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      <pubDate>Fri, 18 Oct 2024 06:52:45 GMT</pubDate>
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      <title><![CDATA[Silk Road (2021)]]></title>
      <description><![CDATA[Que Libertários não são vistos com bons olhos por Hollywood nós já sabemos mas  não esperávamos um roteiro tão preguiçoso. Contém Spoilers, então se você não viu, não precisa ver. ]]></description>
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      <pubDate>Fri, 18 Oct 2024 06:52:45 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[Otavio]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Silk Road:  Mercado Clandestino (2021) é um filme Norte-Americano que conta a história de Ross Ulbricht e seu site da Dark Web, Silk Road. E por mais que o roteiro queira deixar claro que Ross é Libertário desde o começo, com citações de Mises a questionamentos quanto à legitimidade moral das Leis Juspositivistas, ele erra justamente na forma como conta a história. </p>
<p>Esse filme é ruim porque retrata o protagonista, que embora tenha 27 anos (em 2011), age como um adolescente abobado que quer salvar o mundo das garras satânicas do Estado. E o roteiro faz isso reforçando todos os estereótipos que os ancaps possuem como quando Julia se surpreende com o fato de "ter dormido com um Libertário" fazendo alusão à piada de que Ancaps não têm relações sexuais casuais, ou quando o pai de Ross praticamente chama ele de vagabundo - fazendo alusão à piada de  Ancaps serem um bando de desocupados sustentados pelos pais. </p>
<p>Mas o que mais chama a atenção é o fato dos roteiristas realmente não fazerem o menor esforço para criar algo realmente interessante e original para contar a história do Ross. </p>
<p>Vai ver eles pensaram: "Vamos fazer esse jovem inspirado no Mark Zuckerberg, como se ele fosse um estudante de Física em alguma Universidade mequetrefe do Texas e resolvesse ler Mises e outros autores da Escola Austríaca. Vamos por um conflito nele entre ser um empresário que bate de frente com o Estado e ter uma namoradinha, já que Ancaps geralmente não têm namorada. Aí a namoradinha dele se empolga porque ele tá ganhando muito dinheiro e sugere que ele entre em contato com um jornalista para o site ficar famoso no País inteiro, enquanto ele vai se doxxando no processo."</p>
<p>A medida que o tempo passa ele fica tão obsecado pelo site que perde a namoradinha e a sanidade no caminho. It's Over. Assim como Mark Zuckerberg não curtiu o personagem dele do filme a Rede Social (2003) o Ross, além de ver o Sol nascer quadrado até morrer tem que se contentar com seu personagem sendo gado da mina lá que mal sabia o que era Libertarianismo. Em a Rede Social (2003) isso funciona porque é relatado em Bilionários por Acaso de Ben Mezrich, que Mark Zuckerberg e seu amigo brasileiro Eduardo Saverin criaram o Facebook praticamente para "pegar mulher". Mark anteriormente tinha criado o Facemash que era basicamente um site para os rapazes de Harvard escolherem entre duas alunas, qual era a mais atraente. Mark quase foi expulso por causa do Facemash e teve que pedir desculpas publicamente. Então faz sentido aquele final onde Mark envia uma solicitação de amizade para uma aluna de Havard criada pelos Roteiristas. Mas isso não deveria acontecer em Silk Road porque Ross Ulbritch não é um Mark Zuckerberg Libertário. Se bobear o filme sobre o Terry Davis também terá um interesse amoroso só para ficar ali dizendo o quão gênio ele era, até ele enlouquecer e ela acabar se casando com um atendente do Walmart de Seattle. </p>
<p><img src="https://image.nostr.build/2cc4e999597b10338801a3e277a674aaddd061d8020d5f111c3574d2fd107984.jpg" alt="image"></p>
<p>Isso realmente me irrita. O filme passa muito tempo enfatizando que Ross tem vários amigos e parentes que o amam muito e querem o seu bem, mas Ross está ocupado demais cuidando de sua valiosa empresa que roda no Tor. Além disso, Ross realmente age como se tivesse certeza que nunca seria pego. O que é um tremendo absurdo. Mesmo vendo políticos discursando na TV a favor do fechamento do site (porque ele intencionalmente criou o site para compra e venda de drogas e muitos jovens estavam morrendo por abusar das drogas), Ross acredita que pelo fato da guerra às drogas ter falhado, isso  significa que ele não seria caçado pela NSA ou FBI. Então ele continua usando o site sem se preocupar muito com quem conversa no chat ou com o que estão fazendo para que a identidade do <em>Dread Pirate Roberts</em> nunca seja desmascarada. </p>
<p>O filme tenta induzir quem assiste a pensar que Ross foi enganado pelo agente quase aposentado do FBI, mas mesmo que esse agente não fosse um Boomer e soubesse o que é Bitcoin, não mudaria nada na história porque o problema é como a personalidade infantil do Ross é apresentada em tela.  E por mais que ele tenha sido avisado pela sua namorada Júlia que o que ele estava fazendo era ilegal e por mais que ela tenha se  afastando dele por ele agir com insensibilidade pelas vítimas que morreram por causa do tráfico de drogas viabilizado pelo site, ele faz uma incrível cara de surpresa quando é preso. Não tem suspensão de descrença que me faça ignorar aquela cena. </p>
<p>No fim, já preso, ele justifica sua ignorância dizendo que só queria que as pessoas tivessem Liberdade, mas não fazia ideia do que as pessoas fariam com essa liberdade. E que se ele não fizesse nada por medo da tirania do Estado,  já tinha perdido. Deixando bem claro que esse é um filme Norte-Americano e como um bom filme Norte-Americano o Bem venceu o Mal e os Heróis Policiais brilham mais uma vez. </p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[Otavio]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Silk Road:  Mercado Clandestino (2021) é um filme Norte-Americano que conta a história de Ross Ulbricht e seu site da Dark Web, Silk Road. E por mais que o roteiro queira deixar claro que Ross é Libertário desde o começo, com citações de Mises a questionamentos quanto à legitimidade moral das Leis Juspositivistas, ele erra justamente na forma como conta a história. </p>
<p>Esse filme é ruim porque retrata o protagonista, que embora tenha 27 anos (em 2011), age como um adolescente abobado que quer salvar o mundo das garras satânicas do Estado. E o roteiro faz isso reforçando todos os estereótipos que os ancaps possuem como quando Julia se surpreende com o fato de "ter dormido com um Libertário" fazendo alusão à piada de que Ancaps não têm relações sexuais casuais, ou quando o pai de Ross praticamente chama ele de vagabundo - fazendo alusão à piada de  Ancaps serem um bando de desocupados sustentados pelos pais. </p>
<p>Mas o que mais chama a atenção é o fato dos roteiristas realmente não fazerem o menor esforço para criar algo realmente interessante e original para contar a história do Ross. </p>
<p>Vai ver eles pensaram: "Vamos fazer esse jovem inspirado no Mark Zuckerberg, como se ele fosse um estudante de Física em alguma Universidade mequetrefe do Texas e resolvesse ler Mises e outros autores da Escola Austríaca. Vamos por um conflito nele entre ser um empresário que bate de frente com o Estado e ter uma namoradinha, já que Ancaps geralmente não têm namorada. Aí a namoradinha dele se empolga porque ele tá ganhando muito dinheiro e sugere que ele entre em contato com um jornalista para o site ficar famoso no País inteiro, enquanto ele vai se doxxando no processo."</p>
<p>A medida que o tempo passa ele fica tão obsecado pelo site que perde a namoradinha e a sanidade no caminho. It's Over. Assim como Mark Zuckerberg não curtiu o personagem dele do filme a Rede Social (2003) o Ross, além de ver o Sol nascer quadrado até morrer tem que se contentar com seu personagem sendo gado da mina lá que mal sabia o que era Libertarianismo. Em a Rede Social (2003) isso funciona porque é relatado em Bilionários por Acaso de Ben Mezrich, que Mark Zuckerberg e seu amigo brasileiro Eduardo Saverin criaram o Facebook praticamente para "pegar mulher". Mark anteriormente tinha criado o Facemash que era basicamente um site para os rapazes de Harvard escolherem entre duas alunas, qual era a mais atraente. Mark quase foi expulso por causa do Facemash e teve que pedir desculpas publicamente. Então faz sentido aquele final onde Mark envia uma solicitação de amizade para uma aluna de Havard criada pelos Roteiristas. Mas isso não deveria acontecer em Silk Road porque Ross Ulbritch não é um Mark Zuckerberg Libertário. Se bobear o filme sobre o Terry Davis também terá um interesse amoroso só para ficar ali dizendo o quão gênio ele era, até ele enlouquecer e ela acabar se casando com um atendente do Walmart de Seattle. </p>
<p><img src="https://image.nostr.build/2cc4e999597b10338801a3e277a674aaddd061d8020d5f111c3574d2fd107984.jpg" alt="image"></p>
<p>Isso realmente me irrita. O filme passa muito tempo enfatizando que Ross tem vários amigos e parentes que o amam muito e querem o seu bem, mas Ross está ocupado demais cuidando de sua valiosa empresa que roda no Tor. Além disso, Ross realmente age como se tivesse certeza que nunca seria pego. O que é um tremendo absurdo. Mesmo vendo políticos discursando na TV a favor do fechamento do site (porque ele intencionalmente criou o site para compra e venda de drogas e muitos jovens estavam morrendo por abusar das drogas), Ross acredita que pelo fato da guerra às drogas ter falhado, isso  significa que ele não seria caçado pela NSA ou FBI. Então ele continua usando o site sem se preocupar muito com quem conversa no chat ou com o que estão fazendo para que a identidade do <em>Dread Pirate Roberts</em> nunca seja desmascarada. </p>
<p>O filme tenta induzir quem assiste a pensar que Ross foi enganado pelo agente quase aposentado do FBI, mas mesmo que esse agente não fosse um Boomer e soubesse o que é Bitcoin, não mudaria nada na história porque o problema é como a personalidade infantil do Ross é apresentada em tela.  E por mais que ele tenha sido avisado pela sua namorada Júlia que o que ele estava fazendo era ilegal e por mais que ela tenha se  afastando dele por ele agir com insensibilidade pelas vítimas que morreram por causa do tráfico de drogas viabilizado pelo site, ele faz uma incrível cara de surpresa quando é preso. Não tem suspensão de descrença que me faça ignorar aquela cena. </p>
<p>No fim, já preso, ele justifica sua ignorância dizendo que só queria que as pessoas tivessem Liberdade, mas não fazia ideia do que as pessoas fariam com essa liberdade. E que se ele não fizesse nada por medo da tirania do Estado,  já tinha perdido. Deixando bem claro que esse é um filme Norte-Americano e como um bom filme Norte-Americano o Bem venceu o Mal e os Heróis Policiais brilham mais uma vez. </p>
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      <title><![CDATA[The Flash (2023)]]></title>
      <description><![CDATA[O Porteiro de Condomínio Walter Hamada passou o turno para seu colega de trabalho James Gunn. Mas  James Gunn não percebeu que o vaso sanitário do banheiro da portaria estava cheio de surpresas. Vamos analisar essa obra cinematográfica da Warner Bros. Pictures feita às coxas para os fans de Quadrinhos e do falido DCEU. ]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[O Porteiro de Condomínio Walter Hamada passou o turno para seu colega de trabalho James Gunn. Mas  James Gunn não percebeu que o vaso sanitário do banheiro da portaria estava cheio de surpresas. Vamos analisar essa obra cinematográfica da Warner Bros. Pictures feita às coxas para os fans de Quadrinhos e do falido DCEU. ]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Sat, 12 Oct 2024 01:53:42 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[Otavio]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Piadas com o fato do Barry Allen nunca ter tido relação sexual na vida e não conseguir falar com garotas são coisas que fazem The Flash ser uma sopa sem pimenta.<br>Fora as aparições da Diana para salvar o Batman. Incrível como isso não soou forçado em BvS mas em outros filmes o Bruce parece um retardado vestido de Morcego.<br>Por falar em Morcego, parece que a intensão desse filme é dizer que o verdadeiro Batman é o do Michael Keaton. Esse realmente está muito bom, apesar de envelhecido. Mas não salva o filme. </p>
<p>A Supergirl da Sasha Calle "não fede nem cheira". Ela apenas está lá. Deve ser por isso que ela morre várias vezes, da forma mais patética possível e você Literalmente não se importa. Se fosse a Bruna Marquezine talvez o Telespectador brasileiro se solidarizaria  mais com essa personagem, eu digo talvez porque a Bruna Marquezine tem muitos gados mas não tanto quanto a Gal Gadot. </p>
<p>Mas você deve estar se perguntando: E o Zod? E o plot final? E a cena pós crédito? E o futuro do DCEU? Pois é meus amigos. Sabemos que o webpedófilo James Gunn  resolveu anunciar um Soft Reboot antes do lançamento de The Flash e Aquaman 2 por pura Burrice, mas o Enredo de The Flash pelo menos nos faz o favor de explicar que na batalha de Metrópoles em Man of Stell, o Superman salvou o Planeta da máquina de terraformar e que milhares de pessoas morreram não por causa do Superman lutando com o Zod e sim porque o Zod, Faora e Nam-Ek queriam matar o máximo de pessoas possível (algo que a própria Faora disse em Man of Steell mas muita gente que ainda não tem o cérebro formado insiste em distorcer para por a culpa do Superman do Snyder pelas mortes dos cidadãos de Metrópoles).  Ainda bem que isso é resolvido aqui, onde o Barry normal diz para o Barry retardado que "não tinha o que fazer", muitas pessoas morreram e isso foi consequência da invasão do General Zod, que ainda jurou de morte o Superman caso desistisse da luta final. </p>
<p>Falando em Barry Retardado, o Roteiro brinca com o fato do Barry Allen ser irritante em Liga da Justica (2017) a ponto do Barry de The Flash (2023) entender o quanto ele era irritante e burro nos outros filmes (até em Liga da Justica de Zack Snyder ele é meio lelé da cuca, vamos combinar). Tirando o CGI mal feito e a atuação cansada do Ben Affleck, podemos concluir que esse filme é uma tentativa de mostrar o quão limitado é o Flash em Live Action. A atuação do problemático Ezra Miller é até razoável.  Mas o pior do filme com certeza é a Íris West querer sair com ele sem Literalmente não entender nada do que ele diz. Algo que só acontece nos filmes e seriados da Nickelodeon. Vai ver ela pensou: </p>
<blockquote>
<p>"Esse rapaz sofreu muito porque sua mãe foi friamente assassinada e seu pai foi preso injustamente, e por isso hoje, além do trauma, ele não desenvolveu a capacidade de falar direito. Coitado, não consegue completar uma frase sem gaguejar e ou se contradizer, ele é perfeito pra mim". </p>
</blockquote>
<p>Fora o Barry retardado que é gado e fica filmando a Kara voando e se justifica dizendo: "Nossos filhos irão querer ver isso." Ainda bem que esse Barry  morre porque senão ele provavelmente se casaria com a Iris e esse Universo teria mais uma mãe solteira. </p>
<p>The Flash erra demais em trazer de volta super vilões amados pelos fans sem dar a eles nenhuma profundidade ou contexto (tipo Zod chega na Terra como, se o Clark  não ativou a nave que daria a localização da Terra????) mas acerta no tom emocional principalmente quando Barry precisava desfazer as cagadas que fez e se segurar para não querer ficar na realidade onde sua mãe ainda está viva e seu pai é um homem livre. Apesar desse plot final soar como "se você cresceu com o amor e o cuidado da sua mãe você pode se tornar uma pessoa problemática e imatura ou se você cresceu sem mãe e com pai ausente você pode se tornar alguém mais virtuoso disposto a melhorar a cada dia",  sem sombra de dúvidas, é um plot emocionante e marcante. Carregado de boas atuações e uma boa edição de som. Por isso concluo está análise que ninguém pediu afirmando que The Flash não é completamente horroroso como Aves Rapina (difícil superar aquele xorume) mas não deixa de ter problemas como o humor 'ala Marvel Studios' que a DC vem apostando. </p>
<p>No mais vá assistir na Max pela nostalgia do Batman do Michael Keaton, referências a recasts em de Volta para o Futuro e não pense muito, afinal filmes de Super Heróis adaptados de Histórias em Quadrinhos são apenas abstrações. Obras Cinematográficas que você assiste para esquecer por 2 horas dos 6 meses que você trabalha para sustentar o Estado. </p>
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      <itunes:author><![CDATA[Otavio]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Piadas com o fato do Barry Allen nunca ter tido relação sexual na vida e não conseguir falar com garotas são coisas que fazem The Flash ser uma sopa sem pimenta.<br>Fora as aparições da Diana para salvar o Batman. Incrível como isso não soou forçado em BvS mas em outros filmes o Bruce parece um retardado vestido de Morcego.<br>Por falar em Morcego, parece que a intensão desse filme é dizer que o verdadeiro Batman é o do Michael Keaton. Esse realmente está muito bom, apesar de envelhecido. Mas não salva o filme. </p>
<p>A Supergirl da Sasha Calle "não fede nem cheira". Ela apenas está lá. Deve ser por isso que ela morre várias vezes, da forma mais patética possível e você Literalmente não se importa. Se fosse a Bruna Marquezine talvez o Telespectador brasileiro se solidarizaria  mais com essa personagem, eu digo talvez porque a Bruna Marquezine tem muitos gados mas não tanto quanto a Gal Gadot. </p>
<p>Mas você deve estar se perguntando: E o Zod? E o plot final? E a cena pós crédito? E o futuro do DCEU? Pois é meus amigos. Sabemos que o webpedófilo James Gunn  resolveu anunciar um Soft Reboot antes do lançamento de The Flash e Aquaman 2 por pura Burrice, mas o Enredo de The Flash pelo menos nos faz o favor de explicar que na batalha de Metrópoles em Man of Stell, o Superman salvou o Planeta da máquina de terraformar e que milhares de pessoas morreram não por causa do Superman lutando com o Zod e sim porque o Zod, Faora e Nam-Ek queriam matar o máximo de pessoas possível (algo que a própria Faora disse em Man of Steell mas muita gente que ainda não tem o cérebro formado insiste em distorcer para por a culpa do Superman do Snyder pelas mortes dos cidadãos de Metrópoles).  Ainda bem que isso é resolvido aqui, onde o Barry normal diz para o Barry retardado que "não tinha o que fazer", muitas pessoas morreram e isso foi consequência da invasão do General Zod, que ainda jurou de morte o Superman caso desistisse da luta final. </p>
<p>Falando em Barry Retardado, o Roteiro brinca com o fato do Barry Allen ser irritante em Liga da Justica (2017) a ponto do Barry de The Flash (2023) entender o quanto ele era irritante e burro nos outros filmes (até em Liga da Justica de Zack Snyder ele é meio lelé da cuca, vamos combinar). Tirando o CGI mal feito e a atuação cansada do Ben Affleck, podemos concluir que esse filme é uma tentativa de mostrar o quão limitado é o Flash em Live Action. A atuação do problemático Ezra Miller é até razoável.  Mas o pior do filme com certeza é a Íris West querer sair com ele sem Literalmente não entender nada do que ele diz. Algo que só acontece nos filmes e seriados da Nickelodeon. Vai ver ela pensou: </p>
<blockquote>
<p>"Esse rapaz sofreu muito porque sua mãe foi friamente assassinada e seu pai foi preso injustamente, e por isso hoje, além do trauma, ele não desenvolveu a capacidade de falar direito. Coitado, não consegue completar uma frase sem gaguejar e ou se contradizer, ele é perfeito pra mim". </p>
</blockquote>
<p>Fora o Barry retardado que é gado e fica filmando a Kara voando e se justifica dizendo: "Nossos filhos irão querer ver isso." Ainda bem que esse Barry  morre porque senão ele provavelmente se casaria com a Iris e esse Universo teria mais uma mãe solteira. </p>
<p>The Flash erra demais em trazer de volta super vilões amados pelos fans sem dar a eles nenhuma profundidade ou contexto (tipo Zod chega na Terra como, se o Clark  não ativou a nave que daria a localização da Terra????) mas acerta no tom emocional principalmente quando Barry precisava desfazer as cagadas que fez e se segurar para não querer ficar na realidade onde sua mãe ainda está viva e seu pai é um homem livre. Apesar desse plot final soar como "se você cresceu com o amor e o cuidado da sua mãe você pode se tornar uma pessoa problemática e imatura ou se você cresceu sem mãe e com pai ausente você pode se tornar alguém mais virtuoso disposto a melhorar a cada dia",  sem sombra de dúvidas, é um plot emocionante e marcante. Carregado de boas atuações e uma boa edição de som. Por isso concluo está análise que ninguém pediu afirmando que The Flash não é completamente horroroso como Aves Rapina (difícil superar aquele xorume) mas não deixa de ter problemas como o humor 'ala Marvel Studios' que a DC vem apostando. </p>
<p>No mais vá assistir na Max pela nostalgia do Batman do Michael Keaton, referências a recasts em de Volta para o Futuro e não pense muito, afinal filmes de Super Heróis adaptados de Histórias em Quadrinhos são apenas abstrações. Obras Cinematográficas que você assiste para esquecer por 2 horas dos 6 meses que você trabalha para sustentar o Estado. </p>
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      <title><![CDATA[Homem de Aço (2013)]]></title>
      <description><![CDATA[Essa análise contém spoilers. Você foi avisado. ]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[Essa análise contém spoilers. Você foi avisado. ]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Thu, 10 Oct 2024 05:11:34 GMT</pubDate>
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      <npub>npub19hvj2zeg7ck8cj2p2az5y0gplllhgzzdu0khu5fhnpfmum5jspeqqcdjej</npub>
      <dc:creator><![CDATA[Otavio]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Homem de Aço de Zack Snyder é o resultado de uma longa cobrança dos fans da DC Comics, brigas judiciais e da necessidade de uma reformulação do maior Super-Herói de todos os tempos.</p>
<p>É inegável o sucesso dos quatro filmes estrelados por Christopher Reeve. Superman (1978), de Richard Donner se estabeleceu como padrão para todos os outros filmes de Super-Heróis que vieram posteriormente. Tanto a nível de História quanto a nível de Efeitos Especiais (Vencedor do Oscar por efeitos visuais). Sem contar o marco que Reeve deixou sendo o rosto do Superman para muitos até hoje! Talvez seja por isso que a Warner Bros. Entertainement teve muita dificuldade para continuar lançando filmes do Superman depois do acidente com Reeve em 1995. Por mais que Superman IV - Em Busca da Paz (1987) seja um longa fechado que não deixa pontas soltas para continuações, dizer em voz alta que esse era o último filme do Superman nas telonas soava tenso demais nos ouvidos dos fans mais ferrenhos do Azulão. Até que em meados de 2005 surgiu rumores de que a Warner estava planejando lançar um novo filme do Superman. Surgiram sentimentos de euforia por uns e desconfiança por outros. Um filme ruim do Superman desapontaria muita gente. Até que Superman O Retorno, de Bryan Singer, estreou em 2006 e dividiu opiniões, como esperado. Os pontos positivos foram o elenco privilegiado e o Superman de Christopher Reeve homenageado em sua última ''caracterização''. Os pontos negativos giravam em torno da história. Superman indo verificar pessoalmente se Krypton realmente explodiu? Lex Luthor ainda tinha essa mania de monopolizar territórios? Lois casada? Filho do Superman? Nada disso fazia sentido. Muitos reclamaram na época que o filme era arrastado demais e que depois da cena do avião era inevitável não cair no sono, pois nada demais acontecia.</p>
<p>A Warner ouviu os fans, fez até pesquisa de mercado em lojas de quadrinhos nos EUA e mais uma vez se mostrava disposta a apostar em mais um longa do Homem do Amanhã. Era a genesi da construção de um Superman  totalmente diferente de todos os seus antecessores.  A essa altura, eu particularmente já esperava um Superman mais robusto já que não passou despercebido a magreza do Brandon Routh naquele colan de enchimento. Como também sonhava em ver na tela do Cinema uma grande luta entre o Super-Homem e um Super-Vilão, algo que não acontecia desde Superman II (1980). A Warner teve que adiar o lançamento desse filme devido a dois fatores:</p>
<ol>
<li><p>A família dos criados do personagem processou a Warner Bros. Pictures exigindo os direitos pecuniários (royalties adicionais) de todos os filmes anteriores alegando que a Produtora não estava pagando os valores corretos. </p>
</li>
<li><p>Depois do fracasso tanto em crítica quanto em bilheteria de Lanterna Verde (2011) a Warner resolveu lançar um reboot da franquia do Superman e ao mesmo tempo estabelecer a base da DC para um Universo de filmes compartilhados no Cinema. Como a decisão judicial da Corte dos Estados Unidos de 2009 favorecia as famílias dos criadores do Superman, a Warner não queria levar prejuízo (de novo, sendo que já enfrentava ações judiciais por deixar de pagar os herdeiros legais dos criados de personagens no passado) e finalmente lançou O Homem de Aço no verão americano de 2013.</p>
</li>
</ol>
<p>A premissa do longa escrito por David S. Goyer baseado em uma história que ele criou com Christopher Nolan é apresentar como seria o mundo se o Superman realmente existisse. Um filme mais realista, com um Superman mais humano e menos idealizado. Uma obra mais autoral  do "visionário" diretor Zack Snyder, com um elenco primoroso e um Enredo ousado. Como trata-se de um Reboot vemos novamente a história de Krypton sendo narrada, dessa vez com bem mais detalhes e controvérsias inesperadas. Jor-El é o único cientista do Planeta Krypton que constatou que o núcleo do Planeta estava se desintegrando. Ele mesmo tinha avisado que extrair recursos de lá era suicídio, porém o Conselho da Ciência não deu ouvidos e extraiu os recursos mesmo assim, porque as reservas de energia se esgotaram. Temos aí a primeira grande questão dessa nova trama. Krypton tem toda uma mitologia muito bem explorada. Uma civilização  super avançada, mas com recursos escassos. Os Kryptorianos, anos atrás, buscavam recursos em outros planetas. Eram exploradores. Talvez eles já sabiam que o Planeta estava fadado a morrer. O Conselho da Ciência não estava disposto a evacuar o planeta inteiro mas Jor-EL já sabia que era tarde demais e precisava do Códex (receptáculo onde o material genético de toda a raça Kryptoniana está armazenado) para que os Kryptonianos não fossem apagados da história. É justamente a má gestão dos Legisladores do Conselho que levaram o Líder Militar de Kandor, General Zod a dar um golpe e assumir o Comando do Conselho. Para Zod, anos de más decisões do Conselho levaram Krypton a ruína. A sobrevivência do seu Povo deveria prevalecer a qualquer custo. Jor-EL, por outro lado, acredita que a violência não é o caminho e matar os Legisladores para liderar sozinho não levaria a nada.  A discordância entre Zod e Jor-EL quanto ao modo de restauração da civilização Kryptoniana levaram os dois a esquecerem a amizade de anos e tomarem atitudes desesperadas. Jor-EL resolve roubar o Códex e mescla-lo às células de seu próprio filho. Kal-EL é o primeiro filho nascido naturalmente em séculos. Foi lançado por uma nave espacial ultra tecnológica ao Planeta Terra que é nutrido por uma estrela jovem, o Sol Amarelo (isso não é mencionado no filme mas sabemos que Rao, o Sol Vermelho de Krypton também estava morrendo). Jor-EL é morto ao mandar o Códex para fora de Krypton, Zod é julgado e condenado a trezentos ciclos de recondicionamento somático (600 anos de prisão na Zona Fantasma). Lara, mãe da Kal-El e recém viúva, morre com a esperança de que seu filho crie um mundo melhor para os Kryptonianos. Enquanto Krypton é destruído o recém-nascido Kal-El percorre galáxias do espaço sideral. </p>
<p>Kal-EL chega ao destino enquanto Zod sonha em um dia encontrar o Códex que está na Terra, para reconstruir seu Povo!</p>
<p>Já adulto, Clark Kent lembra de sua infância incomum, enquanto usa uma identidade secreta de pescador inexperiente. Como foi difícil responder quem colonizou o Kansas enquanto enxergava o sistema respiratório, circular, nervoso e muscular de sua professora, ouvia sussurros, batimentos cardíacos e ponteiros do relógio em alto volume, sem ter a mínima ideia do estava acontecendo. Quando um menino que não é da Terra está perdido em meio a tantos super-poderes aparecendo, somente sua mãe Martha pode ajuda-lo a entender as mudanças que ele está sofrendo. </p>
<p>Clark Kent adolescente via seus colegas de classe se afogando e não pensava duas vezes em salva-los, mesmo se expondo como alguém incomum. Eis o dilema (desenvolvido ad infinitum em Smallville), ele terá que responder que tipo de homem se tornará no futuro, um herói messiânico ou um Tirano?</p>
<p>O Jonathan Kent de Kevin Costner é tão determinado a manter a identidade de Clark em segredo, que está disposto a dar sua própria vida para que seu filho adolescente não seja levado para uma base secreta americana para ser estudado. Para ele, o mundo não estava preparado para o Superman, e uma precoce revelação de um alien ao mundo, traria consequências. E essas consequências terão um peso muito grande na vida das pessoas. Nem todo mundo vai aceitar isso, nem todo mundo vai entender isso. Nem todo mundo irá recebê-lo como um salvador. </p>
<p>A Martha Kent de Diana Lane é uma mãe super protetora que tem medo que os alienígenas levem seu filho (tudo indica que os cidadãos do Kansas são fazendeiros republicanos que não confiam no Governo nem um pouco) mas por outro lado, se alegra ao saber que seu filho está amadurecendo e encontrando seu lugar no mundo, mesmo que sua família natal seja de uma galáxia distante.</p>
<p>A Lois Lane de Amy Adams é uma repórter determinada a descobrir a verdade sobre o misterioso Clark, que é capaz de feitos impossíveis a um homem comum. A Lois Lane dos filmes do Dooner sempre se arriscava para escrever as melhores matérias, o mesmo se repete com a Lois de Smallville, do seriado Lois e Clark e aqui, não seria diferente. Ela está investigando a aparição misteriosa de uma nave espacial congelada em algum lugar no Canadá quando é atacada pelo guardião da nave e recebe uma cirurgia não convencional desse misterioso Clark Kent. Então Lois investiga por onde Clark andou, conversa com sua mãe, resolve publicar sua história, é censurada por seu Chefe, entra em uma nave alienígena, salva o Clark dos Kryptonianos, é salva pelo Clark (várias vezes) e obviamente acaba se apaixonando, assim como Clark se apaixona por ela. E é bem convincente o modo como essa relação é construída. Faz você pensar por quê ele se apegaria a uma desconhecida tão rápido? A resposta é bem óbvia, ela não está ali apenas para ser salva, ela faz o máximo para ajuda-lo, ela verdadeiramente se importa. Por isso soa estranho quando jornalistas de sites especializados (omelete) dizem que chega a ser bizarro ver eles se beijando em meio a destruição. Eles passaram por tanta coisa juntos, que parece que esta relação seria única. Se esta característica da Lois não é levada em consideração, corre-se o risco de você se perguntar: "O que ela está fazendo alí no meio da confusão?" </p>
<p>O General Swanwick de Harry Lennix é interessante. Em Superman II os Kryptonianos chegam facilmente à casa branca, e ameaçam o Presidente dos Estados Unidos. Zod se acha um deus na Terra uma vez que Superman está desaparecido, é risível a facilidade com que Zod, Ursa e Non, conseguem vencer os americanos em batalha. Em Homem de Aço, as Forças Armadas dos Estados Unidos demonstram toda a sua força militar, chegando a "apagar" Faora com o lançamento de um míssil. As cenas de combate entre soldados americanos e Kryptonianos tanto em Smallvillle quanto em Metrópolis são visualmente incríveis. Zack Snyder não é exagerado como Michael Bay mas consegue mostrar na tela algo grande e realista, como Kal-EL jogando um trem no Nam-Ek, ou quando vários jatos são abatidos ao tentar entrar no campo de força da máquina de terraformar. Mesmo diante a grandeza e grau de dificuldade da situação, Swanwick se mantem firme em proteger a Soberania dos EUA de ameaças alienígenas. Sua desconfiança quanto as intensões do Superman no final do filme, explica bem essa característica do personagem.</p>
<p>O General Zod de Michael Shannon é impulsivo, determinado e violento. Sua inimizade com Jor-El e sua determinação por proteger a Soberania de Krypton o leva as últimas consequências. Zod está disposto a matar Kal-El para extrair o Códex de suas células e transformar a Terra em uma nova Krypton. Não sente arrependimento em confessar para Kal que matou seu pai. Com um Kryptoniano tão agressivo e explosivo somente um homem seria capaz de detê-lo.</p>
<p>O Superman de Henry Cavill é único. Não porque seu uniforme é o mais diferente de todos, não porque é interpretado por um ator britânico e sim porque é construído a partir de uma premissa diferente. Você já se perguntou por quê o 'Super' antes do 'Homem'? Jerry Siegel e Joe Shuster criaram esse personagem para trazer esperança aos americanos. O Superman de 1938 era único. Simplesmente não existiam quadrinhos de Super-Heróis, somente de Heróis. Quando o Superman apareceu, foi algo grandioso. A partir dele, o gênero de Super-Herói se estabeleceu. Se iniciava a Era de Ouro dos Quadrinhos. Entretanto, quando a primeira edição foi lançada, o Superman só pulava prédios, era a prova de balas e corria muito rápido, ele tinha poucos poderes. Com o tempo ele foi ganhando poderes, cada vez maiores, assim como outros personagens foram surgindo como Perry White e Jimmy Olsen e a galeria de super-vilões também cresceu. Sua personalidade e seu modelo de verdade e justiça marcaram-no na história, como um ideal de nobreza,  ética e justiça. O Superman escoteiro de Chis Reeve que nunca mente, resgata gatos de árvores e protege inocentes sem uso de violência marcou gerações até que Zack Snyder nos mostrou uma premissa que não deve ser ignorada. Um homem comum, por mais  que acredite que seja uma pessoa boa, comete erros, é capaz de mentir, enganar e até matar. Por quê um Super-Homem não seria diferente? Clark cresceu como um humano comum, seu DNA kryptoniano não formou sua personalidade e não fez dele um homem idealizado. No final das contas, seu pai estava certo. Na esperança de saber quem era e qual era a sua origem, ativou a nave que entregou sua localização para criminosos kryptonianos que não mediriam esforços em fugir da Zona Fantasma e matar todos os humanos para reconstruir Krypton. Clark não é um ser divino, não é um Demiurgo, não é um Ideal, é apenas um homem invulnerável que não pensa duas vezes em usar a força contra um criminoso para impedir que uma família inteira morra na sua frente. Para deter Zod, Clark acaba mantando seu compatriota de Kandor e isso geral muitas críticas negativas ao filme. Pode suar estranho o Superman matar um Kryptoniano, mas ele já fez isso nas HQs. E aqui em Homem de Aço, é o grande trauma que Clark inevitavelmente precisa lhe-dar. Conviver e aprender com consequências de seus atos. Não apenas como um homem comum mas como um Super-Homem.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[Otavio]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>O Homem de Aço de Zack Snyder é o resultado de uma longa cobrança dos fans da DC Comics, brigas judiciais e da necessidade de uma reformulação do maior Super-Herói de todos os tempos.</p>
<p>É inegável o sucesso dos quatro filmes estrelados por Christopher Reeve. Superman (1978), de Richard Donner se estabeleceu como padrão para todos os outros filmes de Super-Heróis que vieram posteriormente. Tanto a nível de História quanto a nível de Efeitos Especiais (Vencedor do Oscar por efeitos visuais). Sem contar o marco que Reeve deixou sendo o rosto do Superman para muitos até hoje! Talvez seja por isso que a Warner Bros. Entertainement teve muita dificuldade para continuar lançando filmes do Superman depois do acidente com Reeve em 1995. Por mais que Superman IV - Em Busca da Paz (1987) seja um longa fechado que não deixa pontas soltas para continuações, dizer em voz alta que esse era o último filme do Superman nas telonas soava tenso demais nos ouvidos dos fans mais ferrenhos do Azulão. Até que em meados de 2005 surgiu rumores de que a Warner estava planejando lançar um novo filme do Superman. Surgiram sentimentos de euforia por uns e desconfiança por outros. Um filme ruim do Superman desapontaria muita gente. Até que Superman O Retorno, de Bryan Singer, estreou em 2006 e dividiu opiniões, como esperado. Os pontos positivos foram o elenco privilegiado e o Superman de Christopher Reeve homenageado em sua última ''caracterização''. Os pontos negativos giravam em torno da história. Superman indo verificar pessoalmente se Krypton realmente explodiu? Lex Luthor ainda tinha essa mania de monopolizar territórios? Lois casada? Filho do Superman? Nada disso fazia sentido. Muitos reclamaram na época que o filme era arrastado demais e que depois da cena do avião era inevitável não cair no sono, pois nada demais acontecia.</p>
<p>A Warner ouviu os fans, fez até pesquisa de mercado em lojas de quadrinhos nos EUA e mais uma vez se mostrava disposta a apostar em mais um longa do Homem do Amanhã. Era a genesi da construção de um Superman  totalmente diferente de todos os seus antecessores.  A essa altura, eu particularmente já esperava um Superman mais robusto já que não passou despercebido a magreza do Brandon Routh naquele colan de enchimento. Como também sonhava em ver na tela do Cinema uma grande luta entre o Super-Homem e um Super-Vilão, algo que não acontecia desde Superman II (1980). A Warner teve que adiar o lançamento desse filme devido a dois fatores:</p>
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<li><p>A família dos criados do personagem processou a Warner Bros. Pictures exigindo os direitos pecuniários (royalties adicionais) de todos os filmes anteriores alegando que a Produtora não estava pagando os valores corretos. </p>
</li>
<li><p>Depois do fracasso tanto em crítica quanto em bilheteria de Lanterna Verde (2011) a Warner resolveu lançar um reboot da franquia do Superman e ao mesmo tempo estabelecer a base da DC para um Universo de filmes compartilhados no Cinema. Como a decisão judicial da Corte dos Estados Unidos de 2009 favorecia as famílias dos criadores do Superman, a Warner não queria levar prejuízo (de novo, sendo que já enfrentava ações judiciais por deixar de pagar os herdeiros legais dos criados de personagens no passado) e finalmente lançou O Homem de Aço no verão americano de 2013.</p>
</li>
</ol>
<p>A premissa do longa escrito por David S. Goyer baseado em uma história que ele criou com Christopher Nolan é apresentar como seria o mundo se o Superman realmente existisse. Um filme mais realista, com um Superman mais humano e menos idealizado. Uma obra mais autoral  do "visionário" diretor Zack Snyder, com um elenco primoroso e um Enredo ousado. Como trata-se de um Reboot vemos novamente a história de Krypton sendo narrada, dessa vez com bem mais detalhes e controvérsias inesperadas. Jor-El é o único cientista do Planeta Krypton que constatou que o núcleo do Planeta estava se desintegrando. Ele mesmo tinha avisado que extrair recursos de lá era suicídio, porém o Conselho da Ciência não deu ouvidos e extraiu os recursos mesmo assim, porque as reservas de energia se esgotaram. Temos aí a primeira grande questão dessa nova trama. Krypton tem toda uma mitologia muito bem explorada. Uma civilização  super avançada, mas com recursos escassos. Os Kryptorianos, anos atrás, buscavam recursos em outros planetas. Eram exploradores. Talvez eles já sabiam que o Planeta estava fadado a morrer. O Conselho da Ciência não estava disposto a evacuar o planeta inteiro mas Jor-EL já sabia que era tarde demais e precisava do Códex (receptáculo onde o material genético de toda a raça Kryptoniana está armazenado) para que os Kryptonianos não fossem apagados da história. É justamente a má gestão dos Legisladores do Conselho que levaram o Líder Militar de Kandor, General Zod a dar um golpe e assumir o Comando do Conselho. Para Zod, anos de más decisões do Conselho levaram Krypton a ruína. A sobrevivência do seu Povo deveria prevalecer a qualquer custo. Jor-EL, por outro lado, acredita que a violência não é o caminho e matar os Legisladores para liderar sozinho não levaria a nada.  A discordância entre Zod e Jor-EL quanto ao modo de restauração da civilização Kryptoniana levaram os dois a esquecerem a amizade de anos e tomarem atitudes desesperadas. Jor-EL resolve roubar o Códex e mescla-lo às células de seu próprio filho. Kal-EL é o primeiro filho nascido naturalmente em séculos. Foi lançado por uma nave espacial ultra tecnológica ao Planeta Terra que é nutrido por uma estrela jovem, o Sol Amarelo (isso não é mencionado no filme mas sabemos que Rao, o Sol Vermelho de Krypton também estava morrendo). Jor-EL é morto ao mandar o Códex para fora de Krypton, Zod é julgado e condenado a trezentos ciclos de recondicionamento somático (600 anos de prisão na Zona Fantasma). Lara, mãe da Kal-El e recém viúva, morre com a esperança de que seu filho crie um mundo melhor para os Kryptonianos. Enquanto Krypton é destruído o recém-nascido Kal-El percorre galáxias do espaço sideral. </p>
<p>Kal-EL chega ao destino enquanto Zod sonha em um dia encontrar o Códex que está na Terra, para reconstruir seu Povo!</p>
<p>Já adulto, Clark Kent lembra de sua infância incomum, enquanto usa uma identidade secreta de pescador inexperiente. Como foi difícil responder quem colonizou o Kansas enquanto enxergava o sistema respiratório, circular, nervoso e muscular de sua professora, ouvia sussurros, batimentos cardíacos e ponteiros do relógio em alto volume, sem ter a mínima ideia do estava acontecendo. Quando um menino que não é da Terra está perdido em meio a tantos super-poderes aparecendo, somente sua mãe Martha pode ajuda-lo a entender as mudanças que ele está sofrendo. </p>
<p>Clark Kent adolescente via seus colegas de classe se afogando e não pensava duas vezes em salva-los, mesmo se expondo como alguém incomum. Eis o dilema (desenvolvido ad infinitum em Smallville), ele terá que responder que tipo de homem se tornará no futuro, um herói messiânico ou um Tirano?</p>
<p>O Jonathan Kent de Kevin Costner é tão determinado a manter a identidade de Clark em segredo, que está disposto a dar sua própria vida para que seu filho adolescente não seja levado para uma base secreta americana para ser estudado. Para ele, o mundo não estava preparado para o Superman, e uma precoce revelação de um alien ao mundo, traria consequências. E essas consequências terão um peso muito grande na vida das pessoas. Nem todo mundo vai aceitar isso, nem todo mundo vai entender isso. Nem todo mundo irá recebê-lo como um salvador. </p>
<p>A Martha Kent de Diana Lane é uma mãe super protetora que tem medo que os alienígenas levem seu filho (tudo indica que os cidadãos do Kansas são fazendeiros republicanos que não confiam no Governo nem um pouco) mas por outro lado, se alegra ao saber que seu filho está amadurecendo e encontrando seu lugar no mundo, mesmo que sua família natal seja de uma galáxia distante.</p>
<p>A Lois Lane de Amy Adams é uma repórter determinada a descobrir a verdade sobre o misterioso Clark, que é capaz de feitos impossíveis a um homem comum. A Lois Lane dos filmes do Dooner sempre se arriscava para escrever as melhores matérias, o mesmo se repete com a Lois de Smallville, do seriado Lois e Clark e aqui, não seria diferente. Ela está investigando a aparição misteriosa de uma nave espacial congelada em algum lugar no Canadá quando é atacada pelo guardião da nave e recebe uma cirurgia não convencional desse misterioso Clark Kent. Então Lois investiga por onde Clark andou, conversa com sua mãe, resolve publicar sua história, é censurada por seu Chefe, entra em uma nave alienígena, salva o Clark dos Kryptonianos, é salva pelo Clark (várias vezes) e obviamente acaba se apaixonando, assim como Clark se apaixona por ela. E é bem convincente o modo como essa relação é construída. Faz você pensar por quê ele se apegaria a uma desconhecida tão rápido? A resposta é bem óbvia, ela não está ali apenas para ser salva, ela faz o máximo para ajuda-lo, ela verdadeiramente se importa. Por isso soa estranho quando jornalistas de sites especializados (omelete) dizem que chega a ser bizarro ver eles se beijando em meio a destruição. Eles passaram por tanta coisa juntos, que parece que esta relação seria única. Se esta característica da Lois não é levada em consideração, corre-se o risco de você se perguntar: "O que ela está fazendo alí no meio da confusão?" </p>
<p>O General Swanwick de Harry Lennix é interessante. Em Superman II os Kryptonianos chegam facilmente à casa branca, e ameaçam o Presidente dos Estados Unidos. Zod se acha um deus na Terra uma vez que Superman está desaparecido, é risível a facilidade com que Zod, Ursa e Non, conseguem vencer os americanos em batalha. Em Homem de Aço, as Forças Armadas dos Estados Unidos demonstram toda a sua força militar, chegando a "apagar" Faora com o lançamento de um míssil. As cenas de combate entre soldados americanos e Kryptonianos tanto em Smallvillle quanto em Metrópolis são visualmente incríveis. Zack Snyder não é exagerado como Michael Bay mas consegue mostrar na tela algo grande e realista, como Kal-EL jogando um trem no Nam-Ek, ou quando vários jatos são abatidos ao tentar entrar no campo de força da máquina de terraformar. Mesmo diante a grandeza e grau de dificuldade da situação, Swanwick se mantem firme em proteger a Soberania dos EUA de ameaças alienígenas. Sua desconfiança quanto as intensões do Superman no final do filme, explica bem essa característica do personagem.</p>
<p>O General Zod de Michael Shannon é impulsivo, determinado e violento. Sua inimizade com Jor-El e sua determinação por proteger a Soberania de Krypton o leva as últimas consequências. Zod está disposto a matar Kal-El para extrair o Códex de suas células e transformar a Terra em uma nova Krypton. Não sente arrependimento em confessar para Kal que matou seu pai. Com um Kryptoniano tão agressivo e explosivo somente um homem seria capaz de detê-lo.</p>
<p>O Superman de Henry Cavill é único. Não porque seu uniforme é o mais diferente de todos, não porque é interpretado por um ator britânico e sim porque é construído a partir de uma premissa diferente. Você já se perguntou por quê o 'Super' antes do 'Homem'? Jerry Siegel e Joe Shuster criaram esse personagem para trazer esperança aos americanos. O Superman de 1938 era único. Simplesmente não existiam quadrinhos de Super-Heróis, somente de Heróis. Quando o Superman apareceu, foi algo grandioso. A partir dele, o gênero de Super-Herói se estabeleceu. Se iniciava a Era de Ouro dos Quadrinhos. Entretanto, quando a primeira edição foi lançada, o Superman só pulava prédios, era a prova de balas e corria muito rápido, ele tinha poucos poderes. Com o tempo ele foi ganhando poderes, cada vez maiores, assim como outros personagens foram surgindo como Perry White e Jimmy Olsen e a galeria de super-vilões também cresceu. Sua personalidade e seu modelo de verdade e justiça marcaram-no na história, como um ideal de nobreza,  ética e justiça. O Superman escoteiro de Chis Reeve que nunca mente, resgata gatos de árvores e protege inocentes sem uso de violência marcou gerações até que Zack Snyder nos mostrou uma premissa que não deve ser ignorada. Um homem comum, por mais  que acredite que seja uma pessoa boa, comete erros, é capaz de mentir, enganar e até matar. Por quê um Super-Homem não seria diferente? Clark cresceu como um humano comum, seu DNA kryptoniano não formou sua personalidade e não fez dele um homem idealizado. No final das contas, seu pai estava certo. Na esperança de saber quem era e qual era a sua origem, ativou a nave que entregou sua localização para criminosos kryptonianos que não mediriam esforços em fugir da Zona Fantasma e matar todos os humanos para reconstruir Krypton. Clark não é um ser divino, não é um Demiurgo, não é um Ideal, é apenas um homem invulnerável que não pensa duas vezes em usar a força contra um criminoso para impedir que uma família inteira morra na sua frente. Para deter Zod, Clark acaba mantando seu compatriota de Kandor e isso geral muitas críticas negativas ao filme. Pode suar estranho o Superman matar um Kryptoniano, mas ele já fez isso nas HQs. E aqui em Homem de Aço, é o grande trauma que Clark inevitavelmente precisa lhe-dar. Conviver e aprender com consequências de seus atos. Não apenas como um homem comum mas como um Super-Homem.</p>
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      <title><![CDATA[O Ginocentrismo Falacioso de Matrix Resurrections (2021)]]></title>
      <description><![CDATA[Que tudo é Lacração hoje em dia, todo mundo está careca de saber. Mas trago argumentos, em específico para obtejar contra o que estão fazendo com os Heróis nos filmes bagaceiros que os grandes  Estúdios andam lançando. ]]></description>
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      <pubDate>Thu, 10 Oct 2024 02:51:34 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[Otavio]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Em The Matrix (1999) Thomas Anderson trabalha em uma grande empresa de Software no horário comercial e como Hacker nas horas vagas. Mora sozinho e tem uma vida solitária. Quando resolve tomar a Red Pill, se torna Neo, o Escolhido. Mas repare que por mais que Morpheus e Trinity fiquem repetindo que ele é o Escolhido, Neo não dá a mínima. Na verdade, ele chega a dizer que não é escolhido coisa nenhuma. Até que Morpheus é preso e levado pelos Agentes para ser torturado. É só então que Neo começa a acreditar que pode salva-lo e Trinity resolve ajudá-lo. Neo então salva Morpheus e Trinity da morte e depois não pensa duas vezes em tirá-los da Matrix em segurança, quando entrega o telefone para Morpheus e Trinity, demonstrando assim que se importa com seus amigos.</p>
<p>É por isso que Trinity se apaixona por Neo. Porque ele cumpre seu mandato cultural como líder e protetor dos seus. E é por isso que ele é um Herói tão popular desde 1999. Ao contrário de Cypher que é egoísta. Só pensa em voltar para a ilusão para fugir da frustração, devido tentar chamar a atenção de Trinity por anos. Justamente por ter sentimentos por ela e não ser correspondido, está disposto a trair os humanos e matar todos da nave na Nabucodonosor. Cypher odeia sua casa, sua própria família. Ele é o retrato do homem pós-moderno, que segundo Scruton, é Oikofóbico¹. Devido ele ter se arrependido de tomar a pílula vermelha, acaba perdendo o rumo de sua vida, se tornando um homem violento e sem escrúpulos. Cypher representa os homens que vivem sem propósito algum, ou reduzem suas vidas em viver para chamar a atenção de mulheres. Homens que fazem de tudo para chamar atenção delas que, por sua vez, não dão a mínima para eles. Neo representa os homens que possuem um propósito e vivem focados em suas missões pessoais e acabam tendo um relacionamento no caminho. Thomas Anderson já apresentava essa característica mesmo antes de tomar a pílula vermelha. </p>
<p>Talvez você deva estar pensando: "Nada a ver, é só um filme de Ficção científica". 0k, filmes são abstrações, mas Matrix (1999) não é um filme qualquer. Ele é tão emblemático que serviu de base para uma filosofia de vida chamada Red Pill.. </p>
<p>Lembrando que dependendo do contexto, "tomar a redpill" pode significar qualquer coisa, mas vamos focar nos grupos masculinistas mesmo. </p>
<p>Desde canais do YouTube a páginas como Fúria e Tradição, inevitavelmente a Redpill tá na moda. Por que esses grupos tão populares hoje? Não importa. Todo mundo já percebeu que falar sobre A crise de masculinidade do Ocidente dá dinheiro. Tanto que tem gente vendendo curso de como ser homem. Eu sei, é patético. Mas como tudo que move as massas e que está na boca do povo acaba sendo politizado, com a Redpill não foi diferente. </p>
<p>O que obviamente irritou demais a turma da Diversidade Identitária Ideológica da Lacrosfera. O Golpe foi tão forte que o Tio Andy surtou com um Tweet do Abraham Weintraub sobre "Tomar a RedPill" Há um tempo atrás. </p>
<p><img src="https://image.nostr.build/cce22d69bed31dd5e43401abd8c63bae2d9b6f5ce70afb9361de1560a9180d65.jpg" alt="image"></p>
<p>E não ficou só nisso. Eles resolveram responder com Matrix Resurrections (2021). Uma trama onde todas  as decisões do Protagonista giram em torno da personagem feminina. A mensagem aqui é clara, quando analisamos uma frase que aparece logo no trailer:<br> "A escolha mais importante da vida do Neo não cabe a ele fazer".</p>
<p><a href="https://m.youtube.com/watch?v=hdJ8RT3HVe8&amp;feature=youtu.be">Minuto: 1:40</a></p>
<p>A escolha de Trinity, dá a ela um protagonismo pedante por parte do Roteiro que ignora tudo que já foi estabelecido principalmente nos 2 primeiros filmes da franquia. Obviamente, os Conservadores alugaram um Triplex na mente do Tio Larry e dos roteiristas que eu me recuso a citar nominalmente. No novo longa, Thomas Anderson começa a sentir atração por Trinity logo quando a vê, e é sugerido que ele deva buscar conhece-la.² O que não faz sentido. Em The Matrix (1999), Thomas Anderson duvida da própria realidade que o cerca, chegando a perguntar ao seu cliente se ele  "já se sentiu como se não soubesse se está acordado ou se está sonhando"³, depois conhece Trinity na festa, ela sussura no seu ouvido que ele deveria  "buscar a resposta", e então ele pergunta o que é a Matrix. Neo já possui um propósito estabelecido, Trinity só o ajuda a encontra-lo. Em Matrix Resurrections há uma inversão, onde Neo começa a desconfiar da realidade a sua volta depois que sente que conhece a Trintiny no momento em que a vê pela primeira vez, então começa a sua jornada a partir desse ponto. Existe uma tentativa do roteiro em mostrar para o expectador que Neo lembra de Trinity porque ele a ama⁴. Por isso a reconheceria mesmo em outra versão da Matrix projetada pelo Arquiteto, mas isso é falso. O fato de Neo querer se aproximar de Trinity sem motivo aparente, apenas para conhece-la, soa tão estranho que nem parece o mesmo Neo que conhecemos. E como Matrix Resurrections é uma continuação de Matrix Revolutions (2003), só podemos concluir que essa tentativa do roteiro de justificar a descaracterização de Neo com o "poder do amor eterno entre os dois" denota grande preguiça por parte dos roteiristas, ou descaso total dos produtores executivos para com a continuidade da história.</p>
<p>A fala de Neo dizendo que 'esta é a hora dele acreditar nela' é a tentativa do Tio Larry de negar o herói tradicional diretamente. É turma colorida de Hollywood tentando apagar o Neo de 99, por isso Keanu Reeves interpreta um Neo mais parecido com o Cypher. Richard D.Phillips em seu livro The Masculine Mandate: God's Calling to Men diz que "o mandato cultural masculino é cultivar, construir e proteger tudo que for colocado sob sua responsabilidade"(PHILLIPS, 2019)⁵, citando Gênesis 2:15: _"Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e guardar". _Mais a frente ele diz:</p>
<p>"Os homens cristãos também devem desejar cultivar algo digno para a glória de Deus e o bem-estar de seus semelhantes. (...) Esse mandato bíblico de cultivar, aqui com ênfase em desenvolver e cuidar, destrói um grande equívoco em relação aos papéis de gênero. Fomos ensinados que as mulheres são as principais nutridoras, enquanto os homens devem ser "fortes e silenciosos". Mas a Bíblia chama os homens a serem cultivadores, e isso inclui ênfase significativa em cuidar do coração daqueles que estão sob nossa responsabilidade. Um marido é chamado a nutrir sua esposa emocional e espiritualmente". Inegavelmente a Bíblia condena o amor romântico tão presente nos nossos dias. </p>
<p>Sabemos que esse filme foi lançado para deleite de leitores de Derrida e Foucault então não vou me alongar nessa questão da tentativa de reformular o conceito de masculino e feminino a partir de uma visão Secularista de mundo, porque isso é evidente para qualquer um que se diz cristão e tenha um pouco de noção de Cosmovisão Bíblica, mas o ponto é: O propósito de servir vem primeiro. É imperativo ao homem proteger o que lhe foi incumbido. Nesse princípio, o filme acerta. Phillips diz: </p>
<blockquote>
<p>"Deus não deseja que os homens fiquem parados e deixem que danos ocorram, ou que a iniquidade avance". </p>
</blockquote>
<p>Neo, no longa, é extremamente poderoso e cuidadoso com Trinity, a protegendo de balas, de misseis, de vários inimigos que aparecem para feri-lá, mas o grande problema persiste: Ele não tem propósito. Na verdade, como o final revela, Neo só está lá para proteger Trinity, para que ela alcance a grandeza que lhe aguarda. Neo foi reduzido a um cara apaixonado que toma decisões seguindo seus próprios desejos e não um Imperativo Divino. Phillips complementa: </p>
<blockquote>
<p>"Os homens verdadeiramente grandes são servos que se entregam a uma causa digna e líderes que se levantam pelo o que é certo".</p>
</blockquote>
<p>A conclusão que tiramos de toda essa história para boi dormir, lançada nos cinemas no final de 2021 é: Eles estão desesperados. Por isso tiveram que fazer um quarto filme que ninguém pediu, para negar o Arquétipo do herói popularmente utilizado por anos e anos no Cinema e afirmar o significado simbólico/ideológico, revelado tardiamente que Matrix (1999) é uma metáfora trans. O que claramente foi ignorado pela grande parte dos fans da franquia, como esperado de seres pensantes. A tentativa frustrada de passar uma mensagem carregada de ideologia política foi um tiro que saiu pela culatra justamente pela falta de criatividade artística e pela carência técnica do enredo. Eu realmente acho que eles fizeram de propósito, pois sabiam que se se colocassem pistas de que a Escolhida agora é a Trinity  e que quem estampa o pôster é um Neo emasculado, iria tomar um prejuízo gigantesco. </p>
<p>Eu sei, é ridículo a Warner Bros produzir e distribuir um filme caro só para lacrar e por a culpa do fracasso de Bilheteria na pandemia, mas não é isso que as Produtoras de Cinema só sabem fazer hoje em dia?</p>
<p><strong>Referências</strong>: </p>
<p>1.(Oikofobia significa "repúdio à herança e ao lar" segundo Roger Scruton). Dooley, Mark. 2009. Roger Scruton: Filósofo em Dover Beach. Continuum. </p>
<p>2.The Matrix Resurrections.L. Washowski. James McTeigue. EUA. Warner Bros. Pictures.2021. HBOmax. Minuto:15:38.</p>
<p>3.The Matrix, Andy e Larry Washowski.Joel Silver. EUA. Warner Bros. 1991. Pictures. Google Filmes. Minuto: 8:59.</p>
<p>4.The Matrix Resurrections.L. Washowski. James McTeigue. EUA. Warner Bros. Pictures.2021.  HBOmax. Minuto:16:56.</p>
<p>5.Phillips, D. Richard. Homens De Verdade: O Chamado de Deus para Masculinidade. 1° Edição. Editora Fiel. 2019.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[Otavio]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Em The Matrix (1999) Thomas Anderson trabalha em uma grande empresa de Software no horário comercial e como Hacker nas horas vagas. Mora sozinho e tem uma vida solitária. Quando resolve tomar a Red Pill, se torna Neo, o Escolhido. Mas repare que por mais que Morpheus e Trinity fiquem repetindo que ele é o Escolhido, Neo não dá a mínima. Na verdade, ele chega a dizer que não é escolhido coisa nenhuma. Até que Morpheus é preso e levado pelos Agentes para ser torturado. É só então que Neo começa a acreditar que pode salva-lo e Trinity resolve ajudá-lo. Neo então salva Morpheus e Trinity da morte e depois não pensa duas vezes em tirá-los da Matrix em segurança, quando entrega o telefone para Morpheus e Trinity, demonstrando assim que se importa com seus amigos.</p>
<p>É por isso que Trinity se apaixona por Neo. Porque ele cumpre seu mandato cultural como líder e protetor dos seus. E é por isso que ele é um Herói tão popular desde 1999. Ao contrário de Cypher que é egoísta. Só pensa em voltar para a ilusão para fugir da frustração, devido tentar chamar a atenção de Trinity por anos. Justamente por ter sentimentos por ela e não ser correspondido, está disposto a trair os humanos e matar todos da nave na Nabucodonosor. Cypher odeia sua casa, sua própria família. Ele é o retrato do homem pós-moderno, que segundo Scruton, é Oikofóbico¹. Devido ele ter se arrependido de tomar a pílula vermelha, acaba perdendo o rumo de sua vida, se tornando um homem violento e sem escrúpulos. Cypher representa os homens que vivem sem propósito algum, ou reduzem suas vidas em viver para chamar a atenção de mulheres. Homens que fazem de tudo para chamar atenção delas que, por sua vez, não dão a mínima para eles. Neo representa os homens que possuem um propósito e vivem focados em suas missões pessoais e acabam tendo um relacionamento no caminho. Thomas Anderson já apresentava essa característica mesmo antes de tomar a pílula vermelha. </p>
<p>Talvez você deva estar pensando: "Nada a ver, é só um filme de Ficção científica". 0k, filmes são abstrações, mas Matrix (1999) não é um filme qualquer. Ele é tão emblemático que serviu de base para uma filosofia de vida chamada Red Pill.. </p>
<p>Lembrando que dependendo do contexto, "tomar a redpill" pode significar qualquer coisa, mas vamos focar nos grupos masculinistas mesmo. </p>
<p>Desde canais do YouTube a páginas como Fúria e Tradição, inevitavelmente a Redpill tá na moda. Por que esses grupos tão populares hoje? Não importa. Todo mundo já percebeu que falar sobre A crise de masculinidade do Ocidente dá dinheiro. Tanto que tem gente vendendo curso de como ser homem. Eu sei, é patético. Mas como tudo que move as massas e que está na boca do povo acaba sendo politizado, com a Redpill não foi diferente. </p>
<p>O que obviamente irritou demais a turma da Diversidade Identitária Ideológica da Lacrosfera. O Golpe foi tão forte que o Tio Andy surtou com um Tweet do Abraham Weintraub sobre "Tomar a RedPill" Há um tempo atrás. </p>
<p><img src="https://image.nostr.build/cce22d69bed31dd5e43401abd8c63bae2d9b6f5ce70afb9361de1560a9180d65.jpg" alt="image"></p>
<p>E não ficou só nisso. Eles resolveram responder com Matrix Resurrections (2021). Uma trama onde todas  as decisões do Protagonista giram em torno da personagem feminina. A mensagem aqui é clara, quando analisamos uma frase que aparece logo no trailer:<br> "A escolha mais importante da vida do Neo não cabe a ele fazer".</p>
<p><a href="https://m.youtube.com/watch?v=hdJ8RT3HVe8&amp;feature=youtu.be">Minuto: 1:40</a></p>
<p>A escolha de Trinity, dá a ela um protagonismo pedante por parte do Roteiro que ignora tudo que já foi estabelecido principalmente nos 2 primeiros filmes da franquia. Obviamente, os Conservadores alugaram um Triplex na mente do Tio Larry e dos roteiristas que eu me recuso a citar nominalmente. No novo longa, Thomas Anderson começa a sentir atração por Trinity logo quando a vê, e é sugerido que ele deva buscar conhece-la.² O que não faz sentido. Em The Matrix (1999), Thomas Anderson duvida da própria realidade que o cerca, chegando a perguntar ao seu cliente se ele  "já se sentiu como se não soubesse se está acordado ou se está sonhando"³, depois conhece Trinity na festa, ela sussura no seu ouvido que ele deveria  "buscar a resposta", e então ele pergunta o que é a Matrix. Neo já possui um propósito estabelecido, Trinity só o ajuda a encontra-lo. Em Matrix Resurrections há uma inversão, onde Neo começa a desconfiar da realidade a sua volta depois que sente que conhece a Trintiny no momento em que a vê pela primeira vez, então começa a sua jornada a partir desse ponto. Existe uma tentativa do roteiro em mostrar para o expectador que Neo lembra de Trinity porque ele a ama⁴. Por isso a reconheceria mesmo em outra versão da Matrix projetada pelo Arquiteto, mas isso é falso. O fato de Neo querer se aproximar de Trinity sem motivo aparente, apenas para conhece-la, soa tão estranho que nem parece o mesmo Neo que conhecemos. E como Matrix Resurrections é uma continuação de Matrix Revolutions (2003), só podemos concluir que essa tentativa do roteiro de justificar a descaracterização de Neo com o "poder do amor eterno entre os dois" denota grande preguiça por parte dos roteiristas, ou descaso total dos produtores executivos para com a continuidade da história.</p>
<p>A fala de Neo dizendo que 'esta é a hora dele acreditar nela' é a tentativa do Tio Larry de negar o herói tradicional diretamente. É turma colorida de Hollywood tentando apagar o Neo de 99, por isso Keanu Reeves interpreta um Neo mais parecido com o Cypher. Richard D.Phillips em seu livro The Masculine Mandate: God's Calling to Men diz que "o mandato cultural masculino é cultivar, construir e proteger tudo que for colocado sob sua responsabilidade"(PHILLIPS, 2019)⁵, citando Gênesis 2:15: _"Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e guardar". _Mais a frente ele diz:</p>
<p>"Os homens cristãos também devem desejar cultivar algo digno para a glória de Deus e o bem-estar de seus semelhantes. (...) Esse mandato bíblico de cultivar, aqui com ênfase em desenvolver e cuidar, destrói um grande equívoco em relação aos papéis de gênero. Fomos ensinados que as mulheres são as principais nutridoras, enquanto os homens devem ser "fortes e silenciosos". Mas a Bíblia chama os homens a serem cultivadores, e isso inclui ênfase significativa em cuidar do coração daqueles que estão sob nossa responsabilidade. Um marido é chamado a nutrir sua esposa emocional e espiritualmente". Inegavelmente a Bíblia condena o amor romântico tão presente nos nossos dias. </p>
<p>Sabemos que esse filme foi lançado para deleite de leitores de Derrida e Foucault então não vou me alongar nessa questão da tentativa de reformular o conceito de masculino e feminino a partir de uma visão Secularista de mundo, porque isso é evidente para qualquer um que se diz cristão e tenha um pouco de noção de Cosmovisão Bíblica, mas o ponto é: O propósito de servir vem primeiro. É imperativo ao homem proteger o que lhe foi incumbido. Nesse princípio, o filme acerta. Phillips diz: </p>
<blockquote>
<p>"Deus não deseja que os homens fiquem parados e deixem que danos ocorram, ou que a iniquidade avance". </p>
</blockquote>
<p>Neo, no longa, é extremamente poderoso e cuidadoso com Trinity, a protegendo de balas, de misseis, de vários inimigos que aparecem para feri-lá, mas o grande problema persiste: Ele não tem propósito. Na verdade, como o final revela, Neo só está lá para proteger Trinity, para que ela alcance a grandeza que lhe aguarda. Neo foi reduzido a um cara apaixonado que toma decisões seguindo seus próprios desejos e não um Imperativo Divino. Phillips complementa: </p>
<blockquote>
<p>"Os homens verdadeiramente grandes são servos que se entregam a uma causa digna e líderes que se levantam pelo o que é certo".</p>
</blockquote>
<p>A conclusão que tiramos de toda essa história para boi dormir, lançada nos cinemas no final de 2021 é: Eles estão desesperados. Por isso tiveram que fazer um quarto filme que ninguém pediu, para negar o Arquétipo do herói popularmente utilizado por anos e anos no Cinema e afirmar o significado simbólico/ideológico, revelado tardiamente que Matrix (1999) é uma metáfora trans. O que claramente foi ignorado pela grande parte dos fans da franquia, como esperado de seres pensantes. A tentativa frustrada de passar uma mensagem carregada de ideologia política foi um tiro que saiu pela culatra justamente pela falta de criatividade artística e pela carência técnica do enredo. Eu realmente acho que eles fizeram de propósito, pois sabiam que se se colocassem pistas de que a Escolhida agora é a Trinity  e que quem estampa o pôster é um Neo emasculado, iria tomar um prejuízo gigantesco. </p>
<p>Eu sei, é ridículo a Warner Bros produzir e distribuir um filme caro só para lacrar e por a culpa do fracasso de Bilheteria na pandemia, mas não é isso que as Produtoras de Cinema só sabem fazer hoje em dia?</p>
<p><strong>Referências</strong>: </p>
<p>1.(Oikofobia significa "repúdio à herança e ao lar" segundo Roger Scruton). Dooley, Mark. 2009. Roger Scruton: Filósofo em Dover Beach. Continuum. </p>
<p>2.The Matrix Resurrections.L. Washowski. James McTeigue. EUA. Warner Bros. Pictures.2021. HBOmax. Minuto:15:38.</p>
<p>3.The Matrix, Andy e Larry Washowski.Joel Silver. EUA. Warner Bros. 1991. Pictures. Google Filmes. Minuto: 8:59.</p>
<p>4.The Matrix Resurrections.L. Washowski. James McTeigue. EUA. Warner Bros. Pictures.2021.  HBOmax. Minuto:16:56.</p>
<p>5.Phillips, D. Richard. Homens De Verdade: O Chamado de Deus para Masculinidade. 1° Edição. Editora Fiel. 2019.</p>
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      <title><![CDATA[The Batman (2022)]]></title>
      <description><![CDATA[O Corporativismo é o verdadeiro vilão. ]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[O Corporativismo é o verdadeiro vilão. ]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Wed, 09 Oct 2024 14:29:57 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[Otavio]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Há de fato uma certa semelhança entre entre o Batman e o Charada. Tanto o Bruce, quanto o Edward foram prejudicados pelo Falcone, que mandava na Cidade de Gotham, pagando o Prefeito, a Polícia, os Juízes e Desembargadores, para que a impunidade continuasse e os criminosos mais perigosos não fossem presos. O Bruce e o Edward tinham o mesmo objetivo: Punir esses criminosos. Só que o Edward entendeu todo o esquema primeiro e resolveu usar o Bruce para chegar nos Traficantes que mandavam na cidade. </p>
<p>O Bruce só punia os bandidos comuns. Até que foi descobrindo todo o esquema  através das charadas do Edward.  Só que tanto o Edward quanto o Bruce, de certa forma rivalizavam, ou melhor, competiam com o Estado. </p>
<p>O Bruce porque era mais eficiente do que todo o departamento de polícia de Gotham, e o Edward porque sempre estava a um passo a frente da Polícia, eliminando os Estatistas do Colarinho Branco, um por um. Por isso eles eram perseguidos. Por isso o Edward diz ao Bruce que eles eram iguais. Os dois usavam máscara e buscavam vingança contra o Sistema. Dois jovens atormentados pelo parasitismo Estatal que faliu a cidade e desintregou a esperança de qualquer melhora por parte de seus cidadãos. </p>
<p>Apesar de tudo isso, Bruce resolveu se voltar contra Edward porque ele ainda tinha fé no Estado. Acreditava que existiam policiais incorruptíveis como o Comissário Gordon.  Bruce tinha fé de que a cidade poderia se reerguer a partir dos cidadãos de Gotham, e acreditava que as pessoas poderiam melhorar, escolher o bem aos invés de violar a propriedade privada alheia, roubar etc, se tivessem um símbolo de esperança para seguir (o Batman). Para o Batman de Robert Pattinson, o malvadões são somente os Políticos Corruptos e os grandes empresários que ajudam esses Estatistas (mafiosos como o Pinguim). </p>
<p>Já Edward não tinha mais esperança  em absolutamente ninguém de Gotham, por isso tentou inundar a cidade toda simbolizando o Dilúvio Bíblico. </p>
<p>O Charada é descrito como um ex-contador que participava de uma comunidade online, onde recrutava seguidores para a sua causa. É quase impossível não enxerga-lo como um INCEL que vive no Reddit, ou no 4chan, se imaginando como um gênio revolucionário. </p>
<p>No final, o Super Herói decide ajudar as  pessoas para que todos não sejam puxados pela água e morram afogados, enquanto o Super-Vilão é preso. Mas o verdadeiro vilão da história continua impune.</p>
<p>Perceba que o filme começa com Edward passando o Prefeito da cidade (um homem branco). Depois, o longa mostra de forma sutil que ele ameaçou de morte a candidata que estava na frente das pesquisas eleitorais. E sabendo que ela iria ganhar, ele planeja mata-lá no dia da eleição, já que ela apareceria em público para fazer um discurso. Como o plano falhou, Gotham tem uma nova Prefeita que encerra o filme com um discurso de renovação e "nova política". </p>
<p>E os cidadãos de Gotham vão acreditar nisso. Afinal de contas, não há a menor possibilidade da cidade voltar ao que era antes. Porque agora o Prefeito é uma mulher negra. Geralmente, o Batman é mais admirado pelos Conservadores por dar porrada em bandido. E com esse filme não foi diferente. Mas para mim, foi mais do mesmo, um filme que se propõe a ser "inteligentinho" mas não passa de mais um produto da Warner com ESG e Progressimo. </p>
<p>O Super-Herói que  apresenta melhor  uma aproximação com a Direita Norte-Americana é o Demolidor da Netflix.</p>
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      <itunes:author><![CDATA[Otavio]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Há de fato uma certa semelhança entre entre o Batman e o Charada. Tanto o Bruce, quanto o Edward foram prejudicados pelo Falcone, que mandava na Cidade de Gotham, pagando o Prefeito, a Polícia, os Juízes e Desembargadores, para que a impunidade continuasse e os criminosos mais perigosos não fossem presos. O Bruce e o Edward tinham o mesmo objetivo: Punir esses criminosos. Só que o Edward entendeu todo o esquema primeiro e resolveu usar o Bruce para chegar nos Traficantes que mandavam na cidade. </p>
<p>O Bruce só punia os bandidos comuns. Até que foi descobrindo todo o esquema  através das charadas do Edward.  Só que tanto o Edward quanto o Bruce, de certa forma rivalizavam, ou melhor, competiam com o Estado. </p>
<p>O Bruce porque era mais eficiente do que todo o departamento de polícia de Gotham, e o Edward porque sempre estava a um passo a frente da Polícia, eliminando os Estatistas do Colarinho Branco, um por um. Por isso eles eram perseguidos. Por isso o Edward diz ao Bruce que eles eram iguais. Os dois usavam máscara e buscavam vingança contra o Sistema. Dois jovens atormentados pelo parasitismo Estatal que faliu a cidade e desintregou a esperança de qualquer melhora por parte de seus cidadãos. </p>
<p>Apesar de tudo isso, Bruce resolveu se voltar contra Edward porque ele ainda tinha fé no Estado. Acreditava que existiam policiais incorruptíveis como o Comissário Gordon.  Bruce tinha fé de que a cidade poderia se reerguer a partir dos cidadãos de Gotham, e acreditava que as pessoas poderiam melhorar, escolher o bem aos invés de violar a propriedade privada alheia, roubar etc, se tivessem um símbolo de esperança para seguir (o Batman). Para o Batman de Robert Pattinson, o malvadões são somente os Políticos Corruptos e os grandes empresários que ajudam esses Estatistas (mafiosos como o Pinguim). </p>
<p>Já Edward não tinha mais esperança  em absolutamente ninguém de Gotham, por isso tentou inundar a cidade toda simbolizando o Dilúvio Bíblico. </p>
<p>O Charada é descrito como um ex-contador que participava de uma comunidade online, onde recrutava seguidores para a sua causa. É quase impossível não enxerga-lo como um INCEL que vive no Reddit, ou no 4chan, se imaginando como um gênio revolucionário. </p>
<p>No final, o Super Herói decide ajudar as  pessoas para que todos não sejam puxados pela água e morram afogados, enquanto o Super-Vilão é preso. Mas o verdadeiro vilão da história continua impune.</p>
<p>Perceba que o filme começa com Edward passando o Prefeito da cidade (um homem branco). Depois, o longa mostra de forma sutil que ele ameaçou de morte a candidata que estava na frente das pesquisas eleitorais. E sabendo que ela iria ganhar, ele planeja mata-lá no dia da eleição, já que ela apareceria em público para fazer um discurso. Como o plano falhou, Gotham tem uma nova Prefeita que encerra o filme com um discurso de renovação e "nova política". </p>
<p>E os cidadãos de Gotham vão acreditar nisso. Afinal de contas, não há a menor possibilidade da cidade voltar ao que era antes. Porque agora o Prefeito é uma mulher negra. Geralmente, o Batman é mais admirado pelos Conservadores por dar porrada em bandido. E com esse filme não foi diferente. Mas para mim, foi mais do mesmo, um filme que se propõe a ser "inteligentinho" mas não passa de mais um produto da Warner com ESG e Progressimo. </p>
<p>O Super-Herói que  apresenta melhor  uma aproximação com a Direita Norte-Americana é o Demolidor da Netflix.</p>
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