicas. Contudo, eu já tinha interesse em aprender mais sobre dinheiro e como a economia funcionava. Minha primeira experiência foi um livro gigantesco de trading que mal cheguei a página 3, tamanha a complexidade.</p>
<p>Mais tarde, conheci alguém que me mostrou como investir usando termos e técnicas mais simples. Então, me aprofundei, li bastante, devorei livros e pesquisas. Assisti incontáveis horas de vídeo aulas no YouTube. Fiz alguns cursos on-line de verão em <a href="https://online.stanford.edu/">Stanford</a> e <a href="https://online.hbs.edu/subjects/leadership-management/?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=HBSO-LATAM-nonbrandbrazil&amp;utm_adgroup=166203850222&amp;utm_content=717265713738&amp;utm_term=leadership%20principles%20online%20course&amp;gad_source=1&amp;gclid=CjwKCAiAnpy9BhAkEiwA-P8N4rY8akU9yE74LEBF2rCDcACdxwoYIGhJ357yY9bcZT791xoqMuuj8BoCXuMQAvD_BwE">Harvard</a> (via site).</p>
<p>Meses depois eu entendia o que estava acontecendo na economia brasileira. Eram temas e palavras que pareciam simples. <strong>Mensalão, pedaladas fiscais, senado, câmara</strong> e a presidente na época <strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff">Dilma Rousseff</a></strong>.</p>
<p>De 2013 para frente eu ganhei calos (e casca) como investidor. Passei por crises políticas, econômicas e ambientais: <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Impeachment_of_Dilma_Rousseff">Dilma (2015-16)</a>, <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/03/21/temer-e-chefe-de-organizacao-criminosa-ha-40-anos-diz-lava-jato-no-rj.ghtml">esquema de corrupção do Temer (2016-19)</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rompimento_de_barragem_em_Brumadinho">rompimento de Brumandinho(2019)</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/COVID-19">COVID (2020)</a> e <strong>crise de juros (2025?)</strong>. Ademais, vamos debater sobre e procurar soluções.</p>
<p><img src="https://threedolar.com.br/wp-content/uploads/2025/02/crises-na-bovespa-ano-a-ano-599x1024.webp" alt="crises na bovespa nos utlimos 10 anos"></p>
<h3>Como saber quando estamos em crise econômica?</h3>
<p>Para começar vamos entender quando se está ou não em uma crise. Mas, para isso. Temos que entender porque crises financeiras acontecem. Isso é muito complexo mesmo. Para que esse texto não tenha 4000 palavras. Vamos ser gente boa e colocar a culpa em dois fatores: <strong>Política</strong> e <strong>Comportamento da massa</strong>. Vide as <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mania_das_tulipas">crise das Tulipas</a>, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_do_subprime">subprime nos EUA</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_da_d%C3%ADvida_p%C3%BAblica_da_Zona_Euro">crise na Europa</a>.</p>
<p>Para exemplificar as crise com base em política. Vamos tentar entender sobre ciclos econômicos aqui vendo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0unv5QSsoCs&amp;list=WL&amp;index=2">esse vídeo do Ray Dalio.</a> Aonde ele explica que dependendo da taxa de juros atual. Temos um comportamento para crédito, investimentos e crescimento/estagnação de um país. Entretanto para exemplificar crise causadas por efeito de massas, vamos usar o exemplo recente do WallStreet bets e a Gamestop. Você pode ler esse artigo <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/01/27/gamestop-a-empresa-que-passou-de-us-13-bi-para-us-224-bi-na-bolsa-dos-eua-este-ano.ghtml">aqui</a> e <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/GameStop_short_squeeze">aqui</a>, e; de concluir com esse video <a href="https://www.youtube.com/watch?v=zeiv64HpCJQ">aqui</a>.</p>
<p><img src="https://threedolar.com.br/wp-content/uploads/2025/02/game-stop.webp" alt="homem de oculos estampado gamestop e falando sobre wallstreet bets nas crises econômicas"></p>
<h3>Como saber se estamos em crise?</h3>
<h4>Existem várias formas e elas são mais práticas do que imagina:</h4>
<ul>
<li><p><strong>VIX</strong>, volatility index. Desenvolvido pela CBOE. <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/VIX">Esse índice</a> mede o medo no mundo. Acima de x pontos = medo. Abaixo de x pontos = euforia.&nbsp;</p>
</li>
<li><p><strong>Google trends</strong>, dahhhh. Rastrear uma palavra chave e entender se tem muitas buscas em determinada região pode indicar desestabilização.</p>
</li>
<li><p><strong>Redes sociais</strong>. Fenômeno novo, mas que contém várias validações científicas indicando que quando determinado assunto tem muita interação. Há relevância sobre aquele assunto.</p>
</li>
<li><p><strong>Câmbio</strong>, quando o preço do dólar dispara em relação a sua moeda. Já era. Está lá.</p>
</li>
<li><p><strong>Dia a dia</strong>. Eu experimentei em 2013 uma sensação única e ruim na minha vida. Que foi o fato de perceber minha comissão semanal saindo de R$400 para R$130, um número maior de mendigos e pedintes na rua. E, <strong>muitos assaltos e roubos ocorrendo nas regiões</strong> em que eu estava.&nbsp;</p>
</li>
<li><p>Pesquisas mostram que manchetes de jornais televisivos vão contra a realidade. Por exemplo, <strong>operar Bitcoin contra as manchetes da CNBC</strong>. Teve <strong>acerto <a href="https://amzn.to/3EECu8E">superior há 90%</a></strong>.</p>
</li>
<li><p><strong>CNN fear and greed</strong>, um <a href="https://edition.cnn.com/markets/fear-and-greed">índice que se baseia no VIX</a> para medir medo e ganância.</p>
</li>
</ul>
<p>Sim, meu amigos e amigas. Não é ciência espacial. É apenas, <strong>lógica</strong> e <strong>percepção</strong>.</p>
<h3>Como posso me aproveitar das crises econômicas?</h3>
<blockquote>
<p>A maneira de ganhar dinheiro é comprar quando o sangue está correndo nas ruas. <strong>John D. Rockefeller</strong></p>
</blockquote>
<p>Há muitos anos atrás um veterano da Bovespa me disse:&nbsp;</p>
<p><strong>Juros baixos</strong>: Compra Ações e vende tesouro.</p>
<p><strong>Juros altos</strong>: Compra tesouro e vende ações.</p>
<p>Ele só se esqueceu do mais importante… o tal do <strong><em>timing</em></strong>… Contudo, faz sentido porque: <strong>Juros altos proporcionam maiores taxas de retorno (SELIC)</strong>&nbsp; do nosso tesouro e como consequência a renda variável perde a graça e as ações caem. Em contrapartida <strong>com juros baixos, a renda fixa fica sem graça e as ações são o foco do momento</strong>. Sobretudo, resta só uma pergunta. <strong>Quando???</strong>&nbsp;</p>
<p>Nossa missão como investidor é reunir o maior número possível de evidências para que possam se somar aos fatores quantitativos e aumentar nossas probabilidades de sucesso em cada aplicação. No entanto, sempre nos esbarramos com o <em><strong>tempo</strong></em>. Se soubéssemos quando entrar, permanecer e sair de um investimento. Estaríamos todos agora em um iate atracado em Dubai tomando Dom Perignon. Contudo, a vida não é um mar de rosas… Em meus anos de investimento eu esbarrei com o <strong>tempo</strong> ou <strong><em>timing</em></strong> muitas vezes. Todavia, não sabendo o momento <strong>EXATO</strong> de entrar/sair. Portanto, eu decidi que era melhor entrar antecipado e sair antecipado também.&nbsp;</p>
<h5>O meu jeito de agir em crises</h5>
<p>Portanto, não que isso seja uma regra. Assim sendo, eu particularmente <strong>prefiro comprar ações quando estão em queda livre</strong> e <strong>gosto de vender uma parte delas quando o price to book chega em 2-3</strong>. Somado a isso, quando todos estão falando de ações (<strong>inclusive meu barbeiro</strong>). Normalmente eu já começo a pegar os bois pelo chifre e realizar uma parte dos lucros. Todavia, vamos finalizar o pensamento resumindo timing:</p>
<ol>
<li><p><strong>Compro</strong>, quando ninguém mais quer e “há sangue nas ruas”. É aquela lista que coloquei lá em cima.</p>
</li>
<li><p><strong>Mantenho</strong>, enquanto eu entender que ainda há valor naquele investimento. E, sim. Isso é subjetivo (infelizmente).</p>
</li>
<li><p>Realizo <strong>vendas parciais</strong> quando a euforia e ganância extrapolam os níveis e todo mundo fala sobre os ativos “mais quentes do momento”. (<strong>Vide Bitcoin em 2025</strong>.)</p>
</li>
</ol>
<h3>Conclusões sobre comprar e vender durante as crise financeiras</h3>
<p>Eu poderia vir com essas conversas de Coach. Mas, sinceramente todos estão fartos disso. Entretanto , quero deixar soluções diferentes para o leitor interessado em aproveitar essas crises&nbsp;</p>
<ol>
<li><p><strong>Aumente sua capacidade de ganhar</strong>. Isso mesmo que você leu. Muita gente quer ser empresário, CEO de empresa grande ou criar uma tecnologia inovadora. <strong>Leia, faça cursos grátis, entre em fóruns e comunidades, converse com pessoas que você admira</strong> e sobretudo <strong>absorva das pessoas mais velhas</strong>. Imediatamente, crie um plano e comece a agir pequeno. Aos poucos mesmo. Preste serviço de freelancer, compra e venda coisas, dirija um Uber ou ajude alguém. Só comece e você vai magnetizar o dinheiro.</p>
</li>
<li><p><strong>Pratique esportes</strong>. Isso é tão subestimado… Você diminui a ansiedade e stress. Ganha endorfina, aumenta sua saúde e ajuda o seu corpo e sua mente a melhorar. Nem precisa de dinheiro para começar. Calce algum tênis e saia para caminhar, pegue sua bicicleta velha ou simplesmente chame alguém pra treinar com você. Em momentos de crise isso vai te ajudar muito (a esperar a hora certa de entrar/sair ou para manter uma posição perdedora/vencedora).</p>
</li>
<li><p><strong>Analise seus investimentos mensalmente</strong>. Se puder, <em><strong>eu recomendo analisar anualmente</strong></em>. Isso vai te tornar menos suscetível a querer tomar ações sobre seus investimentos, diminui sua ansiedade e você ganha tempo para desenvolver outras atividades. Escreva algo para a internet, vai fazer aula de yoga com seu companheiro(a), aprenda a pintar ou programar. Não importa o que, <strong>mente vazia é oficina do diabo</strong>. Ocupe sua mente com hobbies bons. De preferência hobbies que te dão mais saúde ou mais conhecimento. Senão, relaxa e ponha as séries e filmes em dia. <strong>Netflix, Amazon</strong> e <strong>Hbo</strong> estão te esperando.</p>
</li>
</ol>
<h3>Perguntas frequentes (e recorrentes) sobre crises financeiras</h3>
<p>Quais foram as crises econômicas no Brasil?</p>
<h5><strong>Crise de 1990</strong></h5>
<ul>
<li><p>O PIB encolheu 4,3%.</p>
</li>
<li><p>O então presidente Fernando Collor de Mello confiscou o dinheiro da população.</p>
</li>
</ul>
<h5><strong>Crise de 2014/2017</strong></h5>
<ul>
<li><p>Foi causada por uma série de choques de oferta e demanda.</p>
</li>
<li><p>Foi resultado de erros de políticas públicas.</p>
</li>
</ul>
<h5><strong>Crise da delação da JBS</strong></h5>
<ul>
<li><p>Foi um escândalo de corrupção que envolveu a JBS, políticos e autoridades brasileiras.</p>
</li>
<li><p>Surgiu em maio de 2017.</p>
</li>
</ul>
<h5><strong>Qual a maior crise no Brasil?</strong></h5>
<ul>
<li>A crise econômica brasileira de 2014, também conhecida como a recessão de 2015/2016, crise político-econômica ou a grande recessão brasileira, teve início em 2014, embora só fosse claramente percebida nos anos seguintes. O produto interno bruto (PIB) do país caiu 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016.</li>
</ul>
<h5><strong>Qual foi o pior ano para a economia do Brasil?</strong></h5>
<p>A economia do Brasil enfrentou vários anos de crise, como em 2008, 2014, 2015, 2016, 1931 e 2020.&nbsp;</p>
<p><strong>2008</strong>&nbsp;</p>
<p>A crise econômica mundial de 2008 afetou o Brasil, causando falência de empresas, colapso financeiro e aumento do desemprego.</p>
<p><strong>2014/2017</strong></p>
<p>A crise de 2014/2017 foi causada por erros de políticas públicas, que reduziram a capacidade de crescimento do país.</p>
<p>O PIB do Brasil caiu 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016.</p>
<p><strong>1931</strong>&nbsp;</p>
<p>O Brasil sofreu uma recessão de 3,3% do PIB em 1931, devido à queda das exportações de café para os Estados Unidos.</p>
<p><strong>2020</strong></p>
<p>O Brasil registrou uma queda de 4,1% no PIB em 2020.&nbsp;</p>
<p>A década de 2011 a 2020 foi a pior para a economia brasileira em 120 anos.&nbsp;</p>
<p><strong><em>Outros anos com crises 1981: -4,3% no PIB, 1990: -4,3% no PIB.</em></strong></p>
<p><strong>O que foi a crise de 2014 no Brasil?</strong></p>
<p>A crise de 2014/2017 da economia brasileira teve como origem uma série de choques de oferta e demanda, na maior parte ocasionados por erros de políticas públicas que reduziram a capacidade de crescimento da economia brasileira e geraram um custo fiscal elevado.</p>
<p><strong>Qual foi o período mais próspero do Brasil?</strong></p>
<p>O país viveu uma excepcional fase do crescimento, no período que vai de 1968 a 1973, conhecido como "milagre econômico", Na época, estava à frente da economia brasileira o ministro Antonio Delfim Netto, da extinta ARENA, e hoje deputado federal pelo PMDB de São Paulo.</p>
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<p><a href="https://threedolar.com.br/vamos-falar-sobre-cartoes-de-credito/"><strong>VAMOS FALAR SOBRE CARTÕES DE CRÉDITO</strong></a></p>
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      <itunes:author><![CDATA[threedolar]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<h3>Por falar em crises econômicas. Aqui no Brasil somos experts</h3>
<p>Era 2013, eu não sabia e não entendia muito bem o que era economia e como funcionavam as crises econômicas. Contudo, eu já tinha interesse em aprender mais sobre dinheiro e como a economia funcionava. Minha primeira experiência foi um livro gigantesco de trading que mal cheguei a página 3, tamanha a complexidade.</p>
<p>Mais tarde, conheci alguém que me mostrou como investir usando termos e técnicas mais simples. Então, me aprofundei, li bastante, devorei livros e pesquisas. Assisti incontáveis horas de vídeo aulas no YouTube. Fiz alguns cursos on-line de verão em <a href="https://online.stanford.edu/">Stanford</a> e <a href="https://online.hbs.edu/subjects/leadership-management/?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=HBSO-LATAM-nonbrandbrazil&amp;utm_adgroup=166203850222&amp;utm_content=717265713738&amp;utm_term=leadership%20principles%20online%20course&amp;gad_source=1&amp;gclid=CjwKCAiAnpy9BhAkEiwA-P8N4rY8akU9yE74LEBF2rCDcACdxwoYIGhJ357yY9bcZT791xoqMuuj8BoCXuMQAvD_BwE">Harvard</a> (via site).</p>
<p>Meses depois eu entendia o que estava acontecendo na economia brasileira. Eram temas e palavras que pareciam simples. <strong>Mensalão, pedaladas fiscais, senado, câmara</strong> e a presidente na época <strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff">Dilma Rousseff</a></strong>.</p>
<p>De 2013 para frente eu ganhei calos (e casca) como investidor. Passei por crises políticas, econômicas e ambientais: <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Impeachment_of_Dilma_Rousseff">Dilma (2015-16)</a>, <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/03/21/temer-e-chefe-de-organizacao-criminosa-ha-40-anos-diz-lava-jato-no-rj.ghtml">esquema de corrupção do Temer (2016-19)</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rompimento_de_barragem_em_Brumadinho">rompimento de Brumandinho(2019)</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/COVID-19">COVID (2020)</a> e <strong>crise de juros (2025?)</strong>. Ademais, vamos debater sobre e procurar soluções.</p>
<p><img src="https://threedolar.com.br/wp-content/uploads/2025/02/crises-na-bovespa-ano-a-ano-599x1024.webp" alt="crises na bovespa nos utlimos 10 anos"></p>
<h3>Como saber quando estamos em crise econômica?</h3>
<p>Para começar vamos entender quando se está ou não em uma crise. Mas, para isso. Temos que entender porque crises financeiras acontecem. Isso é muito complexo mesmo. Para que esse texto não tenha 4000 palavras. Vamos ser gente boa e colocar a culpa em dois fatores: <strong>Política</strong> e <strong>Comportamento da massa</strong>. Vide as <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mania_das_tulipas">crise das Tulipas</a>, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_do_subprime">subprime nos EUA</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_da_d%C3%ADvida_p%C3%BAblica_da_Zona_Euro">crise na Europa</a>.</p>
<p>Para exemplificar as crise com base em política. Vamos tentar entender sobre ciclos econômicos aqui vendo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0unv5QSsoCs&amp;list=WL&amp;index=2">esse vídeo do Ray Dalio.</a> Aonde ele explica que dependendo da taxa de juros atual. Temos um comportamento para crédito, investimentos e crescimento/estagnação de um país. Entretanto para exemplificar crise causadas por efeito de massas, vamos usar o exemplo recente do WallStreet bets e a Gamestop. Você pode ler esse artigo <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/01/27/gamestop-a-empresa-que-passou-de-us-13-bi-para-us-224-bi-na-bolsa-dos-eua-este-ano.ghtml">aqui</a> e <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/GameStop_short_squeeze">aqui</a>, e; de concluir com esse video <a href="https://www.youtube.com/watch?v=zeiv64HpCJQ">aqui</a>.</p>
<p><img src="https://threedolar.com.br/wp-content/uploads/2025/02/game-stop.webp" alt="homem de oculos estampado gamestop e falando sobre wallstreet bets nas crises econômicas"></p>
<h3>Como saber se estamos em crise?</h3>
<h4>Existem várias formas e elas são mais práticas do que imagina:</h4>
<ul>
<li><p><strong>VIX</strong>, volatility index. Desenvolvido pela CBOE. <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/VIX">Esse índice</a> mede o medo no mundo. Acima de x pontos = medo. Abaixo de x pontos = euforia.&nbsp;</p>
</li>
<li><p><strong>Google trends</strong>, dahhhh. Rastrear uma palavra chave e entender se tem muitas buscas em determinada região pode indicar desestabilização.</p>
</li>
<li><p><strong>Redes sociais</strong>. Fenômeno novo, mas que contém várias validações científicas indicando que quando determinado assunto tem muita interação. Há relevância sobre aquele assunto.</p>
</li>
<li><p><strong>Câmbio</strong>, quando o preço do dólar dispara em relação a sua moeda. Já era. Está lá.</p>
</li>
<li><p><strong>Dia a dia</strong>. Eu experimentei em 2013 uma sensação única e ruim na minha vida. Que foi o fato de perceber minha comissão semanal saindo de R$400 para R$130, um número maior de mendigos e pedintes na rua. E, <strong>muitos assaltos e roubos ocorrendo nas regiões</strong> em que eu estava.&nbsp;</p>
</li>
<li><p>Pesquisas mostram que manchetes de jornais televisivos vão contra a realidade. Por exemplo, <strong>operar Bitcoin contra as manchetes da CNBC</strong>. Teve <strong>acerto <a href="https://amzn.to/3EECu8E">superior há 90%</a></strong>.</p>
</li>
<li><p><strong>CNN fear and greed</strong>, um <a href="https://edition.cnn.com/markets/fear-and-greed">índice que se baseia no VIX</a> para medir medo e ganância.</p>
</li>
</ul>
<p>Sim, meu amigos e amigas. Não é ciência espacial. É apenas, <strong>lógica</strong> e <strong>percepção</strong>.</p>
<h3>Como posso me aproveitar das crises econômicas?</h3>
<blockquote>
<p>A maneira de ganhar dinheiro é comprar quando o sangue está correndo nas ruas. <strong>John D. Rockefeller</strong></p>
</blockquote>
<p>Há muitos anos atrás um veterano da Bovespa me disse:&nbsp;</p>
<p><strong>Juros baixos</strong>: Compra Ações e vende tesouro.</p>
<p><strong>Juros altos</strong>: Compra tesouro e vende ações.</p>
<p>Ele só se esqueceu do mais importante… o tal do <strong><em>timing</em></strong>… Contudo, faz sentido porque: <strong>Juros altos proporcionam maiores taxas de retorno (SELIC)</strong>&nbsp; do nosso tesouro e como consequência a renda variável perde a graça e as ações caem. Em contrapartida <strong>com juros baixos, a renda fixa fica sem graça e as ações são o foco do momento</strong>. Sobretudo, resta só uma pergunta. <strong>Quando???</strong>&nbsp;</p>
<p>Nossa missão como investidor é reunir o maior número possível de evidências para que possam se somar aos fatores quantitativos e aumentar nossas probabilidades de sucesso em cada aplicação. No entanto, sempre nos esbarramos com o <em><strong>tempo</strong></em>. Se soubéssemos quando entrar, permanecer e sair de um investimento. Estaríamos todos agora em um iate atracado em Dubai tomando Dom Perignon. Contudo, a vida não é um mar de rosas… Em meus anos de investimento eu esbarrei com o <strong>tempo</strong> ou <strong><em>timing</em></strong> muitas vezes. Todavia, não sabendo o momento <strong>EXATO</strong> de entrar/sair. Portanto, eu decidi que era melhor entrar antecipado e sair antecipado também.&nbsp;</p>
<h5>O meu jeito de agir em crises</h5>
<p>Portanto, não que isso seja uma regra. Assim sendo, eu particularmente <strong>prefiro comprar ações quando estão em queda livre</strong> e <strong>gosto de vender uma parte delas quando o price to book chega em 2-3</strong>. Somado a isso, quando todos estão falando de ações (<strong>inclusive meu barbeiro</strong>). Normalmente eu já começo a pegar os bois pelo chifre e realizar uma parte dos lucros. Todavia, vamos finalizar o pensamento resumindo timing:</p>
<ol>
<li><p><strong>Compro</strong>, quando ninguém mais quer e “há sangue nas ruas”. É aquela lista que coloquei lá em cima.</p>
</li>
<li><p><strong>Mantenho</strong>, enquanto eu entender que ainda há valor naquele investimento. E, sim. Isso é subjetivo (infelizmente).</p>
</li>
<li><p>Realizo <strong>vendas parciais</strong> quando a euforia e ganância extrapolam os níveis e todo mundo fala sobre os ativos “mais quentes do momento”. (<strong>Vide Bitcoin em 2025</strong>.)</p>
</li>
</ol>
<h3>Conclusões sobre comprar e vender durante as crise financeiras</h3>
<p>Eu poderia vir com essas conversas de Coach. Mas, sinceramente todos estão fartos disso. Entretanto , quero deixar soluções diferentes para o leitor interessado em aproveitar essas crises&nbsp;</p>
<ol>
<li><p><strong>Aumente sua capacidade de ganhar</strong>. Isso mesmo que você leu. Muita gente quer ser empresário, CEO de empresa grande ou criar uma tecnologia inovadora. <strong>Leia, faça cursos grátis, entre em fóruns e comunidades, converse com pessoas que você admira</strong> e sobretudo <strong>absorva das pessoas mais velhas</strong>. Imediatamente, crie um plano e comece a agir pequeno. Aos poucos mesmo. Preste serviço de freelancer, compra e venda coisas, dirija um Uber ou ajude alguém. Só comece e você vai magnetizar o dinheiro.</p>
</li>
<li><p><strong>Pratique esportes</strong>. Isso é tão subestimado… Você diminui a ansiedade e stress. Ganha endorfina, aumenta sua saúde e ajuda o seu corpo e sua mente a melhorar. Nem precisa de dinheiro para começar. Calce algum tênis e saia para caminhar, pegue sua bicicleta velha ou simplesmente chame alguém pra treinar com você. Em momentos de crise isso vai te ajudar muito (a esperar a hora certa de entrar/sair ou para manter uma posição perdedora/vencedora).</p>
</li>
<li><p><strong>Analise seus investimentos mensalmente</strong>. Se puder, <em><strong>eu recomendo analisar anualmente</strong></em>. Isso vai te tornar menos suscetível a querer tomar ações sobre seus investimentos, diminui sua ansiedade e você ganha tempo para desenvolver outras atividades. Escreva algo para a internet, vai fazer aula de yoga com seu companheiro(a), aprenda a pintar ou programar. Não importa o que, <strong>mente vazia é oficina do diabo</strong>. Ocupe sua mente com hobbies bons. De preferência hobbies que te dão mais saúde ou mais conhecimento. Senão, relaxa e ponha as séries e filmes em dia. <strong>Netflix, Amazon</strong> e <strong>Hbo</strong> estão te esperando.</p>
</li>
</ol>
<h3>Perguntas frequentes (e recorrentes) sobre crises financeiras</h3>
<p>Quais foram as crises econômicas no Brasil?</p>
<h5><strong>Crise de 1990</strong></h5>
<ul>
<li><p>O PIB encolheu 4,3%.</p>
</li>
<li><p>O então presidente Fernando Collor de Mello confiscou o dinheiro da população.</p>
</li>
</ul>
<h5><strong>Crise de 2014/2017</strong></h5>
<ul>
<li><p>Foi causada por uma série de choques de oferta e demanda.</p>
</li>
<li><p>Foi resultado de erros de políticas públicas.</p>
</li>
</ul>
<h5><strong>Crise da delação da JBS</strong></h5>
<ul>
<li><p>Foi um escândalo de corrupção que envolveu a JBS, políticos e autoridades brasileiras.</p>
</li>
<li><p>Surgiu em maio de 2017.</p>
</li>
</ul>
<h5><strong>Qual a maior crise no Brasil?</strong></h5>
<ul>
<li>A crise econômica brasileira de 2014, também conhecida como a recessão de 2015/2016, crise político-econômica ou a grande recessão brasileira, teve início em 2014, embora só fosse claramente percebida nos anos seguintes. O produto interno bruto (PIB) do país caiu 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016.</li>
</ul>
<h5><strong>Qual foi o pior ano para a economia do Brasil?</strong></h5>
<p>A economia do Brasil enfrentou vários anos de crise, como em 2008, 2014, 2015, 2016, 1931 e 2020.&nbsp;</p>
<p><strong>2008</strong>&nbsp;</p>
<p>A crise econômica mundial de 2008 afetou o Brasil, causando falência de empresas, colapso financeiro e aumento do desemprego.</p>
<p><strong>2014/2017</strong></p>
<p>A crise de 2014/2017 foi causada por erros de políticas públicas, que reduziram a capacidade de crescimento do país.</p>
<p>O PIB do Brasil caiu 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016.</p>
<p><strong>1931</strong>&nbsp;</p>
<p>O Brasil sofreu uma recessão de 3,3% do PIB em 1931, devido à queda das exportações de café para os Estados Unidos.</p>
<p><strong>2020</strong></p>
<p>O Brasil registrou uma queda de 4,1% no PIB em 2020.&nbsp;</p>
<p>A década de 2011 a 2020 foi a pior para a economia brasileira em 120 anos.&nbsp;</p>
<p><strong><em>Outros anos com crises 1981: -4,3% no PIB, 1990: -4,3% no PIB.</em></strong></p>
<p><strong>O que foi a crise de 2014 no Brasil?</strong></p>
<p>A crise de 2014/2017 da economia brasileira teve como origem uma série de choques de oferta e demanda, na maior parte ocasionados por erros de políticas públicas que reduziram a capacidade de crescimento da economia brasileira e geraram um custo fiscal elevado.</p>
<p><strong>Qual foi o período mais próspero do Brasil?</strong></p>
<p>O país viveu uma excepcional fase do crescimento, no período que vai de 1968 a 1973, conhecido como "milagre econômico", Na época, estava à frente da economia brasileira o ministro Antonio Delfim Netto, da extinta ARENA, e hoje deputado federal pelo PMDB de São Paulo.</p>
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<p><a href="https://threedolar.com.br/vamos-falar-sobre-cartoes-de-credito/"><strong>VAMOS FALAR SOBRE CARTÕES DE CRÉDITO</strong></a></p>
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      <item>
      <title><![CDATA[Aposentar em 2035]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Sat, 26 Jul 2025 11:05:04 GMT</pubDate>
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      <category>bitcoin</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias, foi apresentado <a href="https://x.com/sminston_with/status/1945900559443370159">um estudo</a> muito interessante, tenta responder à pergunta, quando bitcoin é necessário para se reformar/aposentar em 2035?</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/a0bc34b4fb7aedfb2b4201ff34b55c75e52bbc3f2b902d9a09ab3bdd9dc25360.jpg" alt="image"><br>Para facilitar, vão apenas analisar o meu exemplo, um indivíduo português na casa dos 40 anos. Com estas características, segundo o estudo, são necessários apenas 0.5₿ em 2035, para viver em exclusivo da poupança de Bitcoin.</p>
<h2>Analisando o estudo</h2>
<p>Os cálculos baseiam-se numa inflação de 7% ao ano, na qual eu concordo. O valor referência utilizado para a pensão, é o vencimento médio bruto da <a href="https://www.worlddata.info/average-income.php">world data.info</a>, que para Portugal em 2024 foi de 26160$ ou seja ~22348€ por ano, ~1800€ por mês (12 meses) ou 1600€ por mês (14 meses).</p>
<p>Em Portugal, uma pensão de ~1800€, corresponde a uma pensão líquida de 1548€</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/633ee32205d916fb21e14bde36213fb0f6ba3e42fd99e268d559166de97a22c6.jpg" alt="image"><br>Hoje em dia, uma pensão líquida de ~1550€ por mês, é acima da média nacional mas é similar à pensão dos funcionários públicos (CGA).</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/9e4431260a507913a71c92fc43ecc3e9abdc71998994984229da85d152a0c29f.jpg" alt="image"></p>
<p>O factor habitação é fundamental nesta equação, se o indivíduo já tem casa própria e totalmente paga, os ~1550€ por mês, dá para viver com uma qualidade de vida condigna. Tudo muda, se o pensionista não tiver casa própria, aí os ~1550€ por mês são um valor baixo, terá que ter um estilo de vida muito restritivo.</p>
<p>Como a ideia é antecipar a aposentação, com 50 anos serão poucos a ter a sua habitação totalmente paga.</p>
<p>Como não sei como foram realizados os cálculos, mas vou realizar os meus:</p>
<h2>As minhas contas</h2>
<p><img src="https://image.nostr.build/5991bfb57549b0377d0527b3c33f06fe386a20669001df2c9ddecd97a053906b.jpg" alt="image"></p>
<p>Se iniciarmos a reforma/aposentadoria em 2035, com a atual esperança média de vida, vamos viver mais 30 anos, segundo os cálculos, seriam necessários 0.62₿. Mas é demasiado arriscado ter apenas esta poupança, porque podemos ter a sorte de viver até aos 90 ou 100 anos. Por precaução, no mínimo será necessário ter 1.5₿.</p>
<h2>Conclusões</h2>
<p>Eu acho que o estudo foi demasiado optimista, os 0.5₿ poderão ser suficiente, se o bitcoin em 2035 valer mais 2 milhões de dólares, mas acho pouco provável. E como disse em cima, também acho baixo o valor da pensão que serve de base para o estudo, para o actual custo de vida em Portugal.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Há poucos dias, foi apresentado <a href="https://x.com/sminston_with/status/1945900559443370159">um estudo</a> muito interessante, tenta responder à pergunta, quando bitcoin é necessário para se reformar/aposentar em 2035?</p>
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<h2>Analisando o estudo</h2>
<p>Os cálculos baseiam-se numa inflação de 7% ao ano, na qual eu concordo. O valor referência utilizado para a pensão, é o vencimento médio bruto da <a href="https://www.worlddata.info/average-income.php">world data.info</a>, que para Portugal em 2024 foi de 26160$ ou seja ~22348€ por ano, ~1800€ por mês (12 meses) ou 1600€ por mês (14 meses).</p>
<p>Em Portugal, uma pensão de ~1800€, corresponde a uma pensão líquida de 1548€</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/633ee32205d916fb21e14bde36213fb0f6ba3e42fd99e268d559166de97a22c6.jpg" alt="image"><br>Hoje em dia, uma pensão líquida de ~1550€ por mês, é acima da média nacional mas é similar à pensão dos funcionários públicos (CGA).</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/9e4431260a507913a71c92fc43ecc3e9abdc71998994984229da85d152a0c29f.jpg" alt="image"></p>
<p>O factor habitação é fundamental nesta equação, se o indivíduo já tem casa própria e totalmente paga, os ~1550€ por mês, dá para viver com uma qualidade de vida condigna. Tudo muda, se o pensionista não tiver casa própria, aí os ~1550€ por mês são um valor baixo, terá que ter um estilo de vida muito restritivo.</p>
<p>Como a ideia é antecipar a aposentação, com 50 anos serão poucos a ter a sua habitação totalmente paga.</p>
<p>Como não sei como foram realizados os cálculos, mas vou realizar os meus:</p>
<h2>As minhas contas</h2>
<p><img src="https://image.nostr.build/5991bfb57549b0377d0527b3c33f06fe386a20669001df2c9ddecd97a053906b.jpg" alt="image"></p>
<p>Se iniciarmos a reforma/aposentadoria em 2035, com a atual esperança média de vida, vamos viver mais 30 anos, segundo os cálculos, seriam necessários 0.62₿. Mas é demasiado arriscado ter apenas esta poupança, porque podemos ter a sorte de viver até aos 90 ou 100 anos. Por precaução, no mínimo será necessário ter 1.5₿.</p>
<h2>Conclusões</h2>
<p>Eu acho que o estudo foi demasiado optimista, os 0.5₿ poderão ser suficiente, se o bitcoin em 2035 valer mais 2 milhões de dólares, mas acho pouco provável. E como disse em cima, também acho baixo o valor da pensão que serve de base para o estudo, para o actual custo de vida em Portugal.</p>
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      <item>
      <title><![CDATA[Porque você deve acumular Bitcoin hoje]]></title>
      <description><![CDATA[Investir em Bitcoin: uma oportunidade ou um risco? Entenda os prós e contras e faça escolhas mais seguras.
]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[Investir em Bitcoin: uma oportunidade ou um risco? Entenda os prós e contras e faça escolhas mais seguras.
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      <pubDate>Tue, 15 Jul 2025 03:00:00 GMT</pubDate>
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      <category>bitcoin</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[threedolar]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<h1>Bitcoin: Mais que uma Moeda, uma Reserva de Valor do Século</h1>
<h2>A Revelação do Bitcoin como Reserva de Valor</h2>
<p>Em 2014, adquiri 8 unidades de Bitcoin, o que me permitiu viver por dois anos sem a necessidade de uma renda. Meu único arrependimento foi não ter aprofundado meus estudos sobre o assunto. Inicialmente, equivoquei-me ao acreditar que o Bitcoin funcionaria como uma nova moeda para transações diárias. Contudo, com o tempo, ficou claro que seu <strong>verdadeiro potencial reside em ser a melhor reserva de valor do século</strong>.</p>
<p>É crucial entender que o Bitcoin, assim como o ouro, não é diretamente utilizado para comprar bens. Primeiro, converte-se a reserva de valor em moeda fiduciária para então realizar as compras. A função primordial de uma reserva de valor é <strong>proteger o capital contra a inflação</strong>. Se eu tivesse investido 10% de todos os meus salários em ouro, hoje estaria em uma posição financeira muito mais confortável. O mesmo princípio se aplica ao Bitcoin.</p>
<p>Até 2019, experimentei um poder de compra extraordinário, fruto da acumulação iniciada em 2014. No entanto, por falta de compreensão de sua verdadeira função naquele momento, acabei me desfazendo de todas as minhas unidades. Se soubesse o que sei hoje, <strong>teria guardado pelo menos uma para sempre</strong>.</p>
<p>Atualmente, surge uma nova oportunidade para quem deseja ingressar nesse mercado. O Bitcoin ainda está em alta, mas a história mostra que períodos de queda podem vir. É nesses momentos que se distinguem aqueles que estudaram e compreendem o ativo daqueles que buscam apenas lucros rápidos. O <strong>conhecimento tem um preço</strong>, que pode ser caro ou barato, dependendo do contexto.</p>
<h2>Natureza Deflacionária e Oportunidades</h2>
<p>Um dos fatores que tornam o Bitcoin um investimento tão promissor é sua natureza deflacionária. A cada ciclo de "Halving" (evento que reduz pela metade a recompensa dos mineradores), ele se torna mais escasso. Isso, em conjunto com o aumento da demanda, impulsiona seu valor como reserva de valor.</p>
<p>É importante notar que o Bitcoin em si não gera dividendos. Existem, contudo, "sintéticos" – derivados onde você concede parte das chaves de seus Bitcoins para receber um ativo que pode ser emprestado a juros. Esta é uma prática de maior risco que ainda não explorei por falta de estudo aprofundado.</p>
<p>Assim como o ouro, a quantidade de Bitcoin é finita. Recomendo a leitura do excelente artigo de PlanB sobre o tema. Dada essa escassez inerente e o valor que cada ativo carrega, considero firmemente que ouro e dólar, juntamente com o Bitcoin, são as <strong>melhores opções para se ter em custódia como reserva de valor</strong>.</p>
<h2>Auto-Custódia: Liberdade e Riscos</h2>
<p>A auto-custódia é um tema que ganhará cada vez mais destaque e controvérsia. Muitas pessoas não estão preparadas para gerenciar seu próprio dinheiro. O governo brasileiro, com a introdução do Pix, demonstrou a mecânica da blockchain, mas ainda assim, muitos usuários têm dificuldade em utilizá-lo. Imagine, então, assumir a auto-custódia de todo o seu capital?</p>
<p>Mesmo com toda a minha experiência e conhecimento, este ano fui vítima de um golpe de phishing e perdi R$5.000. Foi um erro tão rápido e ingênuo que o dinheiro desapareceu em segundos. Imagine o impacto se fosse o dinheiro de uma vida inteira de economias?</p>
<p>"Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades." Antes de entrar em qualquer mercado ou oportunidade, é fundamental <strong>estudar e depois testar com pequenas quantias para aprender</strong>. Na comunidade cripto, é comum encontrar pessoas que não compreendem termos básicos como "12 ou 24 palavras" (seed phrase), "SegWit", "Bech32" ou "Lightning Network". A enxurrada de informações sobre criptomoedas precisa ser organizada em um "manual 101" acessível a todos.</p>
<h2>Desafios de Uso e o Futuro</h2>
<p>Apesar de seu potencial, o Bitcoin enfrenta desafios de usabilidade que precisam ser resolvidos nos próximos anos. Atualmente, minha maior dificuldade é usar meu saldo no dia a dia. Com pequenas quantias, é fácil, mas imagine converter 100% do meu patrimônio para cripto. Como pagar despesas de moradia, sacar dinheiro físico ou fazer compras online sem KYC (Know Your Customer)?</p>
<p>Se a narrativa das criptomoedas é "anti-governo", quem nos libertará completamente? Há um mercado bilionário à espera. Com a posse de Trump no próximo ano, e suas medidas favoráveis ao Bitcoin, tenho certeza de que gigantes como Visa, Mastercard e American Express não assistirão bilhões de dólares se esvaindo em transações P2P (peer-to-peer) sem agir. Sim, admito: se me oferecessem um cartão de crédito sem KYC, carregado com saldo em cripto, com uma taxa de 0,05% por transação, eu aceitaria na hora! Isso me daria muito mais mobilidade para usar meu dinheiro, sem a supervisão do governo.</p>
<h2>O Melhor Investimento do Século</h2>
<p>Em conclusão, o Bitcoin é o melhor investimento que já fiz desde que comecei a investir. Ganhei muito, perdi um bocado, e tive uma boa qualidade de vida por um tempo. Toda nova tecnologia leva tempo para se desenvolver e ganhar novos adeptos.</p>
<p>Um amigo me contou que, em 1992, foi ao Japão para assistir à final do Mundial de Clubes e lá já existiam TVs LCD de 29 polegadas, mas custavam o equivalente a R$10.000. Hoje, é possível comprar uma por menos de um salário mínimo. Esse avanço tecnológico barateia as coisas, economiza nosso tempo e melhora a qualidade de vida. Basta observar a transformação em El Salvador. Seja paciente (e cuidadoso) com o Bitcoin. Mais cedo ou mais tarde, ele será <strong>inevitável em sua vida</strong>.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[threedolar]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<h1>Bitcoin: Mais que uma Moeda, uma Reserva de Valor do Século</h1>
<h2>A Revelação do Bitcoin como Reserva de Valor</h2>
<p>Em 2014, adquiri 8 unidades de Bitcoin, o que me permitiu viver por dois anos sem a necessidade de uma renda. Meu único arrependimento foi não ter aprofundado meus estudos sobre o assunto. Inicialmente, equivoquei-me ao acreditar que o Bitcoin funcionaria como uma nova moeda para transações diárias. Contudo, com o tempo, ficou claro que seu <strong>verdadeiro potencial reside em ser a melhor reserva de valor do século</strong>.</p>
<p>É crucial entender que o Bitcoin, assim como o ouro, não é diretamente utilizado para comprar bens. Primeiro, converte-se a reserva de valor em moeda fiduciária para então realizar as compras. A função primordial de uma reserva de valor é <strong>proteger o capital contra a inflação</strong>. Se eu tivesse investido 10% de todos os meus salários em ouro, hoje estaria em uma posição financeira muito mais confortável. O mesmo princípio se aplica ao Bitcoin.</p>
<p>Até 2019, experimentei um poder de compra extraordinário, fruto da acumulação iniciada em 2014. No entanto, por falta de compreensão de sua verdadeira função naquele momento, acabei me desfazendo de todas as minhas unidades. Se soubesse o que sei hoje, <strong>teria guardado pelo menos uma para sempre</strong>.</p>
<p>Atualmente, surge uma nova oportunidade para quem deseja ingressar nesse mercado. O Bitcoin ainda está em alta, mas a história mostra que períodos de queda podem vir. É nesses momentos que se distinguem aqueles que estudaram e compreendem o ativo daqueles que buscam apenas lucros rápidos. O <strong>conhecimento tem um preço</strong>, que pode ser caro ou barato, dependendo do contexto.</p>
<h2>Natureza Deflacionária e Oportunidades</h2>
<p>Um dos fatores que tornam o Bitcoin um investimento tão promissor é sua natureza deflacionária. A cada ciclo de "Halving" (evento que reduz pela metade a recompensa dos mineradores), ele se torna mais escasso. Isso, em conjunto com o aumento da demanda, impulsiona seu valor como reserva de valor.</p>
<p>É importante notar que o Bitcoin em si não gera dividendos. Existem, contudo, "sintéticos" – derivados onde você concede parte das chaves de seus Bitcoins para receber um ativo que pode ser emprestado a juros. Esta é uma prática de maior risco que ainda não explorei por falta de estudo aprofundado.</p>
<p>Assim como o ouro, a quantidade de Bitcoin é finita. Recomendo a leitura do excelente artigo de PlanB sobre o tema. Dada essa escassez inerente e o valor que cada ativo carrega, considero firmemente que ouro e dólar, juntamente com o Bitcoin, são as <strong>melhores opções para se ter em custódia como reserva de valor</strong>.</p>
<h2>Auto-Custódia: Liberdade e Riscos</h2>
<p>A auto-custódia é um tema que ganhará cada vez mais destaque e controvérsia. Muitas pessoas não estão preparadas para gerenciar seu próprio dinheiro. O governo brasileiro, com a introdução do Pix, demonstrou a mecânica da blockchain, mas ainda assim, muitos usuários têm dificuldade em utilizá-lo. Imagine, então, assumir a auto-custódia de todo o seu capital?</p>
<p>Mesmo com toda a minha experiência e conhecimento, este ano fui vítima de um golpe de phishing e perdi R$5.000. Foi um erro tão rápido e ingênuo que o dinheiro desapareceu em segundos. Imagine o impacto se fosse o dinheiro de uma vida inteira de economias?</p>
<p>"Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades." Antes de entrar em qualquer mercado ou oportunidade, é fundamental <strong>estudar e depois testar com pequenas quantias para aprender</strong>. Na comunidade cripto, é comum encontrar pessoas que não compreendem termos básicos como "12 ou 24 palavras" (seed phrase), "SegWit", "Bech32" ou "Lightning Network". A enxurrada de informações sobre criptomoedas precisa ser organizada em um "manual 101" acessível a todos.</p>
<h2>Desafios de Uso e o Futuro</h2>
<p>Apesar de seu potencial, o Bitcoin enfrenta desafios de usabilidade que precisam ser resolvidos nos próximos anos. Atualmente, minha maior dificuldade é usar meu saldo no dia a dia. Com pequenas quantias, é fácil, mas imagine converter 100% do meu patrimônio para cripto. Como pagar despesas de moradia, sacar dinheiro físico ou fazer compras online sem KYC (Know Your Customer)?</p>
<p>Se a narrativa das criptomoedas é "anti-governo", quem nos libertará completamente? Há um mercado bilionário à espera. Com a posse de Trump no próximo ano, e suas medidas favoráveis ao Bitcoin, tenho certeza de que gigantes como Visa, Mastercard e American Express não assistirão bilhões de dólares se esvaindo em transações P2P (peer-to-peer) sem agir. Sim, admito: se me oferecessem um cartão de crédito sem KYC, carregado com saldo em cripto, com uma taxa de 0,05% por transação, eu aceitaria na hora! Isso me daria muito mais mobilidade para usar meu dinheiro, sem a supervisão do governo.</p>
<h2>O Melhor Investimento do Século</h2>
<p>Em conclusão, o Bitcoin é o melhor investimento que já fiz desde que comecei a investir. Ganhei muito, perdi um bocado, e tive uma boa qualidade de vida por um tempo. Toda nova tecnologia leva tempo para se desenvolver e ganhar novos adeptos.</p>
<p>Um amigo me contou que, em 1992, foi ao Japão para assistir à final do Mundial de Clubes e lá já existiam TVs LCD de 29 polegadas, mas custavam o equivalente a R$10.000. Hoje, é possível comprar uma por menos de um salário mínimo. Esse avanço tecnológico barateia as coisas, economiza nosso tempo e melhora a qualidade de vida. Basta observar a transformação em El Salvador. Seja paciente (e cuidadoso) com o Bitcoin. Mais cedo ou mais tarde, ele será <strong>inevitável em sua vida</strong>.</p>
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      </item>
      
      <item>
      <title><![CDATA[Desvendando o Mundo dos Investimentos]]></title>
      <description><![CDATA[Investimentos: alocar recursos para gerar retorno, buscando segurança e conhecimento para alcançar seus objetivos.]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[Investimentos: alocar recursos para gerar retorno, buscando segurança e conhecimento para alcançar seus objetivos.]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Tue, 01 Jul 2025 03:00:00 GMT</pubDate>
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      <category>investimentos</category>
      
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      <npub>npub1dszuw0kks7k7mwr0xm0zwndyw6fzrdv74wrzv5xpkh4fd3p4duts2nczsu</npub>
      <dc:creator><![CDATA[threedolar]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<h2>O que é Investimento?</h2>
<p>Primeiramente, vamos entender <strong>exatamente</strong> o que são investimentos. Em termos simples, investir é alocar recursos – como dinheiro, tempo ou esforço – com a expectativa de obter algum retorno futuro. Ou seja, você está abrindo mão de algo no presente na esperança de colher frutos maiores lá na frente.</p>
<h2>O Impacto da Inflação nos Seus Investimentos</h2>
<p>A inflação é a inimiga silenciosa do seu dinheiro. Ela corrói o poder de compra ao longo do tempo, fazendo com que o mesmo valor monetário compre cada vez menos. Por exemplo, se você investir R$ 1.000 hoje e a inflação for de 5% ao ano, no próximo ano seus R$ 1.000 valerão apenas R$ 950 em termos de poder de compra.</p>
<p>Portanto, é crucial buscar investimentos que superem a inflação para proteger seu patrimônio. Entretanto, a inflação real brasileira é na média de 20% ao ano. Então, vamos buscar somente investimentos que retornem esse valor ou mais anualmente.</p>
<h2>Como Encontrar Boas Oportunidades de Investimento</h2>
<p>Para encontrar boas oportunidades de investimento, você deve, inicialmente, definir seus objetivos financeiros e, acima de tudo, entender sua tolerância ao risco. Vou compartilhar minha experiência e como eu faço.</p>
<p>Sou investidor há mais de 13 anos. Passei por crises como: Dilma, Temer, Brumadinho e o COVID. Não sou do tipo que diversifica muito. Prefiro estudar muito e alocar grande capital em algo que acredito.</p>
<p>Com essas métricas em mãos, vamos analisar quando janelas de oportunidades surgem:</p>
<ul>
<li><strong>Quando a bolsa em queda, dólar em alta (e vice-versa):</strong> Movimentos opostos entre esses ativos podem sinalizar bons momentos.</li>
<li><strong>Quando o índice do medo (VIX) em alta:</strong> Todo mundo acha que o mundo vai acabar e acaba vendendo no pânico. Essa é uma boa janela de oportunidade.</li>
<li><strong>Em razão de escassez:</strong> Ouro, prata, petróleo e Bitcoins retêm valor ao longo do tempo.</li>
<li><strong>Acima de tudo, o maior investimento possível é em você mesmo:</strong> Se tem pouco capital, foque em aumentar seu próprio salário com ele.</li>
</ul>
<h2>Precisão ao Investir</h2>
<p>Entra ano e sai ano, e todas as vezes eu vejo um monte de gente comprando curso de algum guru ou estratégia. Esqueça isso! Estamos falando do seu dinheiro. Você precisa de algo sólido com base científica.</p>
<p>Aqui, há um site que vende estratégias prontas e testadas cientificamente. Investir em uma estratégia que foi testada quantitativamente tem uma probabilidade maior de funcionar do que uma que funcionou por um curto período. E por aqui, vou deixar a lista de livros que mais gostei de ler e me impactaram.</p>
<h2>E Quando a Dúvida Bater? O Teste da Ilha de Warren Buffett</h2>
<p>Warren Buffett, um dos maiores investidores de todos os tempos, tem um teste infalível: o teste da ilha. Imagine que você está preso em uma ilha deserta por 20 anos e só pode investir em uma única empresa. Qual seria? Essa reflexão o ajudará a identificar empresas sólidas, com vantagens competitivas e modelos de negócios sustentáveis.</p>
<h2>Lembre-se: Paciência, Disciplina e Foco</h2>
<p>Investir é uma maratona, não uma corrida de velocidade. Tenha paciência, disciplina e foco nos seus objetivos de longo prazo. Com o tempo e a estratégia correta, você poderá alcançar a tão sonhada liberdade financeira.</p>
<h2>Dicas Extras para Complementar Sua Jornada</h2>
<ul>
<li><strong>Invista primeiro em você:</strong> Você é seu maior ativo. Aumente sua capacidade de ganhar mais para aportar mais. A bola de neve é inevitável.</li>
<li><strong>Foco em tempo e não em taxa:</strong> Tempo é exponencial e taxa não. Fique investido pelo maior número de anos possível.</li>
<li><strong>"Com o tempo, você vai entender que existe uma grande diferença entre conhecer o caminho e percorrer o caminho":</strong> Leia, ouça e teste. Muita gente tem medo de dar o primeiro passo. Coloque R$ 100 e teste.</li>
</ul>
<h2>Conclusão: Sua Jornada Começa Agora!</h2>
<p>Em suma, investir é uma jornada de aprendizado e paciência. Você vai ter que testar muita coisa até descobrir o que funciona para você e o que te deixa confortável. Mas não se acanhe e comece sua jornada o quanto antes.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[threedolar]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<h2>O que é Investimento?</h2>
<p>Primeiramente, vamos entender <strong>exatamente</strong> o que são investimentos. Em termos simples, investir é alocar recursos – como dinheiro, tempo ou esforço – com a expectativa de obter algum retorno futuro. Ou seja, você está abrindo mão de algo no presente na esperança de colher frutos maiores lá na frente.</p>
<h2>O Impacto da Inflação nos Seus Investimentos</h2>
<p>A inflação é a inimiga silenciosa do seu dinheiro. Ela corrói o poder de compra ao longo do tempo, fazendo com que o mesmo valor monetário compre cada vez menos. Por exemplo, se você investir R$ 1.000 hoje e a inflação for de 5% ao ano, no próximo ano seus R$ 1.000 valerão apenas R$ 950 em termos de poder de compra.</p>
<p>Portanto, é crucial buscar investimentos que superem a inflação para proteger seu patrimônio. Entretanto, a inflação real brasileira é na média de 20% ao ano. Então, vamos buscar somente investimentos que retornem esse valor ou mais anualmente.</p>
<h2>Como Encontrar Boas Oportunidades de Investimento</h2>
<p>Para encontrar boas oportunidades de investimento, você deve, inicialmente, definir seus objetivos financeiros e, acima de tudo, entender sua tolerância ao risco. Vou compartilhar minha experiência e como eu faço.</p>
<p>Sou investidor há mais de 13 anos. Passei por crises como: Dilma, Temer, Brumadinho e o COVID. Não sou do tipo que diversifica muito. Prefiro estudar muito e alocar grande capital em algo que acredito.</p>
<p>Com essas métricas em mãos, vamos analisar quando janelas de oportunidades surgem:</p>
<ul>
<li><strong>Quando a bolsa em queda, dólar em alta (e vice-versa):</strong> Movimentos opostos entre esses ativos podem sinalizar bons momentos.</li>
<li><strong>Quando o índice do medo (VIX) em alta:</strong> Todo mundo acha que o mundo vai acabar e acaba vendendo no pânico. Essa é uma boa janela de oportunidade.</li>
<li><strong>Em razão de escassez:</strong> Ouro, prata, petróleo e Bitcoins retêm valor ao longo do tempo.</li>
<li><strong>Acima de tudo, o maior investimento possível é em você mesmo:</strong> Se tem pouco capital, foque em aumentar seu próprio salário com ele.</li>
</ul>
<h2>Precisão ao Investir</h2>
<p>Entra ano e sai ano, e todas as vezes eu vejo um monte de gente comprando curso de algum guru ou estratégia. Esqueça isso! Estamos falando do seu dinheiro. Você precisa de algo sólido com base científica.</p>
<p>Aqui, há um site que vende estratégias prontas e testadas cientificamente. Investir em uma estratégia que foi testada quantitativamente tem uma probabilidade maior de funcionar do que uma que funcionou por um curto período. E por aqui, vou deixar a lista de livros que mais gostei de ler e me impactaram.</p>
<h2>E Quando a Dúvida Bater? O Teste da Ilha de Warren Buffett</h2>
<p>Warren Buffett, um dos maiores investidores de todos os tempos, tem um teste infalível: o teste da ilha. Imagine que você está preso em uma ilha deserta por 20 anos e só pode investir em uma única empresa. Qual seria? Essa reflexão o ajudará a identificar empresas sólidas, com vantagens competitivas e modelos de negócios sustentáveis.</p>
<h2>Lembre-se: Paciência, Disciplina e Foco</h2>
<p>Investir é uma maratona, não uma corrida de velocidade. Tenha paciência, disciplina e foco nos seus objetivos de longo prazo. Com o tempo e a estratégia correta, você poderá alcançar a tão sonhada liberdade financeira.</p>
<h2>Dicas Extras para Complementar Sua Jornada</h2>
<ul>
<li><strong>Invista primeiro em você:</strong> Você é seu maior ativo. Aumente sua capacidade de ganhar mais para aportar mais. A bola de neve é inevitável.</li>
<li><strong>Foco em tempo e não em taxa:</strong> Tempo é exponencial e taxa não. Fique investido pelo maior número de anos possível.</li>
<li><strong>"Com o tempo, você vai entender que existe uma grande diferença entre conhecer o caminho e percorrer o caminho":</strong> Leia, ouça e teste. Muita gente tem medo de dar o primeiro passo. Coloque R$ 100 e teste.</li>
</ul>
<h2>Conclusão: Sua Jornada Começa Agora!</h2>
<p>Em suma, investir é uma jornada de aprendizado e paciência. Você vai ter que testar muita coisa até descobrir o que funciona para você e o que te deixa confortável. Mas não se acanhe e comece sua jornada o quanto antes.</p>
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      </item>
      
      <item>
      <title><![CDATA[Poupança: A Base da Riqueza]]></title>
      <description><![CDATA[A poupança é uma aplicação financeira tradicional e segura para quem busca começar a investir no Brasil.]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[A poupança é uma aplicação financeira tradicional e segura para quem busca começar a investir no Brasil.]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Sat, 28 Jun 2025 03:00:00 GMT</pubDate>
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      <category>poupanca</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[threedolar]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>"Preciso de dinheiro!"</p>
<p>Essas foram as palavras que saíram da minha boca aos 10 anos de idade. Eu não pensava muito em dinheiro quando era criança, mas sabia que, para ter coisas, eu precisava dele. A primeira vez que senti falta foi quando meus amigos me chamaram para jogar futebol em uma quadra e eu não tinha R$1. Foi um dia triste, que me marcou profundamente. Daquele dia em diante, eu teria sempre o meu próprio dinheiro.</p>
<p>Fiz tudo o que uma criança de 10 anos podia fazer para ganhar dinheiro:</p>
<ul>
<li>Comprei leite para minha avó e fiquei com o troco.</li>
<li>Ajudei meu vizinho a capinar o lote.</li>
<li>Juntei as moedas que meu avô eventualmente nos dava.</li>
<li>Comprei um pacote de balas e vendi para os amigos durante as férias.</li>
<li>Levei o lixo, arrumei a cama e tirei notas altas em troca de pelo menos R$0,10.</li>
</ul>
<p>Enfim, depois de férias suadas e meses de esforço, meu cofre estava na metade. Foi muito legal "sentir" o peso do meu esforço. Dali, eu embalei e comecei a juntar cada vez mais, sempre com a ajuda do meu primo e fiel escudeiro! Fizemos isso no ano seguinte e, no Natal, tínhamos juntado dois cofres. Conversamos e resolvemos abrir e contar.</p>
<h3>Resultado</h3>
<p>Para minha surpresa, meu primo tinha juntado quase o dobro do valor. Mas como pode, se os cofres pesavam quase a mesma coisa? Desse dia em diante, eu aprendi duas lições:</p>
<ol>
<li><strong>Nem todo dinheiro pesa igual:</strong> Não importava o peso do cofre, cada moeda tinha valores diferentes. Meu primo juntou muitas moedas de R$1 e R$0,50, enquanto eu tinha moedas de qualquer valor lá dentro.</li>
<li><strong>Às vezes, o dinheiro some:</strong> A segunda lição veio depois… meu pai foi depositar o meu valor na minha conta poupança que tinha feito na Caixa para mim e, para minha surpresa, descobri que ele não tinha depositado nada… rsrs. Ele disse que usou para pagar nosso apartamento. (Está tudo bem, pai!)</li>
</ol>
<p>Daquele episódio em diante, nos próximos 2 anos, eu só conseguia pensar em uma coisa: <em>aquela sensação de ter o dinheiro e poder usar com o que eu quisesse era boa</em>. E, imediatamente, nasceu uma grande vontade em mim… <strong>NÃO PRECISAR PEDIR DINHEIRO AO MEU PAI NUNCA MAIS!</strong></p>
<p>O mundo deu voltas e eu vou compartilhar minhas experiências aos poucos com vocês. Mas, a semente foi plantada lá atrás. <em>O hábito de poupar veio quando eu era criança e se mantém até hoje.</em></p>
<h2>Mas, Afinal: O Que é Poupança?</h2>
<p>Segundo a Wikipédia:</p>
<blockquote>
<p>"Poupança ou aforro é a parcela da renda ou do patrimônio que não é gasto ou consumido no período em que é recebido e, por consequência, é guardado para ser utilizado em um momento futuro."</p>
</blockquote>
<p>No entanto, em um mundo bombardeado por anúncios e ofertas, como resistir à tentação de poupar para o futuro? Certa vez, um colega de trabalho me disse: "...- Cara, não sei como você consegue juntar dinheiro. Eu sinto que tenho que viver e acabo gastando…". Não acho que tenha nada de errado nesse pensamento. Cada ser humano é livre para fazer suas escolhas, mas cada uma delas trará um peso junto.</p>
<p>Poupar é como acumular depósitos para o futuro. (Nosso bom e sábio velho de Omaha já tinha dito isso.)</p>
<h3>Países que mais poupam, censo de 2022</h3>
<h2>A Importância da Poupança</h2>
<p>Por definição, se você almeja criar prosperidade futura, precisa ter uma boa taxa de poupança. Se o dinheiro que usamos hoje não tivesse nenhum tipo de inflação, bastaria ao cidadão comum apenas poupar. Pois, em um mundo perfeito, "sem inflação e decisões políticas duvidosas", seu poder de compra se manteria intacto e o seu dinheiro poupado poderia ser usado para investir em: você, na sua família e no seu trabalho. Entretanto, o mundo não é perfeito e não é assim que funciona.</p>
<p>Contudo, aconteça o que acontecer, se queremos um futuro mais brilhante sem ter que contar com nada, precisamos manter um olho nessa métrica. Aposentar está difícil (senão impossível), viver como CLT não fecha as contas do mês, contar com decisões políticas e/ou divinas (por conta de seus lindos olhos castanhos) também não é uma opção. O que te resta é se preparar, pois a sua taxa de poupança vai determinar a qualidade e quantidade dos seus aportes em investimentos.</p>
<h3>Desvalorização do real, ano a ano. Desde 1994 🙁</h3>
<p>Esqueça esses papos de "coaches" que nunca lavaram um prato. (Não que eu seja melhor ou pior do que eles por ter feito isso, mas já fui do luxo ao pouco e vice versa.) Eu sei o que digo por experiência. Eu já estive lá e não é bom. Saiba que, no fim, todos nós só temos dois ativos: <strong>tempo</strong> e <strong>energia</strong>. </p>
<p>E é com esses ativos que você consegue fazer dinheiro, que só entra em terceiro lugar aqui. Portanto, se focar em você, em aumentar seu salário e conseguir manter um custo de vida modesto, investindo de forma racional e lógica e acumulando recibos para o futuro ("poupando"), poderá colher muito mais frutos do que jamais imaginou.</p>
<h2>Como Poupar Dinheiro?</h2>
<p>Mas como fazemos isso? Ninguém precisa ir para a faculdade para aprender a poupar dinheiro. Ninguém precisa passar horas no YouTube para descobrir técnicas milagrosas de poupança e nem mesmo comprar curso. </p>
<p>Esqueça isso! Foque em fazer o simples bem feito. Ganhe compreensão e precisão sobre si mesmo. Mas, se tivesse que recomendar algo para estudar, indicaria "<a href="https://amzn.to/3ZAKfU0">O Homem Mais Rico da Babilônia</a>" e só. Nada mais é necessário.</p>
<p>A princípio, pense que você precisa retirar 10% todo mês e colocar em uma conta poupança onde você não tem acesso e aguardar até que acumule mais saldo e possa usar esse dinheiro em uma ideia.</p>
<h3>Manual da Padaria:</h3>
<ol>
<li>Entenda a importância de poupar.</li>
<li>Tudo o que ganhar, poupe pelo menos 10%, aplique e esqueça esse dinheiro.</li>
<li>Se ganhar R$1500 no mês, pense que só tem R$1350 e viva com isso.</li>
<li>Fez um trabalho extra e ganhou R$100? "Mentira, ganhou só R$90".</li>
<li>Force a sua mente a entender que agora você é um poupador.</li>
<li>Mas… não seja mesquinho. Seja gentil consigo mesmo. Viva bem com os 90% que sobram. Coma, beba e viva da melhor maneira possível com o dinheiro que te sobra.</li>
</ol>
<h3>Resumo da Ópera</h3>
<p>Em suma, seu foco deve estar em se desenvolver e ter uma vigilância na sua taxa de poupança, porque ela vai ditar o seu ritmo de crescimento. Não é nenhuma engenharia espacial, é só o básico bem feito. Quando se sentir seguro e confortável, comece a aumentar sua taxa de poupança ano a ano, de 10% para 15% e aí vai. Você quem decide o que é melhor para você.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[threedolar]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>"Preciso de dinheiro!"</p>
<p>Essas foram as palavras que saíram da minha boca aos 10 anos de idade. Eu não pensava muito em dinheiro quando era criança, mas sabia que, para ter coisas, eu precisava dele. A primeira vez que senti falta foi quando meus amigos me chamaram para jogar futebol em uma quadra e eu não tinha R$1. Foi um dia triste, que me marcou profundamente. Daquele dia em diante, eu teria sempre o meu próprio dinheiro.</p>
<p>Fiz tudo o que uma criança de 10 anos podia fazer para ganhar dinheiro:</p>
<ul>
<li>Comprei leite para minha avó e fiquei com o troco.</li>
<li>Ajudei meu vizinho a capinar o lote.</li>
<li>Juntei as moedas que meu avô eventualmente nos dava.</li>
<li>Comprei um pacote de balas e vendi para os amigos durante as férias.</li>
<li>Levei o lixo, arrumei a cama e tirei notas altas em troca de pelo menos R$0,10.</li>
</ul>
<p>Enfim, depois de férias suadas e meses de esforço, meu cofre estava na metade. Foi muito legal "sentir" o peso do meu esforço. Dali, eu embalei e comecei a juntar cada vez mais, sempre com a ajuda do meu primo e fiel escudeiro! Fizemos isso no ano seguinte e, no Natal, tínhamos juntado dois cofres. Conversamos e resolvemos abrir e contar.</p>
<h3>Resultado</h3>
<p>Para minha surpresa, meu primo tinha juntado quase o dobro do valor. Mas como pode, se os cofres pesavam quase a mesma coisa? Desse dia em diante, eu aprendi duas lições:</p>
<ol>
<li><strong>Nem todo dinheiro pesa igual:</strong> Não importava o peso do cofre, cada moeda tinha valores diferentes. Meu primo juntou muitas moedas de R$1 e R$0,50, enquanto eu tinha moedas de qualquer valor lá dentro.</li>
<li><strong>Às vezes, o dinheiro some:</strong> A segunda lição veio depois… meu pai foi depositar o meu valor na minha conta poupança que tinha feito na Caixa para mim e, para minha surpresa, descobri que ele não tinha depositado nada… rsrs. Ele disse que usou para pagar nosso apartamento. (Está tudo bem, pai!)</li>
</ol>
<p>Daquele episódio em diante, nos próximos 2 anos, eu só conseguia pensar em uma coisa: <em>aquela sensação de ter o dinheiro e poder usar com o que eu quisesse era boa</em>. E, imediatamente, nasceu uma grande vontade em mim… <strong>NÃO PRECISAR PEDIR DINHEIRO AO MEU PAI NUNCA MAIS!</strong></p>
<p>O mundo deu voltas e eu vou compartilhar minhas experiências aos poucos com vocês. Mas, a semente foi plantada lá atrás. <em>O hábito de poupar veio quando eu era criança e se mantém até hoje.</em></p>
<h2>Mas, Afinal: O Que é Poupança?</h2>
<p>Segundo a Wikipédia:</p>
<blockquote>
<p>"Poupança ou aforro é a parcela da renda ou do patrimônio que não é gasto ou consumido no período em que é recebido e, por consequência, é guardado para ser utilizado em um momento futuro."</p>
</blockquote>
<p>No entanto, em um mundo bombardeado por anúncios e ofertas, como resistir à tentação de poupar para o futuro? Certa vez, um colega de trabalho me disse: "...- Cara, não sei como você consegue juntar dinheiro. Eu sinto que tenho que viver e acabo gastando…". Não acho que tenha nada de errado nesse pensamento. Cada ser humano é livre para fazer suas escolhas, mas cada uma delas trará um peso junto.</p>
<p>Poupar é como acumular depósitos para o futuro. (Nosso bom e sábio velho de Omaha já tinha dito isso.)</p>
<h3>Países que mais poupam, censo de 2022</h3>
<h2>A Importância da Poupança</h2>
<p>Por definição, se você almeja criar prosperidade futura, precisa ter uma boa taxa de poupança. Se o dinheiro que usamos hoje não tivesse nenhum tipo de inflação, bastaria ao cidadão comum apenas poupar. Pois, em um mundo perfeito, "sem inflação e decisões políticas duvidosas", seu poder de compra se manteria intacto e o seu dinheiro poupado poderia ser usado para investir em: você, na sua família e no seu trabalho. Entretanto, o mundo não é perfeito e não é assim que funciona.</p>
<p>Contudo, aconteça o que acontecer, se queremos um futuro mais brilhante sem ter que contar com nada, precisamos manter um olho nessa métrica. Aposentar está difícil (senão impossível), viver como CLT não fecha as contas do mês, contar com decisões políticas e/ou divinas (por conta de seus lindos olhos castanhos) também não é uma opção. O que te resta é se preparar, pois a sua taxa de poupança vai determinar a qualidade e quantidade dos seus aportes em investimentos.</p>
<h3>Desvalorização do real, ano a ano. Desde 1994 🙁</h3>
<p>Esqueça esses papos de "coaches" que nunca lavaram um prato. (Não que eu seja melhor ou pior do que eles por ter feito isso, mas já fui do luxo ao pouco e vice versa.) Eu sei o que digo por experiência. Eu já estive lá e não é bom. Saiba que, no fim, todos nós só temos dois ativos: <strong>tempo</strong> e <strong>energia</strong>. </p>
<p>E é com esses ativos que você consegue fazer dinheiro, que só entra em terceiro lugar aqui. Portanto, se focar em você, em aumentar seu salário e conseguir manter um custo de vida modesto, investindo de forma racional e lógica e acumulando recibos para o futuro ("poupando"), poderá colher muito mais frutos do que jamais imaginou.</p>
<h2>Como Poupar Dinheiro?</h2>
<p>Mas como fazemos isso? Ninguém precisa ir para a faculdade para aprender a poupar dinheiro. Ninguém precisa passar horas no YouTube para descobrir técnicas milagrosas de poupança e nem mesmo comprar curso. </p>
<p>Esqueça isso! Foque em fazer o simples bem feito. Ganhe compreensão e precisão sobre si mesmo. Mas, se tivesse que recomendar algo para estudar, indicaria "<a href="https://amzn.to/3ZAKfU0">O Homem Mais Rico da Babilônia</a>" e só. Nada mais é necessário.</p>
<p>A princípio, pense que você precisa retirar 10% todo mês e colocar em uma conta poupança onde você não tem acesso e aguardar até que acumule mais saldo e possa usar esse dinheiro em uma ideia.</p>
<h3>Manual da Padaria:</h3>
<ol>
<li>Entenda a importância de poupar.</li>
<li>Tudo o que ganhar, poupe pelo menos 10%, aplique e esqueça esse dinheiro.</li>
<li>Se ganhar R$1500 no mês, pense que só tem R$1350 e viva com isso.</li>
<li>Fez um trabalho extra e ganhou R$100? "Mentira, ganhou só R$90".</li>
<li>Force a sua mente a entender que agora você é um poupador.</li>
<li>Mas… não seja mesquinho. Seja gentil consigo mesmo. Viva bem com os 90% que sobram. Coma, beba e viva da melhor maneira possível com o dinheiro que te sobra.</li>
</ol>
<h3>Resumo da Ópera</h3>
<p>Em suma, seu foco deve estar em se desenvolver e ter uma vigilância na sua taxa de poupança, porque ela vai ditar o seu ritmo de crescimento. Não é nenhuma engenharia espacial, é só o básico bem feito. Quando se sentir seguro e confortável, comece a aumentar sua taxa de poupança ano a ano, de 10% para 15% e aí vai. Você quem decide o que é melhor para você.</p>
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      <itunes:image href="https://threedolar.com.br/wp-content/uploads/2024/12/poupanca-e1746146669741.jpeg"/>
      </item>
      
      <item>
      <title><![CDATA[Um problema sem solução]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Sun, 15 Jun 2025 14:16:57 GMT</pubDate>
      <link>https://compilados.npub.pro/post/bc87mavhbmypy3ibmqgug/</link>
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      <category>FIAT</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário português está a viver uma enorme bolha. É tão grave, está se tornando mais que uma crise de habitação, mas sim uma crise geracional. Os jovens portugueses não conseguem comprar casa, acabam por adiar indefinidamente a criação da família ou ter filhos, ou então a solução mais fácil é emigrar. Esta crise está a condenar a gerações mais novas e sem os mais novos, condenamos o futuro do país.</p>
<h1>Problema</h1>
<p>A origem do problema é o excesso de procura/demanda, Portugal ficou na moda, o turismo cresceu exponencialmente, quase diariamente são inaugurados novos hotéis nos centros das cidades e também houve um forte crescimento Alojamento Local(Airbnb). Tudo isto removeu muitas casas do mercado.</p>
<p>Além disso, Portugal tornou-se num destino para aposentados de outros países, sobretudo do norte da Europa e de nómadas digitais, que têm um poder de compra muito elevado, muito superior aos locais.</p>
<p>Para complicar ainda mais, nos últimos 5 anos houve uma imigração descontrolada, em plena crise de habitação, a população aumentou 20%. Com tanta gente nova, onde vai morar tanta gente?</p>
<p>Todos os portugueses, sobretudo nos grandes centros, conhecem casos de casas sobrelotadas, 10 ou 20 ou 30 pessoas a viver na mesma casa. É desumano, é uma escravatura moderna. Depois estas pessoas fazem concorrência desleal, porque eles podem pagar rendas de casas altas, o custo é dividido por 20 pessoas, enquanto os jovens casais portugueses não conseguem pagar.</p>
<p>Não existe um único problema, é uma soma de vários problemas, que gera uma enorme bolha.</p>
<h1>Oferta</h1>
<p>Tudo isto resultou num aumento da procura por habitação, mas como em tudo na economia, sempre que existe um aumento da procura, posteriormente o mercado ajusta-se, com o aumento da oferta, só que isso não está a acontecer.</p>
<p>A oferta de nova habitação é extremamente baixa, é insuficiente para o volume da procura. Até parece estranho, se o preço das casas estão muito elevadas, porque razão os promotores imobiliários não constroem mais?</p>
<p>Aqui está a razão da crise da habitação do mercado português, parece um problema sem solução.</p>
<p>A burocracia, a falta de terrenos, os impostos altos, falta de trabalhadores, tudo isto contribui para a crise na oferta, mas estes problemas sempre existiram em Portugal, não é uma coisa de hoje. Há 15 anos, mesmo com esses mesmo problemas, o mercado florescia, claramente dificultava mas não foram um entrave.</p>
<p>A meu ver, o problema está no financiamento.</p>
<p>Até à crise do subprime, os promotores imobiliários financiavam-se, quase em exclusividade na banca, com o juro muito baixo. Durante a crise, os casos mais problemáticos de crédito malparado foram de promotoras imobiliárias e de empresas de construção civil.</p>
<p>A crise do subprime e posteriormente a crise das dívidas soberanas, levou a UE a criar novas regras bancárias, onde criou muitas restrições ao acesso ao crédito por parte das empresas. Essas novas regras, que limitou o acesso ao crédito, provocaram uma alteração no modelo de financiamento das promotoras imobiliárias. Em vez de se financiarem na banca, os promotores vendiam primeiro as casas, antes de as construir. As promotoras recebiam parte do dinheiro e com esse dinheiro, financiavam a obra.</p>
<p>O modelo funcionou até ao pós pandemia, a impressão de dinheiros por parte dos governos foi monstruosa, criando uma forte inflação. Essa inflação provocou uma forte subida de preço nos materiais de construção e na mão de obra. Como as promotoras venderam as casas anteriormente, o valor que venderam as casas não foi suficiente para cobrir os novos custos da construção. Este problema provocado pela inflação, não afetou apenas o imobiliário, mas sim toda a economia, foram milhares de obras, por todo o país que não foram concluídas, as empresas faliram.</p>
<p>Este problema de financiamento, afecta sobretudo o mercado imobiliário da classe média, onde o custo é mais controlado, onde as empresas têm uma menor margem de lucro, o mínimo erro pode provocar uma falência. Por esse motivo, mas empresas de construção estão a preferir construir, o imobiliário de luxo, onde a margem de lucro é superior, minimiza a margem de erro. Mas o grande problema, é que falta habitação para a classe média.</p>
<p>A inflação é um grande problema, gera muita instabilidade nas empresas, torna-se imprevisível fazer um orçamento. Se a inflação é um forte contribuidor para o problema da habitação em Portugal e em breve teremos mais uma emissão massiva de novo dinheiro, por parte do BCE, parece um problema sem solução. As empresas terão que arranjar um novo método de financiamento, ou adaptar-se à inflação. Uma coisa é quase certa, na próxima década vamos ter alta inflação, porque é a única maneira para evitar o colapso dos governos, devido às enormes dívidas soberanas.</p>
<h1>Procura/demanda</h1>
<p>A resolução do problema do aumento da oferta é tão complexo, os governos vão optar pelo caminho mais fácil e populista, atacar a procura.</p>
<p>Nos próximos anos, os governos vão aprovar medidas mais autoritárias e antidemocráticas para minimizar o problema. Medidas como impedir os estrangeiros ou não residentes de adquirirem casas, impostos muito altos para 2° habitação, para forçar a venda ou o arrendamento, os Airbnb também serão um alvo.</p>
<p>Em suma, quem tiver uma casa como reserva de valor, para fugir à inflação, será declarada <em>persona non grata</em>.</p>
<p>Fix the money, Fix the world!</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>O mercado imobiliário português está a viver uma enorme bolha. É tão grave, está se tornando mais que uma crise de habitação, mas sim uma crise geracional. Os jovens portugueses não conseguem comprar casa, acabam por adiar indefinidamente a criação da família ou ter filhos, ou então a solução mais fácil é emigrar. Esta crise está a condenar a gerações mais novas e sem os mais novos, condenamos o futuro do país.</p>
<h1>Problema</h1>
<p>A origem do problema é o excesso de procura/demanda, Portugal ficou na moda, o turismo cresceu exponencialmente, quase diariamente são inaugurados novos hotéis nos centros das cidades e também houve um forte crescimento Alojamento Local(Airbnb). Tudo isto removeu muitas casas do mercado.</p>
<p>Além disso, Portugal tornou-se num destino para aposentados de outros países, sobretudo do norte da Europa e de nómadas digitais, que têm um poder de compra muito elevado, muito superior aos locais.</p>
<p>Para complicar ainda mais, nos últimos 5 anos houve uma imigração descontrolada, em plena crise de habitação, a população aumentou 20%. Com tanta gente nova, onde vai morar tanta gente?</p>
<p>Todos os portugueses, sobretudo nos grandes centros, conhecem casos de casas sobrelotadas, 10 ou 20 ou 30 pessoas a viver na mesma casa. É desumano, é uma escravatura moderna. Depois estas pessoas fazem concorrência desleal, porque eles podem pagar rendas de casas altas, o custo é dividido por 20 pessoas, enquanto os jovens casais portugueses não conseguem pagar.</p>
<p>Não existe um único problema, é uma soma de vários problemas, que gera uma enorme bolha.</p>
<h1>Oferta</h1>
<p>Tudo isto resultou num aumento da procura por habitação, mas como em tudo na economia, sempre que existe um aumento da procura, posteriormente o mercado ajusta-se, com o aumento da oferta, só que isso não está a acontecer.</p>
<p>A oferta de nova habitação é extremamente baixa, é insuficiente para o volume da procura. Até parece estranho, se o preço das casas estão muito elevadas, porque razão os promotores imobiliários não constroem mais?</p>
<p>Aqui está a razão da crise da habitação do mercado português, parece um problema sem solução.</p>
<p>A burocracia, a falta de terrenos, os impostos altos, falta de trabalhadores, tudo isto contribui para a crise na oferta, mas estes problemas sempre existiram em Portugal, não é uma coisa de hoje. Há 15 anos, mesmo com esses mesmo problemas, o mercado florescia, claramente dificultava mas não foram um entrave.</p>
<p>A meu ver, o problema está no financiamento.</p>
<p>Até à crise do subprime, os promotores imobiliários financiavam-se, quase em exclusividade na banca, com o juro muito baixo. Durante a crise, os casos mais problemáticos de crédito malparado foram de promotoras imobiliárias e de empresas de construção civil.</p>
<p>A crise do subprime e posteriormente a crise das dívidas soberanas, levou a UE a criar novas regras bancárias, onde criou muitas restrições ao acesso ao crédito por parte das empresas. Essas novas regras, que limitou o acesso ao crédito, provocaram uma alteração no modelo de financiamento das promotoras imobiliárias. Em vez de se financiarem na banca, os promotores vendiam primeiro as casas, antes de as construir. As promotoras recebiam parte do dinheiro e com esse dinheiro, financiavam a obra.</p>
<p>O modelo funcionou até ao pós pandemia, a impressão de dinheiros por parte dos governos foi monstruosa, criando uma forte inflação. Essa inflação provocou uma forte subida de preço nos materiais de construção e na mão de obra. Como as promotoras venderam as casas anteriormente, o valor que venderam as casas não foi suficiente para cobrir os novos custos da construção. Este problema provocado pela inflação, não afetou apenas o imobiliário, mas sim toda a economia, foram milhares de obras, por todo o país que não foram concluídas, as empresas faliram.</p>
<p>Este problema de financiamento, afecta sobretudo o mercado imobiliário da classe média, onde o custo é mais controlado, onde as empresas têm uma menor margem de lucro, o mínimo erro pode provocar uma falência. Por esse motivo, mas empresas de construção estão a preferir construir, o imobiliário de luxo, onde a margem de lucro é superior, minimiza a margem de erro. Mas o grande problema, é que falta habitação para a classe média.</p>
<p>A inflação é um grande problema, gera muita instabilidade nas empresas, torna-se imprevisível fazer um orçamento. Se a inflação é um forte contribuidor para o problema da habitação em Portugal e em breve teremos mais uma emissão massiva de novo dinheiro, por parte do BCE, parece um problema sem solução. As empresas terão que arranjar um novo método de financiamento, ou adaptar-se à inflação. Uma coisa é quase certa, na próxima década vamos ter alta inflação, porque é a única maneira para evitar o colapso dos governos, devido às enormes dívidas soberanas.</p>
<h1>Procura/demanda</h1>
<p>A resolução do problema do aumento da oferta é tão complexo, os governos vão optar pelo caminho mais fácil e populista, atacar a procura.</p>
<p>Nos próximos anos, os governos vão aprovar medidas mais autoritárias e antidemocráticas para minimizar o problema. Medidas como impedir os estrangeiros ou não residentes de adquirirem casas, impostos muito altos para 2° habitação, para forçar a venda ou o arrendamento, os Airbnb também serão um alvo.</p>
<p>Em suma, quem tiver uma casa como reserva de valor, para fugir à inflação, será declarada <em>persona non grata</em>.</p>
<p>Fix the money, Fix the world!</p>
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      </item>
      
      <item>
      <title><![CDATA[Caso Lehman Brothers e o estopim das operações financeiras posteriores ]]></title>
      <description><![CDATA[Como começou o hábito de não confiar em Bancos e sua ligação com a criação do Bitcoin. ]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[Como começou o hábito de não confiar em Bancos e sua ligação com a criação do Bitcoin. ]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Sat, 31 May 2025 15:59:51 GMT</pubDate>
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      <category>economia</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[Otavio]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Durante a década de 1990, houve o aumento da globalização da economia, determinando a adição do fluxo internacional de capitais, de produtos e serviços. Este fenômeno levou a uma interdependência maior entre as economias dos países. Justamente por causa da possibilidade de que um eventual colapso econômico em um país resulte no contágio dos demais. Diante disso, aumentou a preocupação com os riscos incentivando a utilização de sofisticados modelos e estratégias de avaliação de gestão de risco.</p>
<p>Na década, ganharam destaque ainda os graves problemas financeiros enfrentados, entre outros, pelo banco inglês Barings Bank, e pelo fundo de investimento norte-americano Long Term Capital Management. </p>
<p>Outro grande destaque foi a fraude superior a US$ 7 bilhões sofrida pelo banco Société Generale em Janeiro de 2008.</p>
<p>O Barings Bank é um banco inglês que faliu em 1995 em razão de operações financeiras irregulares e mal-sucedidas realizadas pelo seu principal operador de mercado. O rombo da instituição foi superior à US$ 1,3 Bilhão e causado por uma aposta equivocada no desempenho futuro no índice de ações no Japão. Na realidade, o mercado acionário japonês caiu mais de 15% na época, determinando a falência do banco. O Baring Bank foi vendido a um grupo financeiro holandês (ING) pelo valor simbólico de uma libra esterlina.</p>
<p>O Long Term Capital Management era um fundo de investimento de que perdeu em 1998 mais de US$ 4,6 bilhões  em operações nos mercados financeiros internacionais. O LTCM foi socorrido pelo Banco Central dos Estados Unidos (Federal Reserve ), que coordenou uma operação de socorro financeiro à instituição. A justificativa do Banco Central para esta decisão era "o receio das possíveis consequências mundiais da falência do fundo de investimento". </p>
<p>O banco francês Société Generale informou, em janeiro de 2008, uma perda de US$ 7,16 bilhões determinadas por fraudes efetuadas por um operador do mercado financeiro. Segundo revelou a instituição, o operador assumiu posições no mercado sem o conhecimento da direção do banco. A instituição teve que recorrer a uma urgente captação de recursos no mercado próxima a US$ 5,0 bilhões.</p>
<p>E finalmente chegamos ao caso mais problemático da era das finanças modernas anterior ao Bitcoin, o caso Lehman Brothers.</p>
<p>O Lehman Brothers era o 4° maior de investimentos dos EUA quando pediu concordata em 15/09/2008 com dívidas que superavam inacreditáveis US$ 600 bilhões.</p>
<p>Não se tinha contas correntes ou talão de cheques do Lehman Brothers. Era um banco especializado em investimentos e complexas operações financeiras. Havia feito pesados investimentos em empréstimos a juros fixos no famigerado mercado subprime, e o crédito imobiliário voltado a pessoas consideradas de forte risco de inadimplência.</p>
<p>Com essa carteira de investimentos que valia bem menos que o estimado e o acúmulo de projetos financeiros, minou a confiança dos investidores na instituição de 158 anos. Suas ações passaram de US$ 80 a menos de US$ 4. Acumulando fracassos nas negociações para levantar fundos; a instituição de cerca de 25 mil funcionários entrou em concordata.</p>
<p>O Federal Reserve resgatou algumas instituições financeiras grandes e tradicionais norte-americanas como a seguradora AIG no meio da crise. O Fed injetou um capital de US$ 182, 3 bilhões no American International Group (AIG).</p>
<p>Foi exatamente essa decisão do Fed em salvar alguns bancos e deixar quebrar outros, que causou  insegurança por parte dos clientes.  E os clientes ficaram insatisfeitos tanto com os bancos de investimentos quanto com as agências de classificação de risco, como a Standard &amp; Poor's que tinha dado uma nota alta para o Lehman Brothers no mesmo dia em que ele quebrou.</p>
<p>E essa foi uma das razões pelo qual o Bitcoin foi criado. Satoshi Nakamoto entendeu que as pessoas não estavam mais confiando nem no Governo, nem nos Bancos Privados que o Governo federal restagatava quando  eles quebravam e isso prejudicou muita gente. Tanto que o “hash” do Genesis Block contém o título do artigo “Chancellor on brink of second bailout for banks” (Chanceler à beira de segundo resgate para bancos, em português) da edição britânica do The Times.</p>
<p>Esse texto foi parcialmente editado do texto de ASSAF Neto, CAF (2014). </p>
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      <itunes:author><![CDATA[Otavio]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Durante a década de 1990, houve o aumento da globalização da economia, determinando a adição do fluxo internacional de capitais, de produtos e serviços. Este fenômeno levou a uma interdependência maior entre as economias dos países. Justamente por causa da possibilidade de que um eventual colapso econômico em um país resulte no contágio dos demais. Diante disso, aumentou a preocupação com os riscos incentivando a utilização de sofisticados modelos e estratégias de avaliação de gestão de risco.</p>
<p>Na década, ganharam destaque ainda os graves problemas financeiros enfrentados, entre outros, pelo banco inglês Barings Bank, e pelo fundo de investimento norte-americano Long Term Capital Management. </p>
<p>Outro grande destaque foi a fraude superior a US$ 7 bilhões sofrida pelo banco Société Generale em Janeiro de 2008.</p>
<p>O Barings Bank é um banco inglês que faliu em 1995 em razão de operações financeiras irregulares e mal-sucedidas realizadas pelo seu principal operador de mercado. O rombo da instituição foi superior à US$ 1,3 Bilhão e causado por uma aposta equivocada no desempenho futuro no índice de ações no Japão. Na realidade, o mercado acionário japonês caiu mais de 15% na época, determinando a falência do banco. O Baring Bank foi vendido a um grupo financeiro holandês (ING) pelo valor simbólico de uma libra esterlina.</p>
<p>O Long Term Capital Management era um fundo de investimento de que perdeu em 1998 mais de US$ 4,6 bilhões  em operações nos mercados financeiros internacionais. O LTCM foi socorrido pelo Banco Central dos Estados Unidos (Federal Reserve ), que coordenou uma operação de socorro financeiro à instituição. A justificativa do Banco Central para esta decisão era "o receio das possíveis consequências mundiais da falência do fundo de investimento". </p>
<p>O banco francês Société Generale informou, em janeiro de 2008, uma perda de US$ 7,16 bilhões determinadas por fraudes efetuadas por um operador do mercado financeiro. Segundo revelou a instituição, o operador assumiu posições no mercado sem o conhecimento da direção do banco. A instituição teve que recorrer a uma urgente captação de recursos no mercado próxima a US$ 5,0 bilhões.</p>
<p>E finalmente chegamos ao caso mais problemático da era das finanças modernas anterior ao Bitcoin, o caso Lehman Brothers.</p>
<p>O Lehman Brothers era o 4° maior de investimentos dos EUA quando pediu concordata em 15/09/2008 com dívidas que superavam inacreditáveis US$ 600 bilhões.</p>
<p>Não se tinha contas correntes ou talão de cheques do Lehman Brothers. Era um banco especializado em investimentos e complexas operações financeiras. Havia feito pesados investimentos em empréstimos a juros fixos no famigerado mercado subprime, e o crédito imobiliário voltado a pessoas consideradas de forte risco de inadimplência.</p>
<p>Com essa carteira de investimentos que valia bem menos que o estimado e o acúmulo de projetos financeiros, minou a confiança dos investidores na instituição de 158 anos. Suas ações passaram de US$ 80 a menos de US$ 4. Acumulando fracassos nas negociações para levantar fundos; a instituição de cerca de 25 mil funcionários entrou em concordata.</p>
<p>O Federal Reserve resgatou algumas instituições financeiras grandes e tradicionais norte-americanas como a seguradora AIG no meio da crise. O Fed injetou um capital de US$ 182, 3 bilhões no American International Group (AIG).</p>
<p>Foi exatamente essa decisão do Fed em salvar alguns bancos e deixar quebrar outros, que causou  insegurança por parte dos clientes.  E os clientes ficaram insatisfeitos tanto com os bancos de investimentos quanto com as agências de classificação de risco, como a Standard &amp; Poor's que tinha dado uma nota alta para o Lehman Brothers no mesmo dia em que ele quebrou.</p>
<p>E essa foi uma das razões pelo qual o Bitcoin foi criado. Satoshi Nakamoto entendeu que as pessoas não estavam mais confiando nem no Governo, nem nos Bancos Privados que o Governo federal restagatava quando  eles quebravam e isso prejudicou muita gente. Tanto que o “hash” do Genesis Block contém o título do artigo “Chancellor on brink of second bailout for banks” (Chanceler à beira de segundo resgate para bancos, em português) da edição britânica do The Times.</p>
<p>Esse texto foi parcialmente editado do texto de ASSAF Neto, CAF (2014). </p>
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      <title><![CDATA[Short squeeze]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Thu, 22 May 2025 10:50:38 GMT</pubDate>
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      <category>bitcoin</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Seria possível um <em>short squeeze</em> na MicroStrategy, similar ao da Metaplanet?</p>
<p>Com aquela dimensão, eu acho pouco provável, mas um mais pequeno é bem possível. O Metaplanet valorizou mais de 300% em dois dias, é incrível.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/4ac5ad352f8449dc4c25434c117f8005456fd963ec515efd70e7fe26e853bf36.jpg" alt=""></p>
<p>Nestas empresas de <em>Bitcoin Treasury Companies</em>, como a MicroStrategy e a Metaplanet, o rastilho para o short squeeze é uma forte valorização do Bitcoin no mercado <em>spot</em>. É o Bitcoin que dá a volatilidade à ação.</p>
<p>A MicroStrategy tem um marketcap de $64B, é demasiado grande para ter valorização desta amplitude em tão pouco tempo. Além disso, existem outros fatores que poderão minimizar o impato do <em>short squeeze</em>.</p>
<p>Saylor, certamente iria aproveitar a oportunidade para emitir novas ações para gerar mais liquidez. Seria algo similar ao que a GameStop fez, ao emitir de novas ações, permitiu minimizar o <em>short squeeze</em> e gerou um caixa de $4B.</p>
<p><img src="!(image)%5Bhttps://image.nostr.build/2e5e1fa7a48e133812ae8fb7c8ca98b59d9911794cf92199e3386cadb7752688.jpg%5D" alt=""></p>
<p>Depois existe um outro grupo de investidores, que é enorme, tem uma estratégia especulativa de capturar o NAV, ou seja, de estar <em>short</em> em MicroStrategy e <em>long</em> em Bitcoin.</p>
<p>Caso exista um <em>short squeeze</em>, as <em>shorts</em> seriam liquidadas, consequentemente as <em>longs</em> também, isso provocaria uma pressão de venda de Bitcoin, a valorização será minimizada. Isso reduz imenso a volatilidade do Bitcoin.</p>
<p>Claro que 300% não é possível, mas até 100% é bem possível.</p>
<br>
Agora o ponto interesante, se o Saylor ficasse com os bolsos bem recheados, o que ele faria?

<p>Todos nós sabemos qual é a resposta, claramente ele iria comprar ainda mais Bitcoin.<br>Apesar de eu preferir que ele utilize essa liquidez para reduzir as notas conversíveis da empresa. Eu acho que ele já tem demasiado Bitcoin, a centralização nunca é boa, ainda mais agora, que já existem outras empresas que prestam serviços similares.</p>
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      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Seria possível um <em>short squeeze</em> na MicroStrategy, similar ao da Metaplanet?</p>
<p>Com aquela dimensão, eu acho pouco provável, mas um mais pequeno é bem possível. O Metaplanet valorizou mais de 300% em dois dias, é incrível.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/4ac5ad352f8449dc4c25434c117f8005456fd963ec515efd70e7fe26e853bf36.jpg" alt=""></p>
<p>Nestas empresas de <em>Bitcoin Treasury Companies</em>, como a MicroStrategy e a Metaplanet, o rastilho para o short squeeze é uma forte valorização do Bitcoin no mercado <em>spot</em>. É o Bitcoin que dá a volatilidade à ação.</p>
<p>A MicroStrategy tem um marketcap de $64B, é demasiado grande para ter valorização desta amplitude em tão pouco tempo. Além disso, existem outros fatores que poderão minimizar o impato do <em>short squeeze</em>.</p>
<p>Saylor, certamente iria aproveitar a oportunidade para emitir novas ações para gerar mais liquidez. Seria algo similar ao que a GameStop fez, ao emitir de novas ações, permitiu minimizar o <em>short squeeze</em> e gerou um caixa de $4B.</p>
<p><img src="!(image)%5Bhttps://image.nostr.build/2e5e1fa7a48e133812ae8fb7c8ca98b59d9911794cf92199e3386cadb7752688.jpg%5D" alt=""></p>
<p>Depois existe um outro grupo de investidores, que é enorme, tem uma estratégia especulativa de capturar o NAV, ou seja, de estar <em>short</em> em MicroStrategy e <em>long</em> em Bitcoin.</p>
<p>Caso exista um <em>short squeeze</em>, as <em>shorts</em> seriam liquidadas, consequentemente as <em>longs</em> também, isso provocaria uma pressão de venda de Bitcoin, a valorização será minimizada. Isso reduz imenso a volatilidade do Bitcoin.</p>
<p>Claro que 300% não é possível, mas até 100% é bem possível.</p>
<br>
Agora o ponto interesante, se o Saylor ficasse com os bolsos bem recheados, o que ele faria?

<p>Todos nós sabemos qual é a resposta, claramente ele iria comprar ainda mais Bitcoin.<br>Apesar de eu preferir que ele utilize essa liquidez para reduzir as notas conversíveis da empresa. Eu acho que ele já tem demasiado Bitcoin, a centralização nunca é boa, ainda mais agora, que já existem outras empresas que prestam serviços similares.</p>
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      <title><![CDATA[Austeridade]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Wed, 21 May 2025 13:16:45 GMT</pubDate>
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      <category>FIAT</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<ol>
<li>Índole ou característica de quem é austero;</li>
<li>Rigor ou rigidez; designação de severidade;</li>
<li>Inexistência de adornos ou adereços;</li>
<li>(Economia) Moderação do que é gasto;</li>
<li>(Economia) Política do governo que tem como finalidade reduzir os gastos públicos.</li>
</ol>
<p>(Etm. do latim: austeritāte)</p>
<p>Antes da crise da dívida soberana, raramente os portugueses ouviam, ou realmente sabiam o significado da palavra. Depois da crise, para os portugueses essa palavra representa muito mais que apenas 11 caracteres, é uma cicatriz para muitas gerações, foi traumatizante.</p>
<p>Na época, o limite da yield da dívida soberana a 10 anos era os 7%, assim que superou, o governo teve que pedir assistência financeira ao FMI. A partir desse momento, a palavra Austeridade nunca mais saiu do léxico dos português.</p>
<p>A crise não foi apenas em Portugal, afetou também Irlanda, Grécia e Espanha, ficaram conhecidos como PIGS.</p>
<p>Se essa crise da dívida soberana demonstrou a fragilidade da UE, estamos a falar de pequenas/médias economias, o que acontecerá se isto se repetir mas nas grandes economias?</p>
<p>Hoje em dia, a yield portuguesa (3.1%) é melhor que a maioria das grandes potências econômicas, a ironia do destino. </p>
<ul>
<li>Reino Unido: 4.7%</li>
<li>EUA: 4.5%</li>
<li>Austrália: 4.5%</li>
<li>Itália: 3.6%</li>
<li>França: 3.3%</li>
</ul>
<p><img src="https://yakihonne.s3.ap-east-1.amazonaws.com/e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d/files/1747833207948-YAKIHONNES3.png" alt="image"></p>
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      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<ol>
<li>Índole ou característica de quem é austero;</li>
<li>Rigor ou rigidez; designação de severidade;</li>
<li>Inexistência de adornos ou adereços;</li>
<li>(Economia) Moderação do que é gasto;</li>
<li>(Economia) Política do governo que tem como finalidade reduzir os gastos públicos.</li>
</ol>
<p>(Etm. do latim: austeritāte)</p>
<p>Antes da crise da dívida soberana, raramente os portugueses ouviam, ou realmente sabiam o significado da palavra. Depois da crise, para os portugueses essa palavra representa muito mais que apenas 11 caracteres, é uma cicatriz para muitas gerações, foi traumatizante.</p>
<p>Na época, o limite da yield da dívida soberana a 10 anos era os 7%, assim que superou, o governo teve que pedir assistência financeira ao FMI. A partir desse momento, a palavra Austeridade nunca mais saiu do léxico dos português.</p>
<p>A crise não foi apenas em Portugal, afetou também Irlanda, Grécia e Espanha, ficaram conhecidos como PIGS.</p>
<p>Se essa crise da dívida soberana demonstrou a fragilidade da UE, estamos a falar de pequenas/médias economias, o que acontecerá se isto se repetir mas nas grandes economias?</p>
<p>Hoje em dia, a yield portuguesa (3.1%) é melhor que a maioria das grandes potências econômicas, a ironia do destino. </p>
<ul>
<li>Reino Unido: 4.7%</li>
<li>EUA: 4.5%</li>
<li>Austrália: 4.5%</li>
<li>Itália: 3.6%</li>
<li>França: 3.3%</li>
</ul>
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      <title><![CDATA[Mudança profundas]]></title>
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             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Mon, 19 May 2025 09:47:30 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Algo que me faz uma certa confusão,  é ouvir as pessoas, a afirmarem que será impossível existir um governo e uma economia saudável com o Bitcoin ou qualquer outra moeda não inflacionária. Que o Bitcoin como moeda, iria tornar a sociedade numa anarquia.</p>
<p>A governança da nossa sociedade é baseada em 3 pilares: o governo, económico e moeda. Os 3 evoluíram e se adaptaram mutuamente e em simultâneo ao longo do tempo.<br>Só que essa e evolução, trouxe-nos para um centralismo atroz, onde os governos condicionadam excessivamente a economia e controlam a moeda. Em vez de 3 pilares, temos apenas um, o governo, a economia deixou de ser livre e a moeda é manipulada para financiar o governo.</p>
<p>É claro, se nós mudarmos apenas o sistema monetário, o equilíbrio dos 3 pilares vai quebrar, assim não vai funcionar.<br>O erro é acreditar que é possível mudar apenas um pilar, sem adaptar os outros.</p>
<p>Na prática temos que mudar apenas um (governo), os outros dois é libertá-los. Os governos modernos são baseados em défice orçamental, impostos altos, dívida soberana e inflação monetária para o seu financiamento e para controlar a economia. Como os governos estão altamente endividados e com altas taxas de impostos, só lhe resta a última carta, a moeda/inflação monetária.</p>
<p>Se perdessem o controlo da moeda, seria necessário uma mudança profunda nos estados modernos. Em vez de ter défice-dívida-inflação, teriam mudar para excedente-reservas-deflação, é fazer o oposto do que fazem hoje.<br>É claro que ao podemos apenas mudar de uma moeda inflacionária para uma não inflacionária e manter inalterado os outros dois, isso não vai resultar. Será necessário mudar os 3 para que funcione bem.</p>
<p>É aqui está o problema, será uma mudança profunda nos governos modernos, têm que passar a ter excedente orçamental e criar reservas monetária. Isso vai obrigar os governos a ter muita disciplina e boa gestão, nos momentos de crescimento económico terão que fazer reservas e zerar a dívida soberana. Depois nos períodos de recessão vai utilizar as reservas e se necessário criar dívida soberana para ajudar na recuperação da economia, actualmente os governos utilizam a expansão monetária para esse fim.</p>
<p>Se alguém tem um problema de alcoolismo, não pode apenas trocar whisky por vinho, a mudança terá que ser mais drástica, terá que trocar por água.</p>
<p>Fix the money! Fix the World!</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Algo que me faz uma certa confusão,  é ouvir as pessoas, a afirmarem que será impossível existir um governo e uma economia saudável com o Bitcoin ou qualquer outra moeda não inflacionária. Que o Bitcoin como moeda, iria tornar a sociedade numa anarquia.</p>
<p>A governança da nossa sociedade é baseada em 3 pilares: o governo, económico e moeda. Os 3 evoluíram e se adaptaram mutuamente e em simultâneo ao longo do tempo.<br>Só que essa e evolução, trouxe-nos para um centralismo atroz, onde os governos condicionadam excessivamente a economia e controlam a moeda. Em vez de 3 pilares, temos apenas um, o governo, a economia deixou de ser livre e a moeda é manipulada para financiar o governo.</p>
<p>É claro, se nós mudarmos apenas o sistema monetário, o equilíbrio dos 3 pilares vai quebrar, assim não vai funcionar.<br>O erro é acreditar que é possível mudar apenas um pilar, sem adaptar os outros.</p>
<p>Na prática temos que mudar apenas um (governo), os outros dois é libertá-los. Os governos modernos são baseados em défice orçamental, impostos altos, dívida soberana e inflação monetária para o seu financiamento e para controlar a economia. Como os governos estão altamente endividados e com altas taxas de impostos, só lhe resta a última carta, a moeda/inflação monetária.</p>
<p>Se perdessem o controlo da moeda, seria necessário uma mudança profunda nos estados modernos. Em vez de ter défice-dívida-inflação, teriam mudar para excedente-reservas-deflação, é fazer o oposto do que fazem hoje.<br>É claro que ao podemos apenas mudar de uma moeda inflacionária para uma não inflacionária e manter inalterado os outros dois, isso não vai resultar. Será necessário mudar os 3 para que funcione bem.</p>
<p>É aqui está o problema, será uma mudança profunda nos governos modernos, têm que passar a ter excedente orçamental e criar reservas monetária. Isso vai obrigar os governos a ter muita disciplina e boa gestão, nos momentos de crescimento económico terão que fazer reservas e zerar a dívida soberana. Depois nos períodos de recessão vai utilizar as reservas e se necessário criar dívida soberana para ajudar na recuperação da economia, actualmente os governos utilizam a expansão monetária para esse fim.</p>
<p>Se alguém tem um problema de alcoolismo, não pode apenas trocar whisky por vinho, a mudança terá que ser mais drástica, terá que trocar por água.</p>
<p>Fix the money! Fix the World!</p>
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      <title><![CDATA[Riqueza Global]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Sat, 17 May 2025 08:58:14 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quando tentamos simplificar/ilustrar algo que é extremamente complexo, pode resultar em algo distorcido. Apesar do resultado sair distorcido, continua a ser a melhor representação, temos é que ter em mente que essa distorção existe quando analisamos essa informação.</p>
<p>O maior exemplo, é o mapa <em>mundi</em>, quando transformamos uma esfera em algo plano, é natural que crie distorções, como quanto mais perto dos polos, os países são sobredimensionados em relação aos que estão mais perto da linha do Equador.</p>
<p>Esta infografia criada pelo Saylor é comumente utilizada, mas esta deve ser utilizada com moderação, porque a informação também está distorcida.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/9b0c6cf74fb242f17e0d24c68b2d33b34424593b95bdd690dd1e0f590cdd943b.png" alt="image"></p>
<p>Assim, sempre que alguém utiliza estes dados para fazer análises, deve estar ciente que existem distorções. Primeiro, em alguns ativos os valores são impossíveis de calcular, são apenas estimativas. Já foram feitos vários estudos, e sempre com valores bastantes díspares.</p>
<p>Depois, esta infografia simplifica demasiado, não sendo visível a sobreposição de ativos, por exemplo, as empresas possuem outros ativos, isso significa, que não podemos fazer somas simples. Ou seja, se somarmos as Equities (115T) e os Bonds(300T) não resulta em $415 Triliões de riqueza, o real valor é inferior.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/d75d2c2b9d54bb15d9f9d07bddc7e36d1523f4b2c50670a47a394cc62ad7c8d7.jpg" alt="image"></p>
<p>Vamos a dois bons exemplos:</p>
<p>A Berkshire Hathaway, a empresa de Warren Buffett, que o seu atual core business é investir em outras empresas. Apesar de neste momento, ter uma enorme liquidez, está a aguardar pelo momento certo para voltar ao mercado.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/2f4ef3c47bb1008e38ee71558f7b66b730178dad004745bd837b13c66ad4eb8d.jpg" alt="image"></p>
<p>A outra empresa é MicroStrategy, que gradualmente está-se a transformar num banco Bitcoin. O seu negócio inicial, começa a ser insignificante, para a sua atual dimensão, está a fazer um percurso muito similar à Berkshire Hathaway, enquanto a Berkshire Hathaway redirecionou o seu negócio para o investimento em ações, a MicroStrategy para o Bitcoin.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/ad8fbef5c70f37b20aaa7f61374fbd25eb2f04f160cd7f0c106dc7527695063f.jpg" alt="image"></p>
<p>Um erro comum entre alguns bitcoiners quando fazem estimativas baseada nesta tabela, é acreditarem que o crescimento do valor do Bitcoin, vai resultar numa redução do valor das Equities. Isso não vai acontecer, porque as empresas também vão possuir Bitcoin na sua tesouraria, logo se o valor do bitcoin subir, as equities também o vão.</p>
<p>Onde o Bitcoin vai certamente impactar, é nas Bonds e no Real Estate.</p>
<p>Assim para concluir, esta infografia é interessante para fazer cálculos ou análises, mas não podemos esquecer que contém distorções.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Quando tentamos simplificar/ilustrar algo que é extremamente complexo, pode resultar em algo distorcido. Apesar do resultado sair distorcido, continua a ser a melhor representação, temos é que ter em mente que essa distorção existe quando analisamos essa informação.</p>
<p>O maior exemplo, é o mapa <em>mundi</em>, quando transformamos uma esfera em algo plano, é natural que crie distorções, como quanto mais perto dos polos, os países são sobredimensionados em relação aos que estão mais perto da linha do Equador.</p>
<p>Esta infografia criada pelo Saylor é comumente utilizada, mas esta deve ser utilizada com moderação, porque a informação também está distorcida.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/9b0c6cf74fb242f17e0d24c68b2d33b34424593b95bdd690dd1e0f590cdd943b.png" alt="image"></p>
<p>Assim, sempre que alguém utiliza estes dados para fazer análises, deve estar ciente que existem distorções. Primeiro, em alguns ativos os valores são impossíveis de calcular, são apenas estimativas. Já foram feitos vários estudos, e sempre com valores bastantes díspares.</p>
<p>Depois, esta infografia simplifica demasiado, não sendo visível a sobreposição de ativos, por exemplo, as empresas possuem outros ativos, isso significa, que não podemos fazer somas simples. Ou seja, se somarmos as Equities (115T) e os Bonds(300T) não resulta em $415 Triliões de riqueza, o real valor é inferior.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/d75d2c2b9d54bb15d9f9d07bddc7e36d1523f4b2c50670a47a394cc62ad7c8d7.jpg" alt="image"></p>
<p>Vamos a dois bons exemplos:</p>
<p>A Berkshire Hathaway, a empresa de Warren Buffett, que o seu atual core business é investir em outras empresas. Apesar de neste momento, ter uma enorme liquidez, está a aguardar pelo momento certo para voltar ao mercado.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/2f4ef3c47bb1008e38ee71558f7b66b730178dad004745bd837b13c66ad4eb8d.jpg" alt="image"></p>
<p>A outra empresa é MicroStrategy, que gradualmente está-se a transformar num banco Bitcoin. O seu negócio inicial, começa a ser insignificante, para a sua atual dimensão, está a fazer um percurso muito similar à Berkshire Hathaway, enquanto a Berkshire Hathaway redirecionou o seu negócio para o investimento em ações, a MicroStrategy para o Bitcoin.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/ad8fbef5c70f37b20aaa7f61374fbd25eb2f04f160cd7f0c106dc7527695063f.jpg" alt="image"></p>
<p>Um erro comum entre alguns bitcoiners quando fazem estimativas baseada nesta tabela, é acreditarem que o crescimento do valor do Bitcoin, vai resultar numa redução do valor das Equities. Isso não vai acontecer, porque as empresas também vão possuir Bitcoin na sua tesouraria, logo se o valor do bitcoin subir, as equities também o vão.</p>
<p>Onde o Bitcoin vai certamente impactar, é nas Bonds e no Real Estate.</p>
<p>Assim para concluir, esta infografia é interessante para fazer cálculos ou análises, mas não podemos esquecer que contém distorções.</p>
]]></itunes:summary>
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      </item>
      
      <item>
      <title><![CDATA[Volatilidade em gráficos]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Sat, 05 Apr 2025 10:47:37 GMT</pubDate>
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      <category>bitcoin</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Vamos analisar a volatilidade do Bitcoin em gráficos, são dados desde 2012 até à atualidade.</p>
<p><img src="https://yakihonne.s3.ap-east-1.amazonaws.com/e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d/files/1743849650946-YAKIHONNES3.png" alt="image"><br>4.2% dos dias, o Bitcoin tem uma variação diária de ~0%, enquanto no S&amp;P500 é de ~7.7%.</p>
<p><img src="https://yakihonne.s3.ap-east-1.amazonaws.com/e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d/files/1743849666714-YAKIHONNES3.png" alt="image"></p>
<p>83.5% dos dias, o S&amp;P 500 teve variação entre o -1% e 1%, enquanto o bitcoin, foi apenas 39%, foram 1882 dias, desde 2012.</p>
<p><img src="https://yakihonne.s3.ap-east-1.amazonaws.com/e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d/files/1743849758665-YAKIHONNES3.png" alt="image"></p>
<p>Agora com os dois mercados em simultâneo, a curva da distribuição do S&amp;P500 é mais centralizada, o bitcoin é mais alargado, sinónimo de mais volatilidade.</p>
<p><img src="https://yakihonne.s3.ap-east-1.amazonaws.com/e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d/files/1743849778273-YAKIHONNES3.png" alt="image"></p>
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      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Vamos analisar a volatilidade do Bitcoin em gráficos, são dados desde 2012 até à atualidade.</p>
<p><img src="https://yakihonne.s3.ap-east-1.amazonaws.com/e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d/files/1743849650946-YAKIHONNES3.png" alt="image"><br>4.2% dos dias, o Bitcoin tem uma variação diária de ~0%, enquanto no S&amp;P500 é de ~7.7%.</p>
<p><img src="https://yakihonne.s3.ap-east-1.amazonaws.com/e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d/files/1743849666714-YAKIHONNES3.png" alt="image"></p>
<p>83.5% dos dias, o S&amp;P 500 teve variação entre o -1% e 1%, enquanto o bitcoin, foi apenas 39%, foram 1882 dias, desde 2012.</p>
<p><img src="https://yakihonne.s3.ap-east-1.amazonaws.com/e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d/files/1743849758665-YAKIHONNES3.png" alt="image"></p>
<p>Agora com os dois mercados em simultâneo, a curva da distribuição do S&amp;P500 é mais centralizada, o bitcoin é mais alargado, sinónimo de mais volatilidade.</p>
<p><img src="https://yakihonne.s3.ap-east-1.amazonaws.com/e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d/files/1743849778273-YAKIHONNES3.png" alt="image"></p>
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      <title><![CDATA[IPC em Portugal]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Fri, 28 Mar 2025 12:18:58 GMT</pubDate>
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      <category>bitcoin</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, tornei-me num acérrimo crítico do Euro, sobretudo da política monetária altamente expansionista realizada pelo Banco Central Europeu (BCE). Apesar de ser crítico, eu não desejo que Portugal volte a ter moeda própria.</p>
<p>No seguimento gráfico, é a variação do <a href="https://www.pordata.pt/pt/estatisticas/inflacao/taxa-de-inflacao/taxa-de-inflacao-por-bens-e-servicos-portugal">IPC de Portugal nos últimos 60 anos</a>:</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/46f6dc264a638f88405951368e5767a0e2b67dfa4fad5d601cacfeb356e67a43.jpg" alt="image"></p>
<p>No gráfico inclui os momentos históricos, para uma melhor interpretação dos dados.</p>
<blockquote>
<p>O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) é usado para observar tendências de inflação. É calculado com base no preço médio necessário para comprar um conjunto de bens de consumo e serviços num país, comparando com períodos anteriores.</p>
</blockquote>
<p>É uma ferramenta utilizada para calcular a perda de poder de compra, mas é uma métrica que é facilmente manipulada em prol dos interesses dos governos.</p>
<h2>Análise histórica</h2>
<p>No período marcelista, houve uma crescente inflação, devido a fatores, como os elevados custos da guerra e o fim dos acordos de Bretton Woods contribuíram para isso. Terminando com uma inflação superior a 13%.</p>
<p>Da Revolta dos Cravos (1974) até à adesão da CEE (atual União Europeia, UE), nos primeiros anos foram conturbados a nível político, mesmo após conquistar alguma estabilidade, em termos de política monetária foi um descalabro, com inflação entre 12% a 30% ao ano. Foi o pior momento na era moderna.</p>
<p>Com a entrada da CEE, Portugal ainda manteve a independência monetária, mas devido à entrada de muitos milhões de fundos europeus, essências para construir infraestrutura e desenvolver o país. Isto permitiu crescer e modernizar o país, gastando pouco dinheiro próprio, reduzindo a necessidade da expansão monetária e claro a inflação baixou.</p>
<p>Depois com a adesão ao Tratado de Maastricht, em 1991, onde estabeleceu as bases para a criação da União Económica e Monetária, que culminou na criação da moeda única europeia, o Euro. As bases eram bastante restritivas, os políticos portugueses foram obrigados a manter uma inflação baixa. Portugal perdeu a independência monetária em 1999, com a entrada em vigor da nova moeda, foi estabelecida a taxa de conversão entre escudos e euros, tendo o valor de 1 euro sido fixado em 200,482 escudos. A Euro entrou em vigor em 1999, mas o papel-moeda só entrou em circulação em 2002.</p>
<p>Assim, desde a criação até 2020, a inflação foi sempre abaixo de 5% ao ano, tendo um longo período abaixo dos 3%.</p>
<p>A chegada da pandemia, foi um descalabro no BCE, a expansão monetária foi exponencial, resultando numa forte subida no IPC, quase 8% em 2022, algo que não acontecia há 30 anos.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Apesar dos últimos anos, a política monetária do BCE tem sido péssima, mesmo assim continua a ser muito melhor, se esta fosse efetuada em exclusividade por portugueses, não tenho quaisquer dúvidas disso. O passado demonstra isso, se voltarmos a ser independentes monetariamente, será desastroso, vamos virar rapidamente, a Venezuela da Europa.</p>
<p>Até temos boas reservas de ouro, mas mesmo assim não são suficientes, mesmo que se inclua outros ativos para permitir a criação de uma moeda lastreada, ela apenas duraria até à primeira crise. É inevitável, somos um país demasiado socialista.</p>
<p>A solução não é voltar ao escudo, mas sim o BCE deixar de imprimir dinheiro, como se não houvesse amanhã ou então optar por uma moeda total livre, sem intromissão de políticos.</p>
<p>O BCE vai parar de expandir a moeda?</p>
<p>Claro que não, eles estão encurralados, a expansão monetária é a única solução para elevada dívida soberana dos estados. A única certeza que eu tenho, a expansão do BCE, será sempre inferior ao do Banco de Portugal, se este estivesse o botão da impressão à sua disposição. Por volta dos 5% é muito mau, mas voltar para a casa dos 15% seria péssimo, esse seria o nosso destino.</p>
<p>É muito triste ter esta conclusão, isto é demonstrativo da falta de competência dos políticos e governantes portugueses e o povo também tem uma certa culpa. Por serem poucos exigentes em relação à qualidade dos políticos que elegem e por acreditar que existem almoços grátis.</p>
<p><a href='/tag/bitcoin/'>#Bitcoin</a> fixes this</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Nos últimos anos, tornei-me num acérrimo crítico do Euro, sobretudo da política monetária altamente expansionista realizada pelo Banco Central Europeu (BCE). Apesar de ser crítico, eu não desejo que Portugal volte a ter moeda própria.</p>
<p>No seguimento gráfico, é a variação do <a href="https://www.pordata.pt/pt/estatisticas/inflacao/taxa-de-inflacao/taxa-de-inflacao-por-bens-e-servicos-portugal">IPC de Portugal nos últimos 60 anos</a>:</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/46f6dc264a638f88405951368e5767a0e2b67dfa4fad5d601cacfeb356e67a43.jpg" alt="image"></p>
<p>No gráfico inclui os momentos históricos, para uma melhor interpretação dos dados.</p>
<blockquote>
<p>O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) é usado para observar tendências de inflação. É calculado com base no preço médio necessário para comprar um conjunto de bens de consumo e serviços num país, comparando com períodos anteriores.</p>
</blockquote>
<p>É uma ferramenta utilizada para calcular a perda de poder de compra, mas é uma métrica que é facilmente manipulada em prol dos interesses dos governos.</p>
<h2>Análise histórica</h2>
<p>No período marcelista, houve uma crescente inflação, devido a fatores, como os elevados custos da guerra e o fim dos acordos de Bretton Woods contribuíram para isso. Terminando com uma inflação superior a 13%.</p>
<p>Da Revolta dos Cravos (1974) até à adesão da CEE (atual União Europeia, UE), nos primeiros anos foram conturbados a nível político, mesmo após conquistar alguma estabilidade, em termos de política monetária foi um descalabro, com inflação entre 12% a 30% ao ano. Foi o pior momento na era moderna.</p>
<p>Com a entrada da CEE, Portugal ainda manteve a independência monetária, mas devido à entrada de muitos milhões de fundos europeus, essências para construir infraestrutura e desenvolver o país. Isto permitiu crescer e modernizar o país, gastando pouco dinheiro próprio, reduzindo a necessidade da expansão monetária e claro a inflação baixou.</p>
<p>Depois com a adesão ao Tratado de Maastricht, em 1991, onde estabeleceu as bases para a criação da União Económica e Monetária, que culminou na criação da moeda única europeia, o Euro. As bases eram bastante restritivas, os políticos portugueses foram obrigados a manter uma inflação baixa. Portugal perdeu a independência monetária em 1999, com a entrada em vigor da nova moeda, foi estabelecida a taxa de conversão entre escudos e euros, tendo o valor de 1 euro sido fixado em 200,482 escudos. A Euro entrou em vigor em 1999, mas o papel-moeda só entrou em circulação em 2002.</p>
<p>Assim, desde a criação até 2020, a inflação foi sempre abaixo de 5% ao ano, tendo um longo período abaixo dos 3%.</p>
<p>A chegada da pandemia, foi um descalabro no BCE, a expansão monetária foi exponencial, resultando numa forte subida no IPC, quase 8% em 2022, algo que não acontecia há 30 anos.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Apesar dos últimos anos, a política monetária do BCE tem sido péssima, mesmo assim continua a ser muito melhor, se esta fosse efetuada em exclusividade por portugueses, não tenho quaisquer dúvidas disso. O passado demonstra isso, se voltarmos a ser independentes monetariamente, será desastroso, vamos virar rapidamente, a Venezuela da Europa.</p>
<p>Até temos boas reservas de ouro, mas mesmo assim não são suficientes, mesmo que se inclua outros ativos para permitir a criação de uma moeda lastreada, ela apenas duraria até à primeira crise. É inevitável, somos um país demasiado socialista.</p>
<p>A solução não é voltar ao escudo, mas sim o BCE deixar de imprimir dinheiro, como se não houvesse amanhã ou então optar por uma moeda total livre, sem intromissão de políticos.</p>
<p>O BCE vai parar de expandir a moeda?</p>
<p>Claro que não, eles estão encurralados, a expansão monetária é a única solução para elevada dívida soberana dos estados. A única certeza que eu tenho, a expansão do BCE, será sempre inferior ao do Banco de Portugal, se este estivesse o botão da impressão à sua disposição. Por volta dos 5% é muito mau, mas voltar para a casa dos 15% seria péssimo, esse seria o nosso destino.</p>
<p>É muito triste ter esta conclusão, isto é demonstrativo da falta de competência dos políticos e governantes portugueses e o povo também tem uma certa culpa. Por serem poucos exigentes em relação à qualidade dos políticos que elegem e por acreditar que existem almoços grátis.</p>
<p><a href='/tag/bitcoin/'>#Bitcoin</a> fixes this</p>
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      <title><![CDATA[Os Intangíveis]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Tue, 18 Mar 2025 12:25:39 GMT</pubDate>
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      <category>economia</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No programa <a href="https://youtu.be/lhHli0Fjqvk?si=IDSSGoNGGgfavCkI">Pé de Meia</a> do Camilo Lourenço, o seu recorrente convidado/patrocinador, explica os critérios que utiliza para avaliar as empresas. Segundo ele, um dos principais critérios para selecionar as melhores empresas, são critérios intangíveis.</p>
<p>Curiosamente, este mesmo senhor, num <a href="https://www.youtube.com/watch?v=qgN3ikDmBwk">programa anterior</a>, critica e recusa-se a investir em Bitcoin. Uma justificativa apresentada era, que não investia em algo que não podia ser palpável, que não poderia ser calculado o valor, ou seja, por ser intangível.</p>
<p>Só que neste programa, entra em contradição, ao dizer que um dos principais critérios que utiliza para avaliar as empresas são critérios intangíveis. A hipocrisia do tradiFi.</p>
<p>No programa foi apresentada a seguinte tabela:</p>
<p><img src="https://media.ditto.pub/6fd84c2c54ee6595d6f5989815753f8700e671c484b02408b39c8cb057019b6f.png" alt="image"></p>
<p>Os pontos apresentados na tabela, são essencialmente os mesmos que nós, bitcoiners, utilizamos para caracterizar o Bitcoin, os seus pontos fortes.</p>
<p>Os tradiFi vivem numa cegueira ideológica, que não o permite ver o óbvio, mas o tempo é implacável, mais tarde ou mais cedo vão mudar de opinião. E quem não mudar vai ficar para trás.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>No programa <a href="https://youtu.be/lhHli0Fjqvk?si=IDSSGoNGGgfavCkI">Pé de Meia</a> do Camilo Lourenço, o seu recorrente convidado/patrocinador, explica os critérios que utiliza para avaliar as empresas. Segundo ele, um dos principais critérios para selecionar as melhores empresas, são critérios intangíveis.</p>
<p>Curiosamente, este mesmo senhor, num <a href="https://www.youtube.com/watch?v=qgN3ikDmBwk">programa anterior</a>, critica e recusa-se a investir em Bitcoin. Uma justificativa apresentada era, que não investia em algo que não podia ser palpável, que não poderia ser calculado o valor, ou seja, por ser intangível.</p>
<p>Só que neste programa, entra em contradição, ao dizer que um dos principais critérios que utiliza para avaliar as empresas são critérios intangíveis. A hipocrisia do tradiFi.</p>
<p>No programa foi apresentada a seguinte tabela:</p>
<p><img src="https://media.ditto.pub/6fd84c2c54ee6595d6f5989815753f8700e671c484b02408b39c8cb057019b6f.png" alt="image"></p>
<p>Os pontos apresentados na tabela, são essencialmente os mesmos que nós, bitcoiners, utilizamos para caracterizar o Bitcoin, os seus pontos fortes.</p>
<p>Os tradiFi vivem numa cegueira ideológica, que não o permite ver o óbvio, mas o tempo é implacável, mais tarde ou mais cedo vão mudar de opinião. E quem não mudar vai ficar para trás.</p>
]]></itunes:summary>
      <itunes:image href="https://image.nostr.build/10f37d64df5c33abbb0adb2e20d1f124ffd4406c6c399c19447a5448258fa8ef.jpg"/>
      </item>
      
      <item>
      <title><![CDATA[Ministério da Fazenda 2025-2026]]></title>
      <description><![CDATA[Mais promessas, mas pilantragens]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[Mais promessas, mas pilantragens]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Sat, 08 Feb 2025 03:01:06 GMT</pubDate>
      <link>https://compilados.npub.pro/post/minist-rio-da-fazenda-2025-2026-g19pnc/</link>
      <comments>https://compilados.npub.pro/post/minist-rio-da-fazenda-2025-2026-g19pnc/</comments>
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      <category>Brasil</category>
      
        <media:content url="https://blossom.primal.net/09699fe1bdf6f0c97ebf010d55ec86cbc4cd50bb779b6189716b60b94077c22e.png" medium="image"/>
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      <npub>npub1mlu4qvm8j7gqamukz98l832ghgktyj0whqrxfx89625m3p30haqq5racjk</npub>
      <dc:creator><![CDATA[Bellator Vult]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Como posso dizer? Essas 25 pautas bienais do Ministério da Fazenda (MF) deveriam ter sido liberadas, no mínimo, em dezembro de 2024. Afinal, são assuntos complexos que exigem tempo para a nação — nós, o povo brasileiro — e o Congresso se debruçarem sobre essas pautas com a devida calma. Algo que, sabemos, é um luxo raro na política brasileira.</p>
<p>Mas, mesmo que o MF entregasse essas pautas em dezembro de 2024, já seria um prazo apertado. Agora, liberar as bienais no meio do primeiro trimestre de 2025? Isso só pode ser chamado de uma coisa: pura pilantragem. Não há outro nome. Com um cronograma tão curto, as pautas mal terão tempo para serem escrutinadas e, com certeza, passarão batidas. E o pior: muitas dessas pautas ainda estão em fase de elaboração e discussão. Ou seja, nem sabemos se serão viáveis ou se vão sair conforme o previsto nesse documento.</p>
<p>É uma lambança sem tamanho. Se um plano de negócios fosse apresentado assim a um investidor ou a uma instituição de crédito, com 100% de certeza seria ridicularizado e desconsiderado na hora. Não consigo visualizar o Congresso tendo tempo hábil para lidar com algo desse tipo.</p>
<p>O documento contém gráficos, mas, como não possuem referências de dados, desconsiderei-as. Afinal, sem os dados, para mim são apenas figurinhas para enfeitar o documento.</p>
<p>O documento é simples: uma planilha com 25 ações para serem implementadas no biênio de 2025 a 2026, divididas em três eixos, a saber:</p>
<h3><strong>1. Estabilidade Macroeconômica: Política Fiscal e Justiça Tributária</strong></h3>
<p> O eixo que promete arrumar a bagunça fiscal.</p>
<h3><strong>2. Melhoria do Ambiente de Negócios</strong></h3>
<p>O eixo que promete desburocratizar e modernizar o ambiente de negócios.</p>
<h3><strong>3. Novo Brasil: Plano de Transformação Ecológica</strong></h3>
<p>O eixo que promete implementar pautas Ambientais, Sociais e de Governança (ASG = ESG).</p>
<p>Montei uma tabela para simplificar. Espero que seja de boa apreciação:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th><strong>Nº</strong></th>
<th><strong>Ação</strong></th>
<th><strong>Objetivo</strong></th>
<th><strong>Andamento</strong></th>
</tr>
</thead>
<tbody><tr>
<td>1</td>
<td>Fortalecimento do Arcabouço Fiscal</td>
<td>Garantir crescimento sustentável e controle da dívida pública.</td>
<td>Lei Complementar 200/2023 aprovada; medidas em implementação.</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Reforma Tributária sobre o Consumo</td>
<td>Simplificar impostos e desonerar exportações e investimentos.</td>
<td>EC 132/2023 promulgada; implantação em andamento.</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Regulamentação da Reforma Tributária</td>
<td>Definir gestão do IBS, imposto seletivo e fundos constitucionais.</td>
<td>PLP 108/2024 em tramitação no Senado.</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Reforma Tributária sobre a Renda</td>
<td>Isentar IRPF para rendas até R$ 5 mil e tributar os mais ricos.</td>
<td>A ser enviado ao Congresso em 2025.</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Limitação dos Supersalários</td>
<td>Reduzir desigualdades salariais no setor público.</td>
<td>EC 135/2024 promulgada; projeto de lei a ser enviado em 2025.</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Reforma da Previdência dos Militares</td>
<td>Reduzir disparidades com o regime civil.</td>
<td>PL 4920/2024 em tramitação.</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Conformidade Tributária e Aduaneira</td>
<td>Valorizar bons contribuintes e penalizar devedores persistentes.</td>
<td>PL 15/2024 em tramitação.</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Aprimoramento da Lei de Falências</td>
<td>Melhorar governança do processo falimentar.</td>
<td>PL 3/2024 aprovado na Câmara; aguardando Senado.</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>Proteção a Investidores no Mercado de Capitais</td>
<td>Proteger investidores minoritários.</td>
<td>PL 2925/2023 aguardando relator na Câmara.</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Consolidação Legal das Infraestruturas Financeiras</td>
<td>Promover eficiência no sistema financeiro.</td>
<td>PL 2926/2023 aprovado na Câmara; aguardando Senado.</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>Resolução Bancária</td>
<td>Aprimorar regimes de liquidação de instituições financeiras.</td>
<td>PLP 281/2019 aguardando apreciação.</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>Mercado de Crédito</td>
<td>Desjudicializar execuções e modernizar operações de crédito.</td>
<td>PL 6204/2019 em tramitação no Senado; Discução e elaboração no Executivo.</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>Regulamentação das Big Techs</td>
<td>Coibir práticas anticoncorrenciais no mercado digital.</td>
<td>Em elaboração pelo Executivo.</td>
</tr>
<tr>
<td>14</td>
<td>Modernização do Marco Legal de Preços de Medicamentos</td>
<td>Revisar regras de precificação de medicamentos.</td>
<td>Em análise pela CMED.</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>Pé-de-Meia</td>
<td>Permitir que alunos invistam benefícios do ensino médio.</td>
<td>Em elaboração pelo Executivo.</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>Modernização do Regime de Concessões e PPPs</td>
<td>Aprimorar contratos de serviços públicos e parcerias.</td>
<td>PL 7063/2017 em tramitação na Câmara.</td>
</tr>
<tr>
<td>17</td>
<td>Títulos Sustentáveis</td>
<td>Financiar projetos ecológicos com títulos verdes.</td>
<td>Duas emissões realizadas (US$ 4 bilhões).</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>Mercado de Carbono</td>
<td>Criar mercado regulado de carbono no Brasil.</td>
<td>Lei 15.042/2024 sancionada; regulamentação em preparação.</td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td>Leilões do EcoInvest</td>
<td>Atrair investimentos estrangeiros em projetos sustentáveis.</td>
<td>Primeiro leilão realizado; novos em preparação.</td>
</tr>
<tr>
<td>20</td>
<td>Compra Pública com Conteúdo Nacional</td>
<td>Exigir produção local em compras públicas.</td>
<td>Regras de conteúdo local em implementação.</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>Fundo Internacional de Florestas</td>
<td>Criar fundo global para preservação de florestas tropicais.</td>
<td>Em discussão no G20.</td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td>Taxonomia Sustentável Brasileira</td>
<td>Classificar atividades e projetos sustentáveis.</td>
<td>Em consulta pública; implementação prevista para 2025.</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>Marco Legal da Inteligência Artificial</td>
<td>Promover desenvolvimento responsável da IA.</td>
<td>PL 2338/2023 aprovado no Senado; aguardando Câmara.</td>
</tr>
<tr>
<td>24</td>
<td>Plano Safra e Renovagro</td>
<td>Aprimorar crédito para práticas agrícolas sustentáveis.</td>
<td>Resoluções CMN já expedidas.</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td>Plataforma de Investimentos Sustentáveis (BIP)</td>
<td>Conectar projetos sustentáveis com financiadores.</td>
<td>Projetos cadastrados totalizam US$ 10 bilhões.</td>
</tr>
</tbody></table>
<h2>A onde chegamos</h2>
<p>Acompanhar, destrinchar e analisar cada uma das 25 pautas em tempo hábil é uma tarefa hercúlea – e, sinceramente, quase impossível para uma pessoa só. Afinal, quando se trata de política e economia, tudo muda rápido demais. Provavelmente, quando eu terminar de escrever este artigo, metade das propostas já terá sido alterada, adiada ou esquecida em alguma gaveta.</p>
<p>Mas, como o objetivo aqui é compartilhar conhecimento e reflexões, decidi registrar minhas impressões e notas até onde pude chegar nessas poucas horas de análise. Se você, leitor, se interessar por mergulhar mais fundo no tema, compartilho abaixo o conteúdo completo do documento, organizado para facilitar sua leitura. E, claro, ao final, as referências com os links para você conferir as fontes originais.</p>
<p>Afinal, em um país onde as regras do jogo mudam a cada minuto, a melhor arma que temos é a informação. E, como diz o ditado:&nbsp;<strong>“Quem avisa, amigo é.”</strong></p>
<p><strong>Hora do jabá! Toda ajuda é bem-vinda. Se gostou, comente, compartilhe e, se puder, ajude com o café — e sério, você já viu o preço do café?</strong></p>
<hr>
<h1>MINISTÉRIO DA FAZENDA — INICIATIVAS PARA O BIÊNIO DE 2025 À 2026</h1>
<h2>ESTABILIDADE MACROECONÔMICA: POLÍTICA FISCAL E JUSTIÇA TRIBUTÁRIA</h2>
<img src="https://blossom.primal.net/b5d5a57585c2bcd119adab6bb6a7052dcf443ec755fe754bf9f6071db2a7d056.png">

<h3>1. Fortalecimento do arcabouço fiscal, para assegurar expansão sustentável do PIB, desemprego e inflação baixos e estabilidade da dívida</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> adequação da dinâmica de crescimento de gastos aos limites do Novo Arcabouço Fiscal, para fortalecê-lo e assegurar sustentabilidade da dívida pública.</li>
<li><strong>Status:</strong> aprovada a Lei Complementar 200/2023; Pacote de gastos aprovado no fim de 2024 a partir da promulgação da EC 135/2024, Lei Complementar 211/2024 e Lei 15.077/2024; implementação e acompanhamento de medidas aprovadas e política permanente de revisão de despesas.</li>
</ul>
<h3>2. Início da implantação da reforma tributária sobre o consumo</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> mudança na sistemática de tributação sobre consumo, simplificando o sistema e desonerando exportações e investimentos.</li>
<li><strong>Status:</strong> promulgada a Emenda Constitucional 132/2023, sancionada a Lei Complementar 214/2025 e início das etapas de implantação administrativa.</li>
</ul>
<h3>3. Regulamentação da reforma tributária: Lei de Gestão e Administração do IBS, Fundos e Imposto Seletivo</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> outros aspectos da EC 132/2023 ainda exigem regulamentação, como a gestão federativa do IBS, as regras para o imposto seletivo e os fundos constitucionais definidos pela reforma tributária.</li>
<li><strong>Status:</strong> PLP 108/2024 em tramitação no Senado Federal; Projeto de lei do imposto seletivo e projetos de lei de regulamentação dos Fundos serão enviados em 2025.</li>
</ul>
<h3>4. Reforma tributária sobre a renda com isenção de IRPF para quem ganha até R$ 5 mil e tributação sobre o topo da pirâmide de renda</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> reforma dos impostos diretos para corrigir assimetrias no IRPF, tornando-o mais progressivo e redutor de desigualdades. A reforma propõe isenção de IRPF para renda até R$ 5 mil e a implementação de um imposto mínimo sobre contribuintes de renda muito alta, assegurando que os brasileiros no topo da pirâmide contribuam de forma justa.</li>
<li><strong>Status:</strong> a ser enviado ao Congresso Nacional em 2025.</li>
</ul>
<h3>5. Limitação dos supersalários</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> medida para combater supersalários no setor público, reduzindo desigualdades entre carreiras. Institucionalizada pela EC 135/2024, que determina que apenas descontos expressamente previstos em lei podem excepcionar o limite remuneratório.</li>
<li><strong>Status:</strong> EC 135/2024 promulgada e projeto de lei a ser enviado em 2025.</li>
</ul>
<h3>6. Reforma da previdência dos militares</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> alterações na previdência militar para reduzir disparidades com os regimes civis, incluindo a definição de idade mínima para reserva remunerada, contribuições para assistência médico-hospitalar e social, além de eliminar a pensão por "morte ficta" e a reversão de pensão para beneficiários de ordens subsequentes.</li>
<li><strong>Status:</strong> PL 4920/2024 em tramitação no Congresso Nacional.</li>
</ul>
<h3>7. Projeto de lei da conformidade tributária e aduaneira, com valorização do bom contribuinte e responsabilização do devedor contumaz</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> proposta que corrige distorções na arrecadação, valoriza contribuintes cumpridores e penaliza devedores persistentes, melhorando a gestão fiscal da União. Inclui programas de conformidade e estabelece condições para benefícios fiscais.</li>
<li><strong>Status:</strong> PL 15/2024 em tramitação no Congresso Nacional.</li>
</ul>
<h2>MELHORIA DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS</h2>
<img src="https://blossom.primal.net/2756dbbe819ccd3e090460c0a6fb2c9bb61e4e978c5344f9b535779a3d18fa1a.png">

<h3>8. Aprimoramento da Lei de Falências</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> aprimora a governança do processo falimentar, com designação da figura do gestor fiduciário e a criação do plano de falências.</li>
<li><strong>Status:</strong> aprovado o PL 3/2024 na Câmara dos Deputados. Aguardando apreciação no Senado Federal.</li>
</ul>
<h3>9. Fortalecimento da proteção a investidores no mercado de capitais</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> aprimora mecanismos de proteção a investidores minoritários no mercado de capitais e aperfeiçoa regras contra eventuais prejuízos causados por acionistas controladores.</li>
<li><strong>Status:</strong> PL 2925/2023 aguardando designação de relator na Câmara dos Deputados.</li>
</ul>
<h3>10. Consolidação legal das infraestruturas do mercado financeiro</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> dispõe sobre as instituições operadoras de infraestruturas do mercado financeiro no âmbito do Sistema de Pagamentos Brasileiro, promovendo maior eficiência nas operações entre as instituições financeiras, com menores custos e mais segurança aos consumidores finais.</li>
<li><strong>Status:</strong> aprovado o PL 2926/2023 na Câmara dos Deputados. Aguardando apreciação pelo Senado Federal.</li>
</ul>
<h3>11. Resolução bancária</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> aprimora e homogeniza regimes de estabilização e liquidação de instituições do sistema financeiro, securitário e do mercado de capitais.</li>
<li><strong>Status:</strong> PLP 281/2019 aguardando apreciação na Câmara.</li>
</ul>
<h3>12. Mercado de crédito</h3>
<ul>
<li><em>Resumo</em>:<ol>
<li>desjudicialização da execução civil de título executivo judicial e extrajudicial;</li>
<li>operacionalização das operações de crédito consignado por meio de plataforma digital;</li>
<li>uso de fluxo de pagamentos no Pix e outros recebíveis em garantia de operações de crédito, especialmente para MPEs;</li>
<li>ecossistema único para registro e uso de ativos financeiros como garantia em operações de crédito (open asset).</li>
</ol>
</li>
<li><em>Status</em>:<ol>
<li>PL 6204/2019 em tramitação no Senado Federal;</li>
<li>em elaboração pelo Executivo;</li>
<li>e 4. regulamentação e operacionalização em discussão no Executivo.</li>
</ol>
</li>
</ul>
<h3>13. Regulamentação econômica das Big Techs</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> projeto de Lei para incentivar a concorrência ao dotar o poder público de ferramentas mais adequadas para coibir práticas anticoncorrenciais nos mercados digitais.</li>
<li><strong>Status:</strong> em elaboração pelo Executivo.</li>
</ul>
<h3>14. Modernização do marco legal de preços de medicamentos</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> revisão da regulação da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), para modernizar regras de precificação, contemplando medicamentos de alto custo e inovações feitas pela indústria nacional, buscando aprimorar a gestão dos recursos públicos, especialmente no atendimento de demandas judiciais.</li>
<li><strong>Status:</strong> proposta em análise pela CMED (Poder Executivo).</li>
</ul>
<h3>15. Pé-de-Meia: permissão ao aluno investir em poupança ou títulos do Tesouro</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> permite ao aluno investir antecipadamente os benefícios que seriam resgatados somente ao final do ensino médio, a fim de promover a educação financeira e possibilitar o aumento dos benefícios com a rentabilidade auferida no período.</li>
<li><strong>Status:</strong> em elaboração pelo Executivo.</li>
</ul>
<h3>16. Modernização do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos e das parcerias público-privadas</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> reforma substancial do marco legal para aprimorar o equilíbrio econômico dos contratos, melhorar o processo de seleção das empresas, prever repartição objetiva de riscos e aprimorar a segurança jurídica dos contratos.</li>
<li><strong>Status:</strong> Projeto de Lei 7063/2017 em tramitação na Câmara dos Deputados.</li>
</ul>
<h2>NOVO BRASIL: PLANO DE TRANSFORMAÇÃO ECOLÓGICA</h2>
<img src="https://blossom.primal.net/d9a29dd6aa09bd93dfd7dcb8dbb7b6edb314b2cb68e6b6624b5845fed0274104.png">

<h3>17. Nova emissão de títulos sustentáveis, trazendo recursos ao Fundo Clima</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> títulos da dívida pública com critérios de sustentabilidade para financiar atividades da transformação ecológica com taxa de juros competitivas.</li>
<li><strong>Status:</strong> Duas emissões já realizadas, totalizando US$ 4 bilhões. Novas rodadas de emissões planejadas.</li>
</ul>
<h3>18. Avanço na implantação do mercado de carbono (governança e decreto regulamentador)</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> criação do mercado regulado de carbono no Brasil, com teto de emissões e mecanismo de precificação.</li>
<li><strong>Status:</strong> sancionada a Lei 15.042/2024, em preparação as regras de governança e a regulamentação da lei.</li>
</ul>
<h3>19. Novos Leilões do EcoInvest</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> programa de proteção cambial e mobilização de investimentos estrangeiros em projetos sustentáveis.</li>
<li><strong>Status:</strong> sancionada a Lei 14.995/2024 e realizado o primeiro leilão do programa com ampla adesão. Em preparação os novos leilões do programa.</li>
</ul>
<h3>20. Compra pública com conteúdo nacional e programa de desafios tecnológicos para a transformação ecológica</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> exigência de que parte dos equipamentos e serviços sejam produzidos no Brasil em casos de compras e financiamentos públicos e uso do poder de compra para desenvolver inovações tecnológicas.</li>
<li><strong>Status:</strong> contratações do PAC, Fundo Clima e fundos regionais passam gradualmente a utilizar regras de conteúdo local. Está em gestação a criação de um programa de desafios tecnológicos associados à transformação ecológica.</li>
</ul>
<h3>21. Estruturação do Fundo Internacional de Florestas</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> criação de fundo global cujos rendimentos sejam repassados a países que preservam suas florestas tropicais.</li>
<li><strong>Status:</strong> incluído na Declaração Final do G20, está em discussão multilateral para viabilizar sua implantação.</li>
</ul>
<h3>22. Implementação da Taxonomia Sustentável Brasileira</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> criação de sistema de classificação de atividades, projetos e ativos# que contribuem para objetivos climáticos e sociais.</li>
<li><strong>Status:</strong> texto está em consulta pública. Implementação prevista a partir do segundo semestre de 2025.</li>
</ul>
<h3>23. Marco legal da inteligência artificial e política de atração de datacenter</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> conjunto de medidas para promover o desenvolvimento responsável da Inteligência Artificial e atração de datacenters sustentáveis, aproveitando o potencial de energia renovável, para impulsionar a produtividade da economia nacional.</li>
<li><strong>Status:</strong> marco legal de IA foi aprovado no Senado Federal em 2024 (PL 2338/2023) e deve começar discussão na Câmara. O Governo está elaborando a Política Nacional de Datacenters.</li>
</ul>
<h3>24. Plano Safra e Renovagro: aprimoramento dos critérios de sustentabilidade</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> melhora das condições de crédito para práticas agrícolas sustentáveis e regularização do cadastro ambiental, além de assistência técnica.</li>
<li><strong>Status:</strong> resoluções CMN já expedidas e novas medidas de aprimoramento nos próximos Planos Safra.</li>
</ul>
<h3>25. Consolidar o mapa de investimentos sustentáveis na BIP (Plataforma de Investimentos para a Transformação Ecológica no Brasil)</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> plataforma gerida pelo BNDES que conecta projetos em bioeconomia, indústria de baixo carbono e transição energética com ampla rede de financiadores.</li>
<li><strong>Status:</strong> projetos já cadastrados totalizam US$ 10 bilhões. Está em curso parceria com CDESS/PR e Cepal para mapeamento e estruturação de novos projetos.</li>
</ul>
<hr>
<h2>REFERÊNCIAS</h2>
<p><strong>AGÊNCIA CÂMARA DE NOTÍCIAS.</strong> Motta recebe de Haddad prioridades do governo na agenda econômica. <em>Câmara dos Deputados.</em> Disponível em: <np-embed url="https://www.camara.leg.br/noticias/1130838-motta-recebe-de-haddad-prioridades-do-governo-na-agenda-economica/"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1130838-motta-recebe-de-haddad-prioridades-do-governo-na-agenda-economica/">https://www.camara.leg.br/noticias/1130838-motta-recebe-de-haddad-prioridades-do-governo-na-agenda-economica/</a></np-embed>. Acesso em: 7 fev. 2025.</p>
<p><strong>AGÊNCIA CÂMARA DE NOTÍCIAS.</strong> Ministro da Fazenda diz que projeto sobre isenção do IR já está pronto. <em>Câmara dos Deputados.</em> Disponível em: <np-embed url="https://www.camara.leg.br/noticias/1131045-ministro-da-fazenda-diz-que-projeto-sobre-isencao-do-ir-ja-esta-pronto/"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1131045-ministro-da-fazenda-diz-que-projeto-sobre-isencao-do-ir-ja-esta-pronto/">https://www.camara.leg.br/noticias/1131045-ministro-da-fazenda-diz-que-projeto-sobre-isencao-do-ir-ja-esta-pronto/</a></np-embed>. Acesso em: 7 fev. 2025.</p>
<p><strong>AGÊNCIA SENADO FEDERAL.</strong> Senado já analisa temas prioritários para a agenda econômica do governo. <em>Senado Federal.</em> Disponível em: <np-embed url="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/02/06/senado-ja-analisa-temas-prioritarios-para-a-agenda-economica-do-governo"><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/02/06/senado-ja-analisa-temas-prioritarios-para-a-agenda-economica-do-governo">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/02/06/senado-ja-analisa-temas-prioritarios-para-a-agenda-economica-do-governo</a></np-embed>. Acesso em: 7 fev. 2025.</p>
<p><strong>BRASIL.</strong> Ministério da Fazenda. Iniciativas para o Benefício de 2025 à 2026. Disponível em: <np-embed url="https://www.camara.leg.br/midias/file/2025/02/25-iniciativas-do-mf-em-2025-e-2026.pdf"><a href="https://www.camara.leg.br/midias/file/2025/02/25-iniciativas-do-mf-em-2025-e-2026.pdf">https://www.camara.leg.br/midias/file/2025/02/25-iniciativas-do-mf-em-2025-e-2026.pdf</a></np-embed>. Acesso em: 7 fev. 2025.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[Bellator Vult]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Como posso dizer? Essas 25 pautas bienais do Ministério da Fazenda (MF) deveriam ter sido liberadas, no mínimo, em dezembro de 2024. Afinal, são assuntos complexos que exigem tempo para a nação — nós, o povo brasileiro — e o Congresso se debruçarem sobre essas pautas com a devida calma. Algo que, sabemos, é um luxo raro na política brasileira.</p>
<p>Mas, mesmo que o MF entregasse essas pautas em dezembro de 2024, já seria um prazo apertado. Agora, liberar as bienais no meio do primeiro trimestre de 2025? Isso só pode ser chamado de uma coisa: pura pilantragem. Não há outro nome. Com um cronograma tão curto, as pautas mal terão tempo para serem escrutinadas e, com certeza, passarão batidas. E o pior: muitas dessas pautas ainda estão em fase de elaboração e discussão. Ou seja, nem sabemos se serão viáveis ou se vão sair conforme o previsto nesse documento.</p>
<p>É uma lambança sem tamanho. Se um plano de negócios fosse apresentado assim a um investidor ou a uma instituição de crédito, com 100% de certeza seria ridicularizado e desconsiderado na hora. Não consigo visualizar o Congresso tendo tempo hábil para lidar com algo desse tipo.</p>
<p>O documento contém gráficos, mas, como não possuem referências de dados, desconsiderei-as. Afinal, sem os dados, para mim são apenas figurinhas para enfeitar o documento.</p>
<p>O documento é simples: uma planilha com 25 ações para serem implementadas no biênio de 2025 a 2026, divididas em três eixos, a saber:</p>
<h3><strong>1. Estabilidade Macroeconômica: Política Fiscal e Justiça Tributária</strong></h3>
<p> O eixo que promete arrumar a bagunça fiscal.</p>
<h3><strong>2. Melhoria do Ambiente de Negócios</strong></h3>
<p>O eixo que promete desburocratizar e modernizar o ambiente de negócios.</p>
<h3><strong>3. Novo Brasil: Plano de Transformação Ecológica</strong></h3>
<p>O eixo que promete implementar pautas Ambientais, Sociais e de Governança (ASG = ESG).</p>
<p>Montei uma tabela para simplificar. Espero que seja de boa apreciação:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th><strong>Nº</strong></th>
<th><strong>Ação</strong></th>
<th><strong>Objetivo</strong></th>
<th><strong>Andamento</strong></th>
</tr>
</thead>
<tbody><tr>
<td>1</td>
<td>Fortalecimento do Arcabouço Fiscal</td>
<td>Garantir crescimento sustentável e controle da dívida pública.</td>
<td>Lei Complementar 200/2023 aprovada; medidas em implementação.</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Reforma Tributária sobre o Consumo</td>
<td>Simplificar impostos e desonerar exportações e investimentos.</td>
<td>EC 132/2023 promulgada; implantação em andamento.</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Regulamentação da Reforma Tributária</td>
<td>Definir gestão do IBS, imposto seletivo e fundos constitucionais.</td>
<td>PLP 108/2024 em tramitação no Senado.</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Reforma Tributária sobre a Renda</td>
<td>Isentar IRPF para rendas até R$ 5 mil e tributar os mais ricos.</td>
<td>A ser enviado ao Congresso em 2025.</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Limitação dos Supersalários</td>
<td>Reduzir desigualdades salariais no setor público.</td>
<td>EC 135/2024 promulgada; projeto de lei a ser enviado em 2025.</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Reforma da Previdência dos Militares</td>
<td>Reduzir disparidades com o regime civil.</td>
<td>PL 4920/2024 em tramitação.</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Conformidade Tributária e Aduaneira</td>
<td>Valorizar bons contribuintes e penalizar devedores persistentes.</td>
<td>PL 15/2024 em tramitação.</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Aprimoramento da Lei de Falências</td>
<td>Melhorar governança do processo falimentar.</td>
<td>PL 3/2024 aprovado na Câmara; aguardando Senado.</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>Proteção a Investidores no Mercado de Capitais</td>
<td>Proteger investidores minoritários.</td>
<td>PL 2925/2023 aguardando relator na Câmara.</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Consolidação Legal das Infraestruturas Financeiras</td>
<td>Promover eficiência no sistema financeiro.</td>
<td>PL 2926/2023 aprovado na Câmara; aguardando Senado.</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>Resolução Bancária</td>
<td>Aprimorar regimes de liquidação de instituições financeiras.</td>
<td>PLP 281/2019 aguardando apreciação.</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>Mercado de Crédito</td>
<td>Desjudicializar execuções e modernizar operações de crédito.</td>
<td>PL 6204/2019 em tramitação no Senado; Discução e elaboração no Executivo.</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>Regulamentação das Big Techs</td>
<td>Coibir práticas anticoncorrenciais no mercado digital.</td>
<td>Em elaboração pelo Executivo.</td>
</tr>
<tr>
<td>14</td>
<td>Modernização do Marco Legal de Preços de Medicamentos</td>
<td>Revisar regras de precificação de medicamentos.</td>
<td>Em análise pela CMED.</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>Pé-de-Meia</td>
<td>Permitir que alunos invistam benefícios do ensino médio.</td>
<td>Em elaboração pelo Executivo.</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>Modernização do Regime de Concessões e PPPs</td>
<td>Aprimorar contratos de serviços públicos e parcerias.</td>
<td>PL 7063/2017 em tramitação na Câmara.</td>
</tr>
<tr>
<td>17</td>
<td>Títulos Sustentáveis</td>
<td>Financiar projetos ecológicos com títulos verdes.</td>
<td>Duas emissões realizadas (US$ 4 bilhões).</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>Mercado de Carbono</td>
<td>Criar mercado regulado de carbono no Brasil.</td>
<td>Lei 15.042/2024 sancionada; regulamentação em preparação.</td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td>Leilões do EcoInvest</td>
<td>Atrair investimentos estrangeiros em projetos sustentáveis.</td>
<td>Primeiro leilão realizado; novos em preparação.</td>
</tr>
<tr>
<td>20</td>
<td>Compra Pública com Conteúdo Nacional</td>
<td>Exigir produção local em compras públicas.</td>
<td>Regras de conteúdo local em implementação.</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>Fundo Internacional de Florestas</td>
<td>Criar fundo global para preservação de florestas tropicais.</td>
<td>Em discussão no G20.</td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td>Taxonomia Sustentável Brasileira</td>
<td>Classificar atividades e projetos sustentáveis.</td>
<td>Em consulta pública; implementação prevista para 2025.</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>Marco Legal da Inteligência Artificial</td>
<td>Promover desenvolvimento responsável da IA.</td>
<td>PL 2338/2023 aprovado no Senado; aguardando Câmara.</td>
</tr>
<tr>
<td>24</td>
<td>Plano Safra e Renovagro</td>
<td>Aprimorar crédito para práticas agrícolas sustentáveis.</td>
<td>Resoluções CMN já expedidas.</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td>Plataforma de Investimentos Sustentáveis (BIP)</td>
<td>Conectar projetos sustentáveis com financiadores.</td>
<td>Projetos cadastrados totalizam US$ 10 bilhões.</td>
</tr>
</tbody></table>
<h2>A onde chegamos</h2>
<p>Acompanhar, destrinchar e analisar cada uma das 25 pautas em tempo hábil é uma tarefa hercúlea – e, sinceramente, quase impossível para uma pessoa só. Afinal, quando se trata de política e economia, tudo muda rápido demais. Provavelmente, quando eu terminar de escrever este artigo, metade das propostas já terá sido alterada, adiada ou esquecida em alguma gaveta.</p>
<p>Mas, como o objetivo aqui é compartilhar conhecimento e reflexões, decidi registrar minhas impressões e notas até onde pude chegar nessas poucas horas de análise. Se você, leitor, se interessar por mergulhar mais fundo no tema, compartilho abaixo o conteúdo completo do documento, organizado para facilitar sua leitura. E, claro, ao final, as referências com os links para você conferir as fontes originais.</p>
<p>Afinal, em um país onde as regras do jogo mudam a cada minuto, a melhor arma que temos é a informação. E, como diz o ditado:&nbsp;<strong>“Quem avisa, amigo é.”</strong></p>
<p><strong>Hora do jabá! Toda ajuda é bem-vinda. Se gostou, comente, compartilhe e, se puder, ajude com o café — e sério, você já viu o preço do café?</strong></p>
<hr>
<h1>MINISTÉRIO DA FAZENDA — INICIATIVAS PARA O BIÊNIO DE 2025 À 2026</h1>
<h2>ESTABILIDADE MACROECONÔMICA: POLÍTICA FISCAL E JUSTIÇA TRIBUTÁRIA</h2>
<img src="https://blossom.primal.net/b5d5a57585c2bcd119adab6bb6a7052dcf443ec755fe754bf9f6071db2a7d056.png">

<h3>1. Fortalecimento do arcabouço fiscal, para assegurar expansão sustentável do PIB, desemprego e inflação baixos e estabilidade da dívida</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> adequação da dinâmica de crescimento de gastos aos limites do Novo Arcabouço Fiscal, para fortalecê-lo e assegurar sustentabilidade da dívida pública.</li>
<li><strong>Status:</strong> aprovada a Lei Complementar 200/2023; Pacote de gastos aprovado no fim de 2024 a partir da promulgação da EC 135/2024, Lei Complementar 211/2024 e Lei 15.077/2024; implementação e acompanhamento de medidas aprovadas e política permanente de revisão de despesas.</li>
</ul>
<h3>2. Início da implantação da reforma tributária sobre o consumo</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> mudança na sistemática de tributação sobre consumo, simplificando o sistema e desonerando exportações e investimentos.</li>
<li><strong>Status:</strong> promulgada a Emenda Constitucional 132/2023, sancionada a Lei Complementar 214/2025 e início das etapas de implantação administrativa.</li>
</ul>
<h3>3. Regulamentação da reforma tributária: Lei de Gestão e Administração do IBS, Fundos e Imposto Seletivo</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> outros aspectos da EC 132/2023 ainda exigem regulamentação, como a gestão federativa do IBS, as regras para o imposto seletivo e os fundos constitucionais definidos pela reforma tributária.</li>
<li><strong>Status:</strong> PLP 108/2024 em tramitação no Senado Federal; Projeto de lei do imposto seletivo e projetos de lei de regulamentação dos Fundos serão enviados em 2025.</li>
</ul>
<h3>4. Reforma tributária sobre a renda com isenção de IRPF para quem ganha até R$ 5 mil e tributação sobre o topo da pirâmide de renda</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> reforma dos impostos diretos para corrigir assimetrias no IRPF, tornando-o mais progressivo e redutor de desigualdades. A reforma propõe isenção de IRPF para renda até R$ 5 mil e a implementação de um imposto mínimo sobre contribuintes de renda muito alta, assegurando que os brasileiros no topo da pirâmide contribuam de forma justa.</li>
<li><strong>Status:</strong> a ser enviado ao Congresso Nacional em 2025.</li>
</ul>
<h3>5. Limitação dos supersalários</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> medida para combater supersalários no setor público, reduzindo desigualdades entre carreiras. Institucionalizada pela EC 135/2024, que determina que apenas descontos expressamente previstos em lei podem excepcionar o limite remuneratório.</li>
<li><strong>Status:</strong> EC 135/2024 promulgada e projeto de lei a ser enviado em 2025.</li>
</ul>
<h3>6. Reforma da previdência dos militares</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> alterações na previdência militar para reduzir disparidades com os regimes civis, incluindo a definição de idade mínima para reserva remunerada, contribuições para assistência médico-hospitalar e social, além de eliminar a pensão por "morte ficta" e a reversão de pensão para beneficiários de ordens subsequentes.</li>
<li><strong>Status:</strong> PL 4920/2024 em tramitação no Congresso Nacional.</li>
</ul>
<h3>7. Projeto de lei da conformidade tributária e aduaneira, com valorização do bom contribuinte e responsabilização do devedor contumaz</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> proposta que corrige distorções na arrecadação, valoriza contribuintes cumpridores e penaliza devedores persistentes, melhorando a gestão fiscal da União. Inclui programas de conformidade e estabelece condições para benefícios fiscais.</li>
<li><strong>Status:</strong> PL 15/2024 em tramitação no Congresso Nacional.</li>
</ul>
<h2>MELHORIA DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS</h2>
<img src="https://blossom.primal.net/2756dbbe819ccd3e090460c0a6fb2c9bb61e4e978c5344f9b535779a3d18fa1a.png">

<h3>8. Aprimoramento da Lei de Falências</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> aprimora a governança do processo falimentar, com designação da figura do gestor fiduciário e a criação do plano de falências.</li>
<li><strong>Status:</strong> aprovado o PL 3/2024 na Câmara dos Deputados. Aguardando apreciação no Senado Federal.</li>
</ul>
<h3>9. Fortalecimento da proteção a investidores no mercado de capitais</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> aprimora mecanismos de proteção a investidores minoritários no mercado de capitais e aperfeiçoa regras contra eventuais prejuízos causados por acionistas controladores.</li>
<li><strong>Status:</strong> PL 2925/2023 aguardando designação de relator na Câmara dos Deputados.</li>
</ul>
<h3>10. Consolidação legal das infraestruturas do mercado financeiro</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> dispõe sobre as instituições operadoras de infraestruturas do mercado financeiro no âmbito do Sistema de Pagamentos Brasileiro, promovendo maior eficiência nas operações entre as instituições financeiras, com menores custos e mais segurança aos consumidores finais.</li>
<li><strong>Status:</strong> aprovado o PL 2926/2023 na Câmara dos Deputados. Aguardando apreciação pelo Senado Federal.</li>
</ul>
<h3>11. Resolução bancária</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> aprimora e homogeniza regimes de estabilização e liquidação de instituições do sistema financeiro, securitário e do mercado de capitais.</li>
<li><strong>Status:</strong> PLP 281/2019 aguardando apreciação na Câmara.</li>
</ul>
<h3>12. Mercado de crédito</h3>
<ul>
<li><em>Resumo</em>:<ol>
<li>desjudicialização da execução civil de título executivo judicial e extrajudicial;</li>
<li>operacionalização das operações de crédito consignado por meio de plataforma digital;</li>
<li>uso de fluxo de pagamentos no Pix e outros recebíveis em garantia de operações de crédito, especialmente para MPEs;</li>
<li>ecossistema único para registro e uso de ativos financeiros como garantia em operações de crédito (open asset).</li>
</ol>
</li>
<li><em>Status</em>:<ol>
<li>PL 6204/2019 em tramitação no Senado Federal;</li>
<li>em elaboração pelo Executivo;</li>
<li>e 4. regulamentação e operacionalização em discussão no Executivo.</li>
</ol>
</li>
</ul>
<h3>13. Regulamentação econômica das Big Techs</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> projeto de Lei para incentivar a concorrência ao dotar o poder público de ferramentas mais adequadas para coibir práticas anticoncorrenciais nos mercados digitais.</li>
<li><strong>Status:</strong> em elaboração pelo Executivo.</li>
</ul>
<h3>14. Modernização do marco legal de preços de medicamentos</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> revisão da regulação da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), para modernizar regras de precificação, contemplando medicamentos de alto custo e inovações feitas pela indústria nacional, buscando aprimorar a gestão dos recursos públicos, especialmente no atendimento de demandas judiciais.</li>
<li><strong>Status:</strong> proposta em análise pela CMED (Poder Executivo).</li>
</ul>
<h3>15. Pé-de-Meia: permissão ao aluno investir em poupança ou títulos do Tesouro</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> permite ao aluno investir antecipadamente os benefícios que seriam resgatados somente ao final do ensino médio, a fim de promover a educação financeira e possibilitar o aumento dos benefícios com a rentabilidade auferida no período.</li>
<li><strong>Status:</strong> em elaboração pelo Executivo.</li>
</ul>
<h3>16. Modernização do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos e das parcerias público-privadas</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> reforma substancial do marco legal para aprimorar o equilíbrio econômico dos contratos, melhorar o processo de seleção das empresas, prever repartição objetiva de riscos e aprimorar a segurança jurídica dos contratos.</li>
<li><strong>Status:</strong> Projeto de Lei 7063/2017 em tramitação na Câmara dos Deputados.</li>
</ul>
<h2>NOVO BRASIL: PLANO DE TRANSFORMAÇÃO ECOLÓGICA</h2>
<img src="https://blossom.primal.net/d9a29dd6aa09bd93dfd7dcb8dbb7b6edb314b2cb68e6b6624b5845fed0274104.png">

<h3>17. Nova emissão de títulos sustentáveis, trazendo recursos ao Fundo Clima</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> títulos da dívida pública com critérios de sustentabilidade para financiar atividades da transformação ecológica com taxa de juros competitivas.</li>
<li><strong>Status:</strong> Duas emissões já realizadas, totalizando US$ 4 bilhões. Novas rodadas de emissões planejadas.</li>
</ul>
<h3>18. Avanço na implantação do mercado de carbono (governança e decreto regulamentador)</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> criação do mercado regulado de carbono no Brasil, com teto de emissões e mecanismo de precificação.</li>
<li><strong>Status:</strong> sancionada a Lei 15.042/2024, em preparação as regras de governança e a regulamentação da lei.</li>
</ul>
<h3>19. Novos Leilões do EcoInvest</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> programa de proteção cambial e mobilização de investimentos estrangeiros em projetos sustentáveis.</li>
<li><strong>Status:</strong> sancionada a Lei 14.995/2024 e realizado o primeiro leilão do programa com ampla adesão. Em preparação os novos leilões do programa.</li>
</ul>
<h3>20. Compra pública com conteúdo nacional e programa de desafios tecnológicos para a transformação ecológica</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> exigência de que parte dos equipamentos e serviços sejam produzidos no Brasil em casos de compras e financiamentos públicos e uso do poder de compra para desenvolver inovações tecnológicas.</li>
<li><strong>Status:</strong> contratações do PAC, Fundo Clima e fundos regionais passam gradualmente a utilizar regras de conteúdo local. Está em gestação a criação de um programa de desafios tecnológicos associados à transformação ecológica.</li>
</ul>
<h3>21. Estruturação do Fundo Internacional de Florestas</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> criação de fundo global cujos rendimentos sejam repassados a países que preservam suas florestas tropicais.</li>
<li><strong>Status:</strong> incluído na Declaração Final do G20, está em discussão multilateral para viabilizar sua implantação.</li>
</ul>
<h3>22. Implementação da Taxonomia Sustentável Brasileira</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> criação de sistema de classificação de atividades, projetos e ativos# que contribuem para objetivos climáticos e sociais.</li>
<li><strong>Status:</strong> texto está em consulta pública. Implementação prevista a partir do segundo semestre de 2025.</li>
</ul>
<h3>23. Marco legal da inteligência artificial e política de atração de datacenter</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> conjunto de medidas para promover o desenvolvimento responsável da Inteligência Artificial e atração de datacenters sustentáveis, aproveitando o potencial de energia renovável, para impulsionar a produtividade da economia nacional.</li>
<li><strong>Status:</strong> marco legal de IA foi aprovado no Senado Federal em 2024 (PL 2338/2023) e deve começar discussão na Câmara. O Governo está elaborando a Política Nacional de Datacenters.</li>
</ul>
<h3>24. Plano Safra e Renovagro: aprimoramento dos critérios de sustentabilidade</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> melhora das condições de crédito para práticas agrícolas sustentáveis e regularização do cadastro ambiental, além de assistência técnica.</li>
<li><strong>Status:</strong> resoluções CMN já expedidas e novas medidas de aprimoramento nos próximos Planos Safra.</li>
</ul>
<h3>25. Consolidar o mapa de investimentos sustentáveis na BIP (Plataforma de Investimentos para a Transformação Ecológica no Brasil)</h3>
<ul>
<li><strong>Resumo:</strong> plataforma gerida pelo BNDES que conecta projetos em bioeconomia, indústria de baixo carbono e transição energética com ampla rede de financiadores.</li>
<li><strong>Status:</strong> projetos já cadastrados totalizam US$ 10 bilhões. Está em curso parceria com CDESS/PR e Cepal para mapeamento e estruturação de novos projetos.</li>
</ul>
<hr>
<h2>REFERÊNCIAS</h2>
<p><strong>AGÊNCIA CÂMARA DE NOTÍCIAS.</strong> Motta recebe de Haddad prioridades do governo na agenda econômica. <em>Câmara dos Deputados.</em> Disponível em: <np-embed url="https://www.camara.leg.br/noticias/1130838-motta-recebe-de-haddad-prioridades-do-governo-na-agenda-economica/"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1130838-motta-recebe-de-haddad-prioridades-do-governo-na-agenda-economica/">https://www.camara.leg.br/noticias/1130838-motta-recebe-de-haddad-prioridades-do-governo-na-agenda-economica/</a></np-embed>. Acesso em: 7 fev. 2025.</p>
<p><strong>AGÊNCIA CÂMARA DE NOTÍCIAS.</strong> Ministro da Fazenda diz que projeto sobre isenção do IR já está pronto. <em>Câmara dos Deputados.</em> Disponível em: <np-embed url="https://www.camara.leg.br/noticias/1131045-ministro-da-fazenda-diz-que-projeto-sobre-isencao-do-ir-ja-esta-pronto/"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1131045-ministro-da-fazenda-diz-que-projeto-sobre-isencao-do-ir-ja-esta-pronto/">https://www.camara.leg.br/noticias/1131045-ministro-da-fazenda-diz-que-projeto-sobre-isencao-do-ir-ja-esta-pronto/</a></np-embed>. Acesso em: 7 fev. 2025.</p>
<p><strong>AGÊNCIA SENADO FEDERAL.</strong> Senado já analisa temas prioritários para a agenda econômica do governo. <em>Senado Federal.</em> Disponível em: <np-embed url="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/02/06/senado-ja-analisa-temas-prioritarios-para-a-agenda-economica-do-governo"><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/02/06/senado-ja-analisa-temas-prioritarios-para-a-agenda-economica-do-governo">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/02/06/senado-ja-analisa-temas-prioritarios-para-a-agenda-economica-do-governo</a></np-embed>. Acesso em: 7 fev. 2025.</p>
<p><strong>BRASIL.</strong> Ministério da Fazenda. Iniciativas para o Benefício de 2025 à 2026. Disponível em: <np-embed url="https://www.camara.leg.br/midias/file/2025/02/25-iniciativas-do-mf-em-2025-e-2026.pdf"><a href="https://www.camara.leg.br/midias/file/2025/02/25-iniciativas-do-mf-em-2025-e-2026.pdf">https://www.camara.leg.br/midias/file/2025/02/25-iniciativas-do-mf-em-2025-e-2026.pdf</a></np-embed>. Acesso em: 7 fev. 2025.</p>
]]></itunes:summary>
      <itunes:image href="https://blossom.primal.net/09699fe1bdf6f0c97ebf010d55ec86cbc4cd50bb779b6189716b60b94077c22e.png"/>
      </item>
      
      </channel>
      </rss>
    